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Prefeito de Nova York critica arbitragem em derrota do Egito para a Argentina na Copa

Prefeito de Nova York critica arbitragem na vitória da Argentina sobre o Egito na Copa.

09/07/2026 · 19h01
Prefeito de Nova York critica arbitragem em derrota do Egito para a Argentina na Copa

A polêmica envolvendo a arbitragem na vitória da Argentina sobre o Egito, nas oitavas de final da Copa do Mundo, chegou ao gabinete do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani. Durante a apresentação de um plano para modernizar o sistema de ônibus da cidade, Mamdani afirmou que a seleção egípcia foi “roubada” na derrota por 3 a 2 e criticou a decisão que anulou um gol da equipe africana após a revisão do VAR.

Questionado por uma jornalista sobre como aproveitaria os cerca de seis minutos que os passageiros economizariam diariamente com as mudanças propostas, Mamdani usou o confronto do Mundial para exemplificar sua resposta. “Eu provavelmente só ficaria assistindo aos replays do Egito sendo roubado ontem de novo e de novo”, declarou o prefeito.

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Após essa declaração, enquanto detalhava os benefícios do projeto de mobilidade urbana, Mamdani voltou a mencionar o jogo e reiterou suas críticas à arbitragem. “Significa tomar café da manhã com a sua família. Significa chegar em casa na hora de dormir. Significa concordar com seus amigos que o Egito foi roubado. Se era para marcar falta naquele primeiro gol anulado”, afirmou.

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O confronto entre Egito e Argentina ficou marcado por um dos lances mais controversos desta edição da Copa do Mundo. No segundo tempo, o jogador egípcio Mostafa Zico balançou as redes e ampliou a vantagem do Egito, mas o gol foi anulado após o árbitro francês François Letexier ser chamado pelo VAR. A revisão indicou uma falta cometida pela equipe egípcia mais de 20 segundos antes da conclusão da jogada.

Com o lance invalidado, a Argentina conseguiu se manter na partida, virou o placar para 3 a 2 e avançou às quartas de final. Inconformada com a decisão, a Federação Egípcia de Futebol (EFA) apresentou uma reclamação formal à Fifa contra a equipe de arbitragem, alegando que houve erros determinantes na condução da partida e questionando a utilização do VAR no lance que alterou o rumo do confronto.

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A polêmica envolvendo a arbitragem na vitória da Argentina sobre o Egito, nas oitavas de final da Copa do Mundo, chegou ao gabinete do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani. Durante a apresentação de um plano para modernizar o sistema de ônibus da cidade, Mamdani afirmou que a seleção egípcia foi “roubada” na derrota por 3 a 2 e criticou a decisão que anulou um gol da equipe africana após a revisão do VAR.

Questionado por uma jornalista sobre como aproveitaria os cerca de seis minutos que os passageiros economizariam diariamente com as mudanças propostas, Mamdani usou o confronto do Mundial para exemplificar sua resposta. “Eu provavelmente só ficaria assistindo aos replays do Egito sendo roubado ontem de novo e de novo”, declarou o prefeito.

Após essa declaração, enquanto detalhava os benefícios do projeto de mobilidade urbana, Mamdani voltou a mencionar o jogo e reiterou suas críticas à arbitragem. “Significa tomar café da manhã com a sua família. Significa chegar em casa na hora de dormir. Significa concordar com seus amigos que o Egito foi roubado. Se era para marcar falta naquele primeiro gol anulado”, afirmou.

O confronto entre Egito e Argentina ficou marcado por um dos lances mais controversos desta edição da Copa do Mundo. No segundo tempo, o jogador egípcio Mostafa Zico balançou as redes e ampliou a vantagem do Egito, mas o gol foi anulado após o árbitro francês François Letexier ser chamado pelo VAR. A revisão indicou uma falta cometida pela equipe egípcia mais de 20 segundos antes da conclusão da jogada.

Com o lance invalidado, a Argentina conseguiu se manter na partida, virou o placar para 3 a 2 e avançou às quartas de final. Inconformada com a decisão, a Federação Egípcia de Futebol (EFA) apresentou uma reclamação formal à Fifa contra a equipe de arbitragem, alegando que houve erros determinantes na condução da partida e questionando a utilização do VAR no lance que alterou o rumo do confronto.

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