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Aracaju, Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
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Professores da rede estadual de São Paulo encerram greve e mantêm mobilização

Educação

Professores da rede estadual de São Paulo encerram greve e mantêm mobilização

Professores da rede estadual de São Paulo decidiram encerrar a greve iniciada na quinta-feira (9), em assembleia realizada na sexta-feira (10). Apesar do...

13/04/2026 · 21h01 · Atualizado às 19h18
Professores da rede estadual de São Paulo encerram greve e mantêm mobilização

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Professores da rede estadual de São Paulo decidiram encerrar a greve iniciada na quinta-feira (9), em assembleia realizada na sexta-feira (10). Apesar do fim da paralisação, a categoria manteve a articulação de ações e vai intensificar mobilizações em todo o estado.

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De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp), cerca de 10 mil pessoas participaram da assembleia que avaliou a paralisação como positiva. A entidade informou que a adesão média à greve foi de 40% da rede estadual e que as atividades serão substituídas por um calendário de atos, reuniões e intervenções junto à comunidade escolar.

Na terça-feira (14), está prevista uma mobilização na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), com início às 14h30 (Brasília UTC-3), quando representantes da categoria acompanharão debates e pressionarão parlamentares para a retirada de pauta do PL 1.316, que versa sobre a Reforma Administrativa da Educação.

Os professores convocaram também uma nova assembleia estadual para o dia 28 de abril, às 15h, na Alesp, ocasião em que serão definidos os próximos passos do movimento.

Demandas

A pauta do movimento inclui reivindicações salariais e de carreira, com pedido de reajuste, aplicação correta do piso nacional como base da carreira e valorização profissional. A categoria cobra ainda melhores condições de trabalho e mudanças em políticas educacionais em andamento no estado.

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Entre os pontos específicos estão a retirada do PL 1.316 da pauta legislativa e a revogação da Avaliação de Desempenho, medida que o sindicato considera injusta. Os docentes também exigem a abertura de turmas para o ensino regular e para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no período noturno, além de oferta de educação especial inclusiva que atenda alunos com necessidades especiais.

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Outra reivindicação citada pelo sindicato é a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a equiparação salarial dos professores da educação básica com outros profissionais de nível superior. O movimento ainda se posiciona contra a chamada “plataformização do ensino”, referindo-se à maior integração de plataformas privadas no cotidiano escolar.

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A categoria seguirá com mobilizações programadas e avaliação do movimento na assembleia de 28 de abril.

Com informações de Agência Brasil

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Professores da rede estadual de São Paulo decidiram encerrar a greve iniciada na quinta-feira (9), em assembleia realizada na sexta-feira (10). Apesar do fim da paralisação, a categoria manteve a articulação de ações e vai intensificar mobilizações em todo o estado.

De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp), cerca de 10 mil pessoas participaram da assembleia que avaliou a paralisação como positiva. A entidade informou que a adesão média à greve foi de 40% da rede estadual e que as atividades serão substituídas por um calendário de atos, reuniões e intervenções junto à comunidade escolar.

Na terça-feira (14), está prevista uma mobilização na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), com início às 14h30 (Brasília UTC-3), quando representantes da categoria acompanharão debates e pressionarão parlamentares para a retirada de pauta do PL 1.316, que versa sobre a Reforma Administrativa da Educação.

Os professores convocaram também uma nova assembleia estadual para o dia 28 de abril, às 15h, na Alesp, ocasião em que serão definidos os próximos passos do movimento.

Demandas

A pauta do movimento inclui reivindicações salariais e de carreira, com pedido de reajuste, aplicação correta do piso nacional como base da carreira e valorização profissional. A categoria cobra ainda melhores condições de trabalho e mudanças em políticas educacionais em andamento no estado.

Entre os pontos específicos estão a retirada do PL 1.316 da pauta legislativa e a revogação da Avaliação de Desempenho, medida que o sindicato considera injusta. Os docentes também exigem a abertura de turmas para o ensino regular e para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no período noturno, além de oferta de educação especial inclusiva que atenda alunos com necessidades especiais.

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Outra reivindicação citada pelo sindicato é a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a equiparação salarial dos professores da educação básica com outros profissionais de nível superior. O movimento ainda se posiciona contra a chamada “plataformização do ensino”, referindo-se à maior integração de plataformas privadas no cotidiano escolar.

A categoria seguirá com mobilizações programadas e avaliação do movimento na assembleia de 28 de abril.

Com informações de Agência Brasil

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