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Brasil

PGR denuncia Bosco Costa e deputados do PL por envolvimento em esquema de corrupção com emendas parlamentares

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que três deputados do Partido Liberal (PL) estariam envolvidos na comercialização indevida de emendas parlamentares. Os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) foram acusados de integrar uma organização criminosa voltada à negociação desses recursos públicos. De acordo com a […]

06/02/2025 · 11h20 · Atualizado às 18h29
PGR denuncia Bosco Costa e deputados do PL por envolvimento em esquema de corrupção com emendas parlamentares
Foto: reprodução redes sociais

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que três deputados do Partido Liberal (PL) estariam envolvidos na comercialização indevida de emendas parlamentares. Os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) foram acusados de integrar uma organização criminosa voltada à negociação desses recursos públicos.

De acordo com a denúncia, os deputados solicitaram uma propina de R$ 1,66 milhão ao então prefeito de São José do Ribamar (MA) em troca da destinação de R$ 6,67 milhões em emendas federais para o município. O esquema foi descrito pela PGR como uma prática de corrupção passiva e organização criminosa. O caso segue sob sigilo no STF.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que três deputados do Partido Liberal (PL) estariam envolvidos na comercialização indevida de emendas parlamentares. Os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) foram acusados de integrar uma organização criminosa voltada à negociação desses recursos públicos.

De acordo com a denúncia, os deputados solicitaram uma propina de R$ 1,66 milhão ao então prefeito de São José do Ribamar (MA) em troca da destinação de R$ 6,67 milhões em emendas federais para o município. O esquema foi descrito pela PGR como uma prática de corrupção passiva e organização criminosa. O caso segue sob sigilo no STF.

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