Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Brasil

Polícia Civil pede apreensão do passaporte de adolescente suspeito de matar cão Orelha em Florianópolis

A Polícia Civil de Santa Catarina solicitou à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente investigado pela morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. O pedido, já comunicado à Polícia Federal, busca evitar que o jovem deixe o país. Em nota, a corporação informou que o Ministério Público estadual manifestou-se favorável […]

08/02/2026 · 09h28
Polícia Civil pede apreensão do passaporte de adolescente suspeito de matar cão Orelha em Florianópolis

A Polícia Civil de Santa Catarina solicitou à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente investigado pela morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. O pedido, já comunicado à Polícia Federal, busca evitar que o jovem deixe o país.

Em nota, a corporação informou que o Ministério Público estadual manifestou-se favorável à medida. Segundo o documento, o MP tem atuado para que a denúncia contra os envolvidos siga à Justiça acompanhada das provas reunidas na investigação.

Publicidade

Divergências entre órgãos

A apuração do caso registra divergências entre Polícia Civil e Ministério Público. Na sexta-feira (6), o MP anunciou que requisitará diligências complementares nos próximos dias. Tanto a 10ª Promotoria de Justiça da capital, voltada à Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, apontaram necessidade de mais esclarecimentos e de maior precisão na reconstrução dos fatos.

O órgão mencionou lacunas na investigação sobre a possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais. Já a Polícia Civil sustenta haver base legal para o pedido de internação do principal suspeito.

Suspeita de coação

A corporação também investiga suposta coação no curso do processo e ameaças envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de condomínio na Praia Brava. O MP pretende ampliar e detalhar essa apuração para confirmar se há relação entre os possíveis crimes de coação e as agressões ao animal.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Conclusão do inquérito

Em 3 de outubro, a Polícia Civil encerrou o inquérito que apura as agressões que levaram à morte do cão e solicitou a internação de um dos quatro adolescentes investigados. Para comprovar a participação do suspeito, as autoridades recorreram a tecnologia importada e à análise de imagens de câmeras de segurança.

De acordo com a polícia, mais de mil horas de gravações de 14 câmeras foram analisadas, e 24 testemunhas prestaram depoimento. Embora não existam registros do momento exato do ataque, as imagens permitiram identificar as roupas usadas pelo acusado e comprovar que ele deixou o condomínio onde mora durante a madrugada do crime.

 

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

A Polícia Civil de Santa Catarina solicitou à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente investigado pela morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. O pedido, já comunicado à Polícia Federal, busca evitar que o jovem deixe o país.

Em nota, a corporação informou que o Ministério Público estadual manifestou-se favorável à medida. Segundo o documento, o MP tem atuado para que a denúncia contra os envolvidos siga à Justiça acompanhada das provas reunidas na investigação.

Divergências entre órgãos

A apuração do caso registra divergências entre Polícia Civil e Ministério Público. Na sexta-feira (6), o MP anunciou que requisitará diligências complementares nos próximos dias. Tanto a 10ª Promotoria de Justiça da capital, voltada à Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, apontaram necessidade de mais esclarecimentos e de maior precisão na reconstrução dos fatos.

O órgão mencionou lacunas na investigação sobre a possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais. Já a Polícia Civil sustenta haver base legal para o pedido de internação do principal suspeito.

Suspeita de coação

A corporação também investiga suposta coação no curso do processo e ameaças envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de condomínio na Praia Brava. O MP pretende ampliar e detalhar essa apuração para confirmar se há relação entre os possíveis crimes de coação e as agressões ao animal.

Conclusão do inquérito

Em 3 de outubro, a Polícia Civil encerrou o inquérito que apura as agressões que levaram à morte do cão e solicitou a internação de um dos quatro adolescentes investigados. Para comprovar a participação do suspeito, as autoridades recorreram a tecnologia importada e à análise de imagens de câmeras de segurança.

De acordo com a polícia, mais de mil horas de gravações de 14 câmeras foram analisadas, e 24 testemunhas prestaram depoimento. Embora não existam registros do momento exato do ataque, as imagens permitiram identificar as roupas usadas pelo acusado e comprovar que ele deixou o condomínio onde mora durante a madrugada do crime.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA