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Cidades

Programa leva 17 toneladas de filé de camarão às escolas estaduais de Sergipe

De janeiro a outubro deste ano, 17.284 quilos de filé de camarão foram entregues às escolas de tempo integral da rede pública estadual de Sergipe. A ação integra o Programa Filé de Camarão na Alimentação Escolar, conduzido pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) por meio do Departamento de Alimentação Escolar (DAE). O investimento chegou […]

21/10/2025 · 16h57
Programa leva 17 toneladas de filé de camarão às escolas estaduais de Sergipe

De janeiro a outubro deste ano, 17.284 quilos de filé de camarão foram entregues às escolas de tempo integral da rede pública estadual de Sergipe. A ação integra o Programa Filé de Camarão na Alimentação Escolar, conduzido pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) por meio do Departamento de Alimentação Escolar (DAE).

O investimento chegou a R$ 652.175,40, montante pago a cooperativas da agricultura familiar selecionadas via chamada pública, em consonância com as regras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Dessa forma, o governo estadual busca fortalecer a economia local ao mesmo tempo em que diversifica a merenda.

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Da compra ao prato

Os fornecedores cumprem requisitos de qualidade específicos para a alimentação escolar. Antes de entrar no cardápio, o camarão passou por teste de aceitabilidade com os alunos e por capacitação de todos os manipuladores de alimentos. Cada escola recebeu freezers exclusivos para armazenar o produto.

No ato da matrícula on-line, responsáveis informam se o estudante pode consumir camarão; quem é alérgico ou opta por não ingerir o crustáceo recebe outra proteína. As unidades têm autonomia para definir o dia de oferta, enquanto o DAE responde pela logística de distribuição.

Nutrição e identidade regional

A diretora do DAE, Lucileide Rodrigues, destacou que a iniciativa “investe na agricultura familiar e leva um alimento regional, nutritivo e de alta qualidade” aos estudantes. Para a nutricionista Dayane Marques, o filé de camarão garante proteínas, vitaminas e minerais essenciais ao crescimento dos alunos.

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Aceitação nas escolas

No Centro de Excelência Leandro Maciel, em Aracaju, merendeiras receberam treinamento específico para o preparo da nova proteína. A diretora Carla Surama afirmou que a inclusão do camarão teve ampla aprovação: “Quem não consome recebe outra opção, mas a maioria ficou satisfeita com o reforço no cardápio”.

Estudantes também relatam benefícios. Andressa Andrade, do 3º ano, considera que “uma alimentação rica em nutrientes ajuda no desempenho escolar”. Já Isaac Gabriel Santos lembra que, para alguns colegas, a merenda “pode ser a única refeição do dia” e que o camarão diversifica o paladar.

O programa abrange as 10 diretorias regionais de educação do estado e faz parte da estratégia de regionalizar a alimentação escolar, aproximando os alunos da cultura alimentar sergipana.

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De janeiro a outubro deste ano, 17.284 quilos de filé de camarão foram entregues às escolas de tempo integral da rede pública estadual de Sergipe. A ação integra o Programa Filé de Camarão na Alimentação Escolar, conduzido pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) por meio do Departamento de Alimentação Escolar (DAE).

O investimento chegou a R$ 652.175,40, montante pago a cooperativas da agricultura familiar selecionadas via chamada pública, em consonância com as regras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Dessa forma, o governo estadual busca fortalecer a economia local ao mesmo tempo em que diversifica a merenda.

Da compra ao prato

Os fornecedores cumprem requisitos de qualidade específicos para a alimentação escolar. Antes de entrar no cardápio, o camarão passou por teste de aceitabilidade com os alunos e por capacitação de todos os manipuladores de alimentos. Cada escola recebeu freezers exclusivos para armazenar o produto.

No ato da matrícula on-line, responsáveis informam se o estudante pode consumir camarão; quem é alérgico ou opta por não ingerir o crustáceo recebe outra proteína. As unidades têm autonomia para definir o dia de oferta, enquanto o DAE responde pela logística de distribuição.

Nutrição e identidade regional

A diretora do DAE, Lucileide Rodrigues, destacou que a iniciativa “investe na agricultura familiar e leva um alimento regional, nutritivo e de alta qualidade” aos estudantes. Para a nutricionista Dayane Marques, o filé de camarão garante proteínas, vitaminas e minerais essenciais ao crescimento dos alunos.

Aceitação nas escolas

No Centro de Excelência Leandro Maciel, em Aracaju, merendeiras receberam treinamento específico para o preparo da nova proteína. A diretora Carla Surama afirmou que a inclusão do camarão teve ampla aprovação: “Quem não consome recebe outra opção, mas a maioria ficou satisfeita com o reforço no cardápio”.

Estudantes também relatam benefícios. Andressa Andrade, do 3º ano, considera que “uma alimentação rica em nutrientes ajuda no desempenho escolar”. Já Isaac Gabriel Santos lembra que, para alguns colegas, a merenda “pode ser a única refeição do dia” e que o camarão diversifica o paladar.

O programa abrange as 10 diretorias regionais de educação do estado e faz parte da estratégia de regionalizar a alimentação escolar, aproximando os alunos da cultura alimentar sergipana.

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