A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que três deputados do Partido Liberal (PL) estariam envolvidos na comercialização indevida de emendas parlamentares. Os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) foram acusados de integrar uma organização criminosa voltada à negociação desses recursos públicos.
De acordo com a denúncia, os deputados solicitaram uma propina de R$ 1,66 milhão ao então prefeito de São José do Ribamar (MA) em troca da destinação de R$ 6,67 milhões em emendas federais para o município. O esquema foi descrito pela PGR como uma prática de corrupção passiva e organização criminosa. O caso segue sob sigilo no STF.
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