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Político dos EUA recua de falas ‘woke’ após pressão e debate sobre cultura divide americanos

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Político dos EUA recua de falas ‘woke’ após pressão e debate sobre cultura divide americanos

Divisão nos EUA sobre aceitação da cultura 'woke' se intensifica nas eleições.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h12
Político dos EUA recua de falas ‘woke’ após pressão e debate sobre cultura divide americanos

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James Talarico, candidato ao Senado dos EUA, chamou de 'constrangedoras' declarações polêmicas que fez sobre sexo e religião. O recuo ocorre em meio a um cenário político cada vez mais polarizado no país.

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Nos últimos anos, James Talarico, político que concorre ao Senado dos Estados Unidos, fez declarações polêmicas, como a afirmação de que existem seis sexos e que ‘Deus é não-binário’. Talarico também frisou a importância de reduzir o consumo de carne para combater as mudanças climáticas. Essas falas têm sido alvo de críticas por parte de republicanos, que as rotulam como ‘woke’. Recentemente, Talarico se distanciou de algumas de suas declarações, classificando-as como ‘constrangedoras’.

Apesar da controvérsia em torno de suas palavras, pesquisas recentes revelam que a maioria dos americanos está mais preocupada com questões econômicas do que com os debates culturais. Contudo, candidatos republicanos têm intensificado suas campanhas, focando no combate à chamada esquerda ‘woke’ e buscando explorar vulnerabilidades de adversários, como Talarico, mesmo fora do Texas.

Uma nova pesquisa realizada pela CNN indica que o público americano está dividido sobre os contornos da guerra cultural, com quase metade acreditando que a sociedade foi longe demais em aceitar diversas culturas e identidades. Ao mesmo tempo, uma porcentagem significativa, especialmente entre os republicanos, expressa a opinião de que a aceitação foi excessiva, refletindo uma mudança de 6 pontos em comparação ao ano anterior.

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“Coisas que você nunca pensaria duas vezes antes de dizer há cinco anos, agora as pessoas de repente estão dizendo: ‘Ah, você não pode falar isso’”, afirmou Ed Shedlock, um republicano da Louisiana que participou da pesquisa.

Quando questionados sobre os maiores problemas sociais, os americanos se mostraram divididos entre aqueles que acreditam que as pessoas estão sendo excessivamente cautelosas com suas palavras e aqueles que acham que há liberdade demais para declarações ofensivas. Essa discussão revela uma sociedade em busca de um equilíbrio, mas com opiniões marcadamente polarizadas.

Dentro das primárias do Partido Republicano, as questões culturais têm gerado debates acalorados. Políticos, como a vice-governadora da Carolina do Sul, Pamela Evette, têm usado a narrativa da ‘horda woke’ para mobilizar eleitores, prometendo combater o cancelamento de conservadores. Em Nevada, David Flippo, vencedor de uma primária republicana, atacou seu oponente por ser um ‘liberal woke’.

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Enquanto isso, os democratas, por outro lado, têm uma visão oposta, com uma maioria acreditando que a sociedade não foi longe o suficiente na aceitação cultural. Danny Minaya, um democrata de Nova York, ressaltou a necessidade de apoiar os mais vulneráveis e proteger os direitos das minorias. Essa divisão entre as visões dos dois partidos sobre o tema cultural continua a moldar o cenário político dos Estados Unidos.

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James Talarico, candidato ao Senado dos EUA, chamou de 'constrangedoras' declarações polêmicas que fez sobre sexo e religião. O recuo ocorre em meio a um cenário político cada vez mais polarizado no país.

Nos últimos anos, James Talarico, político que concorre ao Senado dos Estados Unidos, fez declarações polêmicas, como a afirmação de que existem seis sexos e que ‘Deus é não-binário’. Talarico também frisou a importância de reduzir o consumo de carne para combater as mudanças climáticas. Essas falas têm sido alvo de críticas por parte de republicanos, que as rotulam como ‘woke’. Recentemente, Talarico se distanciou de algumas de suas declarações, classificando-as como ‘constrangedoras’.

Apesar da controvérsia em torno de suas palavras, pesquisas recentes revelam que a maioria dos americanos está mais preocupada com questões econômicas do que com os debates culturais. Contudo, candidatos republicanos têm intensificado suas campanhas, focando no combate à chamada esquerda ‘woke’ e buscando explorar vulnerabilidades de adversários, como Talarico, mesmo fora do Texas.

Uma nova pesquisa realizada pela CNN indica que o público americano está dividido sobre os contornos da guerra cultural, com quase metade acreditando que a sociedade foi longe demais em aceitar diversas culturas e identidades. Ao mesmo tempo, uma porcentagem significativa, especialmente entre os republicanos, expressa a opinião de que a aceitação foi excessiva, refletindo uma mudança de 6 pontos em comparação ao ano anterior.

“Coisas que você nunca pensaria duas vezes antes de dizer há cinco anos, agora as pessoas de repente estão dizendo: ‘Ah, você não pode falar isso’”, afirmou Ed Shedlock, um republicano da Louisiana que participou da pesquisa.

Quando questionados sobre os maiores problemas sociais, os americanos se mostraram divididos entre aqueles que acreditam que as pessoas estão sendo excessivamente cautelosas com suas palavras e aqueles que acham que há liberdade demais para declarações ofensivas. Essa discussão revela uma sociedade em busca de um equilíbrio, mas com opiniões marcadamente polarizadas.

Dentro das primárias do Partido Republicano, as questões culturais têm gerado debates acalorados. Políticos, como a vice-governadora da Carolina do Sul, Pamela Evette, têm usado a narrativa da ‘horda woke’ para mobilizar eleitores, prometendo combater o cancelamento de conservadores. Em Nevada, David Flippo, vencedor de uma primária republicana, atacou seu oponente por ser um ‘liberal woke’.

Enquanto isso, os democratas, por outro lado, têm uma visão oposta, com uma maioria acreditando que a sociedade não foi longe o suficiente na aceitação cultural. Danny Minaya, um democrata de Nova York, ressaltou a necessidade de apoiar os mais vulneráveis e proteger os direitos das minorias. Essa divisão entre as visões dos dois partidos sobre o tema cultural continua a moldar o cenário político dos Estados Unidos.

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