A Polícia Civil, por meio do Grupo Especial de Combate a Roubos e Furtos (Gecrof), encerrou o funcionamento de um bingo clandestino em um prédio na Rua Capela, nesta terça-feira, 26, na capital.
A ação foi deflagrada após investigações motivadas por denúncias sobre a presença de jogos de azar no endereço. Equipes do Gecrof realizaram o acompanhamento das informações recebidas e constataram o estabelecimento em funcionamento no dia da operação, segundo informou o delegado Marcos Garcia, responsável pela operação.
Durante a abordagem, os agentes localizaram dezenas de equipamentos ligados à prática do bingo. Inicialmente foram identificadas 32 unidades de CPU com o jogo instalado, além de uma máquina sorteadora das bolas e do caixa do estabelecimento. Em uma contagem preliminar posterior, o número de CPUs foi atualizado para 34.
A Polícia Científica esteve no local para efetuar a perícia inicial nos aparelhos antes que eles fossem apreendidos para procedimentos técnicos e preservação de provas.
O titular da delegacia ressaltou que a exploração de jogos de azar configura contravenção penal e pode acarretar pena de detenção. Conforme explicado pelo delegado, essa contravenção prevê pena de três meses a um ano de prisão, e muitas pessoas minimizam a gravidade do crime, desconhecendo a proibição da exploração de jogos de azar.
O responsável pelo estabelecimento foi conduzido ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri). No local, foram adotados os trâmites legais, incluindo o registro do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Os materiais apreendidos seguirão para perícia e demais providências previstas pela investigação.
A ação integra as atividades de fiscalização e repressão a práticas ilegais na capital, motivadas por denúncias que culminaram na ação do Gecrof nesta terça-feira.
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