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Aracaju, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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Policial

Polícia investiga morte de jovem de 28 anos após mal no ZIG Festival

Polícia Civil investiga morte de Pedro Felipe, 28, que passou mal durante o ZIG Festival na Audio; caso foi registrado como morte suspeita no 2º DP.

14/10/2026 · 07h53
Polícia investiga morte de jovem de 28 anos após mal no ZIG Festival

Pedro Felipe Higa Felizatto, 28, morreu após passar mal no ZIG Festival na Audio, em São Paulo. O pai apresentou o atestado de óbito e o 2º DP registrou o caso como morte suspeita; a Polícia Civil apura as circunstâncias.

A Polícia Civil investigou a morte de Pedro Felipe Higa Felizatto, de 28 anos, ocorrida na madrugada de domingo (11/10), após ele passar mal durante o ZIG Festival, realizado na casa de shows Audio, na zona oeste de São Paulo.

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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o pai de Pedro compareceu à delegacia e apresentou o atestado de óbito do filho. Conforme o relato registrado, o jovem teria passado mal em uma casa noturna durante a realização do festival.

O caso foi registrado como morte suspeita no 2º Distrito Policial. A Polícia Civil informou que passou a apurar as circunstâncias do falecimento e que as diligências iniciais foram encaminhadas para verificar as circunstâncias em que o evento médico ocorreu e se houve qualquer fator externo envolvido.

Não foram divulgados detalhes sobre o horário exato em que o jovem passou mal dentro da casa de shows, nem sobre a existência de sinais de violência ou de substâncias encontradas no local. Também não foram informadas, até o momento, as providências tomadas pela produção do festival ou pela direção da casa de shows Audio.

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Familiares acompanharam os procedimentos iniciais na delegacia, segundo informou a SSP, ao entregarem o atestado de óbito à autoridade policial responsável pelo registro. O documento formalizou a entrada do caso no 2º Distrito Policial como morte de caráter suspeito, procedimento que antecede outras etapas da investigação, como perícia complementar e eventual solicitação de exames necroscópicos.

A investigação teve como foco apurar as circunstâncias do óbito para confirmar se houve causa natural, acidente, uso de substâncias ou outro fator que justificasse a abertura de inquérito específico. A apuração foi conduzida pelos delegados e peritos designados ao caso, seguindo os trâmites previstos para ocorrências classificadas como suspeitas.

Familiares e testemunhas foram mencionados no registro inicial, conforme o relato constante no boletim lavrado no 2º Distrito Policial. A continuidade das investigações dependia de laudos e de informações complementares colhidas pela autoridade policial.

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Pedro Felipe Higa Felizatto, 28, morreu após passar mal no ZIG Festival na Audio, em São Paulo. O pai apresentou o atestado de óbito e o 2º DP registrou o caso como morte suspeita; a Polícia Civil apura as circunstâncias.

A Polícia Civil investigou a morte de Pedro Felipe Higa Felizatto, de 28 anos, ocorrida na madrugada de domingo (11/10), após ele passar mal durante o ZIG Festival, realizado na casa de shows Audio, na zona oeste de São Paulo.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o pai de Pedro compareceu à delegacia e apresentou o atestado de óbito do filho. Conforme o relato registrado, o jovem teria passado mal em uma casa noturna durante a realização do festival.

O caso foi registrado como morte suspeita no 2º Distrito Policial. A Polícia Civil informou que passou a apurar as circunstâncias do falecimento e que as diligências iniciais foram encaminhadas para verificar as circunstâncias em que o evento médico ocorreu e se houve qualquer fator externo envolvido.

Não foram divulgados detalhes sobre o horário exato em que o jovem passou mal dentro da casa de shows, nem sobre a existência de sinais de violência ou de substâncias encontradas no local. Também não foram informadas, até o momento, as providências tomadas pela produção do festival ou pela direção da casa de shows Audio.

Familiares acompanharam os procedimentos iniciais na delegacia, segundo informou a SSP, ao entregarem o atestado de óbito à autoridade policial responsável pelo registro. O documento formalizou a entrada do caso no 2º Distrito Policial como morte de caráter suspeito, procedimento que antecede outras etapas da investigação, como perícia complementar e eventual solicitação de exames necroscópicos.

A investigação teve como foco apurar as circunstâncias do óbito para confirmar se houve causa natural, acidente, uso de substâncias ou outro fator que justificasse a abertura de inquérito específico. A apuração foi conduzida pelos delegados e peritos designados ao caso, seguindo os trâmites previstos para ocorrências classificadas como suspeitas.

Familiares e testemunhas foram mencionados no registro inicial, conforme o relato constante no boletim lavrado no 2º Distrito Policial. A continuidade das investigações dependia de laudos e de informações complementares colhidas pela autoridade policial.

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