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Saúde

PL 916/2026 exige manequins femininos e masculinos em treinamentos

Projeto de Lei propõe uso de manequins femininos em treinamentos de primeiros socorros.

01/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h07
PL 916/2026 exige manequins femininos e masculinos em treinamentos

A proposta determina que bonecos e simuladores usados em treinamentos de primeiros socorros na administração pública federal representem ambas as anatomias. Objetivo: melhorar o atendimento a mulheres em paradas cardiorrespiratórias.

O Projeto de Lei 916 de 2026 estabelece que os bonecos e simuladores utilizados em treinamentos de primeiros socorros na administração pública federal devem representar tanto as anatomias masculina quanto feminina. A proposta visa aprimorar o atendimento ao público feminino em situações de parada cardiorrespiratória.

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De acordo com a medida, as especificações técnicas para futuras aquisições de manequins e equipamentos de treinamento precisam contemplar os dois sexos. Isso permitirá o uso de acessórios que reproduzam as anatomias correspondentes, promovendo uma abordagem mais inclusiva nos treinamentos.

Além disso, os treinamentos deverão abordar as particularidades dos sintomas e a execução adequada das manobras em cada sexo, incluindo o posicionamento correto dos eletrodos do desfibrilador. Essa mudança é fundamental para garantir que os socorristas estejam preparados para atender a todos, independentemente do gênero do paciente.

As novas regras se aplicam à especificação de simuladores e manequins destinados ao treinamento em suporte básico de vida, ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e uso de desfibrilador externo automático (DEA). Importante ressaltar que a proposta não exige a substituição imediata dos materiais já existentes, aplicando-se apenas às contratações feitas após a vigência da lei.

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“A falta de representatividade feminina nos simuladores e o receio de socorristas em atender mulheres em ambientes públicos contribuem para o menor sucesso de salvamentos desse público”, afirma o autor do projeto, deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

O projeto orienta as contratações federais a incluírem a anatomia dos diferentes sexos e assegura que as capacitações sejam adequadas às especificidades pertinentes, promovendo assim um melhor atendimento em situações de emergência.

A proposta ainda passará por análise nas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para que a proposta se torne lei, ela precisará ser aprovada tanto na Câmara quanto no Senado.

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A proposta determina que bonecos e simuladores usados em treinamentos de primeiros socorros na administração pública federal representem ambas as anatomias. Objetivo: melhorar o atendimento a mulheres em paradas cardiorrespiratórias.

O Projeto de Lei 916 de 2026 estabelece que os bonecos e simuladores utilizados em treinamentos de primeiros socorros na administração pública federal devem representar tanto as anatomias masculina quanto feminina. A proposta visa aprimorar o atendimento ao público feminino em situações de parada cardiorrespiratória.

De acordo com a medida, as especificações técnicas para futuras aquisições de manequins e equipamentos de treinamento precisam contemplar os dois sexos. Isso permitirá o uso de acessórios que reproduzam as anatomias correspondentes, promovendo uma abordagem mais inclusiva nos treinamentos.

Além disso, os treinamentos deverão abordar as particularidades dos sintomas e a execução adequada das manobras em cada sexo, incluindo o posicionamento correto dos eletrodos do desfibrilador. Essa mudança é fundamental para garantir que os socorristas estejam preparados para atender a todos, independentemente do gênero do paciente.

As novas regras se aplicam à especificação de simuladores e manequins destinados ao treinamento em suporte básico de vida, ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e uso de desfibrilador externo automático (DEA). Importante ressaltar que a proposta não exige a substituição imediata dos materiais já existentes, aplicando-se apenas às contratações feitas após a vigência da lei.

“A falta de representatividade feminina nos simuladores e o receio de socorristas em atender mulheres em ambientes públicos contribuem para o menor sucesso de salvamentos desse público”, afirma o autor do projeto, deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

O projeto orienta as contratações federais a incluírem a anatomia dos diferentes sexos e assegura que as capacitações sejam adequadas às especificidades pertinentes, promovendo assim um melhor atendimento em situações de emergência.

A proposta ainda passará por análise nas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para que a proposta se torne lei, ela precisará ser aprovada tanto na Câmara quanto no Senado.

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