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Produção de cacau avança em Sergipe e confirma nova fronteira agrícola no estado

A cultura do cacau ganhou ritmo acelerado em Sergipe e, em poucos anos, passou de experimento a fonte efetiva de renda para agricultores das regiões sul e centro-sul.

28/12/2025 · 16h28
Produção de cacau avança em Sergipe e confirma nova fronteira agrícola no estado

A cultura do cacau ganhou ritmo acelerado em Sergipe e, em poucos anos, passou de experimento a fonte efetiva de renda para agricultores das regiões sul e centro-sul.

Crescimento expressivo em 2025

Entre 2023 e 2025, o número de produtores envolvidos saltou de 17 para 52, expansão de 200%. A área cultivada acompanhou o movimento, quase dobrando de 26 hectares em 2024 para 51 hectares neste ano, distribuídos por oito municípios.

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O volume colhido também cresceu. A produção de amêndoas subiu de 9,5 toneladas em 2024 para 15,9 toneladas em 2025. Comercializado em arrobas de 15 quilos, o cacau gerou faturamento estimado em R$ 442.390, considerando o valor médio de R$ 415,00 por arroba.

Diversificação da cadeia

Além da venda de amêndoas, produtores já investem em derivados. Em Arauá, o agricultor Manoel da Conceição comercializou mil litros de mel de cacau, subproduto da polpa, ao preço de R$ 15,00 por litro, abrindo nova frente de receita.

Apoio técnico e mercado garantido

A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) tem fornecido assistência técnica por meio de Dias de Campo, entrega de dez mil mudas clonadas das variedades CCN51, CCN10 e PS1319, distribuição de adubos, dez kits de irrigação e acompanhamento em seis Unidades Demonstrativas.

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Intercâmbios técnicos e articulação comercial facilitaram a instalação de um posto de compra da Cargill Alimentos, de Ilhéus (BA), em Arauá. A indústria paga conforme a cotação diária, via Pix, garantindo liquidez ao produtor.

Outro reforço veio com a criação do primeiro viveiro de mudas clonadas de cacau em Sergipe, monitorado por técnico credenciado junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), assegurando material genético de qualidade.

Para o diretor de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa da Emdagro, Jean Carlos Nascimento Ferreira, o avanço reflete política pública contínua da Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), que acompanha o processo do plantio à comercialização.

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Com área ampliada, produção em alta e mercado estruturado, o cacau consolida seu espaço na agricultura sergipana.

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A cultura do cacau ganhou ritmo acelerado em Sergipe e, em poucos anos, passou de experimento a fonte efetiva de renda para agricultores das regiões sul e centro-sul.

Crescimento expressivo em 2025

Entre 2023 e 2025, o número de produtores envolvidos saltou de 17 para 52, expansão de 200%. A área cultivada acompanhou o movimento, quase dobrando de 26 hectares em 2024 para 51 hectares neste ano, distribuídos por oito municípios.

O volume colhido também cresceu. A produção de amêndoas subiu de 9,5 toneladas em 2024 para 15,9 toneladas em 2025. Comercializado em arrobas de 15 quilos, o cacau gerou faturamento estimado em R$ 442.390, considerando o valor médio de R$ 415,00 por arroba.

Diversificação da cadeia

Além da venda de amêndoas, produtores já investem em derivados. Em Arauá, o agricultor Manoel da Conceição comercializou mil litros de mel de cacau, subproduto da polpa, ao preço de R$ 15,00 por litro, abrindo nova frente de receita.

Apoio técnico e mercado garantido

A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) tem fornecido assistência técnica por meio de Dias de Campo, entrega de dez mil mudas clonadas das variedades CCN51, CCN10 e PS1319, distribuição de adubos, dez kits de irrigação e acompanhamento em seis Unidades Demonstrativas.

Intercâmbios técnicos e articulação comercial facilitaram a instalação de um posto de compra da Cargill Alimentos, de Ilhéus (BA), em Arauá. A indústria paga conforme a cotação diária, via Pix, garantindo liquidez ao produtor.

Outro reforço veio com a criação do primeiro viveiro de mudas clonadas de cacau em Sergipe, monitorado por técnico credenciado junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), assegurando material genético de qualidade.

Para o diretor de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa da Emdagro, Jean Carlos Nascimento Ferreira, o avanço reflete política pública contínua da Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), que acompanha o processo do plantio à comercialização.

Com área ampliada, produção em alta e mercado estruturado, o cacau consolida seu espaço na agricultura sergipana.

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