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Cidades

Projeto Coleta do Bem equipa 20 catadores para atuar no Festival de Artes de São Cristóvão

A abertura do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), realizada na noite de 20 de novembro, marcou o início de quatro dias de apresentações culturais e oportunidade de renda para 20 catadores de resíduos sólidos capacitados pelo projeto Coleta do Bem. A iniciativa, desenvolvida pelo Governo de Sergipe por meio da Secretaria de Estado […]

21/11/2025 · 10h07
Projeto Coleta do Bem equipa 20 catadores para atuar no Festival de Artes de São Cristóvão

A abertura do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), realizada na noite de 20 de novembro, marcou o início de quatro dias de apresentações culturais e oportunidade de renda para 20 catadores de resíduos sólidos capacitados pelo projeto Coleta do Bem.

A iniciativa, desenvolvida pelo Governo de Sergipe por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac) em parceria com a Prefeitura de São Cristóvão, forneceu Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), itens de higiene pessoal e treinamento sobre segurança no trabalho e manejo correto de vidro, plástico, papel e metal.

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Segurança e reconhecimento

Uniformizados com camisas de mangas longas, luvas e botas, os catadores circularam por pontos estratégicos do centro histórico da quarta cidade mais antiga do Brasil para realizar a triagem dos materiais recicláveis.

A secretária estadual Deborah Menezes Dias destacou o duplo alcance da ação. “Com o Coleta do Bem, integramos a gestão ambiental de grandes eventos e valorizamos socialmente os catadores, atores essenciais na cadeia da reciclagem”, afirmou.

Depoimentos dos trabalhadores

Há três anos no setor de recicláveis, Júlio Barbosa avaliou positivamente o suporte recebido: “Começamos o Fasc com todos os equipamentos; é muito melhor trabalhar assim. A farda faz com que as pessoas nos reconheçam e colaborem”.

Membro da Associação de Catadores de São Cristóvão, Diana Ferreira relatou a rotina de coleta de PET, papel e alumínio. “Com os equipamentos, não nos cortamos nem nos machucamos. Traz segurança e tranquilidade”, disse.

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De acordo com José Roberto dos Santos, que atua das 19h às 4h durante o festival, o projeto representa “reconhecimento ao trabalho dos catadores”, além de gerar renda extra pela venda dos materiais.

Ex-proprietário de ferro-velho, Paulo Moraes pretende recolher cerca de 40 quilos de recicláveis no evento. Segundo ele, as cooperativas pagam entre R$ 9 e R$ 10 por quilo. “Trabalhar com EPIs é mil vezes melhor, não suja e não machuca”, avaliou.

Festival tradicional

Realizado desde a década de 1970, o Fasc reúne apresentações de música, teatro, dança, literatura, artes visuais e cinema. Após pausa em 2005, o evento foi retomado em 2017. A edição de 2025 conta com palcos no Centro Histórico e em bairros da cidade.

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O festival é apresentado pelo Ministério da Cultura e realizado pela Prefeitura de São Cristóvão, Fundação Municipal do Patrimônio e da Cultura João Bebe Água (Fumpac) e Encontro Sancristovense de Cultura Popular e Outras Artes (Escoa), com apoio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e patrocínio de empresas como Celi, Banco do Nordeste, Iguá Sergipe, Ecoparque Sergipe e Caixa.

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A abertura do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), realizada na noite de 20 de novembro, marcou o início de quatro dias de apresentações culturais e oportunidade de renda para 20 catadores de resíduos sólidos capacitados pelo projeto Coleta do Bem.

A iniciativa, desenvolvida pelo Governo de Sergipe por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac) em parceria com a Prefeitura de São Cristóvão, forneceu Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), itens de higiene pessoal e treinamento sobre segurança no trabalho e manejo correto de vidro, plástico, papel e metal.

Segurança e reconhecimento

Uniformizados com camisas de mangas longas, luvas e botas, os catadores circularam por pontos estratégicos do centro histórico da quarta cidade mais antiga do Brasil para realizar a triagem dos materiais recicláveis.

A secretária estadual Deborah Menezes Dias destacou o duplo alcance da ação. “Com o Coleta do Bem, integramos a gestão ambiental de grandes eventos e valorizamos socialmente os catadores, atores essenciais na cadeia da reciclagem”, afirmou.

Depoimentos dos trabalhadores

Há três anos no setor de recicláveis, Júlio Barbosa avaliou positivamente o suporte recebido: “Começamos o Fasc com todos os equipamentos; é muito melhor trabalhar assim. A farda faz com que as pessoas nos reconheçam e colaborem”.

Membro da Associação de Catadores de São Cristóvão, Diana Ferreira relatou a rotina de coleta de PET, papel e alumínio. “Com os equipamentos, não nos cortamos nem nos machucamos. Traz segurança e tranquilidade”, disse.

De acordo com José Roberto dos Santos, que atua das 19h às 4h durante o festival, o projeto representa “reconhecimento ao trabalho dos catadores”, além de gerar renda extra pela venda dos materiais.

Ex-proprietário de ferro-velho, Paulo Moraes pretende recolher cerca de 40 quilos de recicláveis no evento. Segundo ele, as cooperativas pagam entre R$ 9 e R$ 10 por quilo. “Trabalhar com EPIs é mil vezes melhor, não suja e não machuca”, avaliou.

Festival tradicional

Realizado desde a década de 1970, o Fasc reúne apresentações de música, teatro, dança, literatura, artes visuais e cinema. Após pausa em 2005, o evento foi retomado em 2017. A edição de 2025 conta com palcos no Centro Histórico e em bairros da cidade.

O festival é apresentado pelo Ministério da Cultura e realizado pela Prefeitura de São Cristóvão, Fundação Municipal do Patrimônio e da Cultura João Bebe Água (Fumpac) e Encontro Sancristovense de Cultura Popular e Outras Artes (Escoa), com apoio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e patrocínio de empresas como Celi, Banco do Nordeste, Iguá Sergipe, Ecoparque Sergipe e Caixa.

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