Pedro Felipe Higa Felizatto, 28, morreu após passar mal no ZIG Festival na Audio, em São Paulo. O pai apresentou o atestado de óbito e o 2º DP registrou o caso como morte suspeita; a Polícia Civil apura as circunstâncias.
A Polícia Civil investigou a morte de Pedro Felipe Higa Felizatto, de 28 anos, ocorrida na madrugada de domingo (11/10), após ele passar mal durante o ZIG Festival, realizado na casa de shows Audio, na zona oeste de São Paulo.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o pai de Pedro compareceu à delegacia e apresentou o atestado de óbito do filho. Conforme o relato registrado, o jovem teria passado mal em uma casa noturna durante a realização do festival.
O caso foi registrado como morte suspeita no 2º Distrito Policial. A Polícia Civil informou que passou a apurar as circunstâncias do falecimento e que as diligências iniciais foram encaminhadas para verificar as circunstâncias em que o evento médico ocorreu e se houve qualquer fator externo envolvido.
Não foram divulgados detalhes sobre o horário exato em que o jovem passou mal dentro da casa de shows, nem sobre a existência de sinais de violência ou de substâncias encontradas no local. Também não foram informadas, até o momento, as providências tomadas pela produção do festival ou pela direção da casa de shows Audio.
Familiares acompanharam os procedimentos iniciais na delegacia, segundo informou a SSP, ao entregarem o atestado de óbito à autoridade policial responsável pelo registro. O documento formalizou a entrada do caso no 2º Distrito Policial como morte de caráter suspeito, procedimento que antecede outras etapas da investigação, como perícia complementar e eventual solicitação de exames necroscópicos.
A investigação teve como foco apurar as circunstâncias do óbito para confirmar se houve causa natural, acidente, uso de substâncias ou outro fator que justificasse a abertura de inquérito específico. A apuração foi conduzida pelos delegados e peritos designados ao caso, seguindo os trâmites previstos para ocorrências classificadas como suspeitas.
Familiares e testemunhas foram mencionados no registro inicial, conforme o relato constante no boletim lavrado no 2º Distrito Policial. A continuidade das investigações dependia de laudos e de informações complementares colhidas pela autoridade policial.
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