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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Entretenimento

Puterrier estreia no Rock in Rio, traz avós ao palco com MC Carol

Puterrier estreou no Rock in Rio ao lado de MC Carol, levou os avós ao palco e buscou aproximação com fãs de K-pop durante a apresentação.

12/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h49
Puterrier estreia no Rock in Rio, traz avós ao palco com MC Carol

Puterrier dividiu o Espaço Favela com MC Carol na tarde de sexta (11), por volta das 16h50. Antes do show, veio à Cidade do Rock com os avós e lembrou que o avô escrevia poesias e o incentivou desde criança.

Puterrier e MC Carol dividiram o Espaço Favela do Rock in Rio na tarde de sexta-feira (11), no segundo fim de semana do festival. A apresentação de Puterrier ocorreu por volta das 16h50, entre os shows de Caio Luccas e de MC Cabelinho com TZ da Coronel.

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A estreia de Puterrier teve peso familiar: pouco antes de subir ao palco, o rapper chegou à Cidade do Rock acompanhado dos avós. Ele explicou que a presença da família estava ligada ao início de sua relação com a música e à influência do avô, que escrevia poesias e incentivou o neto desde a infância.

“Trazer meus avós aqui ao Rock in Rio é um orgulho para mim, sabe? Até porque comecei através da música por conta do meu avô. Então, se hoje eu estou aqui, é por conta da criação deles e dessa iniciação através da poesia. Fico muito feliz, papo reto.”

Convidados por Puterrier a subir ao palco, os avós receberam uma grande ovação do público. O avô do rapper, identificado como César, escrevia poesias e estimulou o menino a compor; aos 9 anos ele já fazia letras para colegas de escola.

A estreia de Puterrier coincidiu com um dia em que o Rock in Rio recebeu, pela primeira vez, uma programação de K-pop no Palco Mundo, com apresentações de Nexz, Hwasa e Stray Kids. O rapper vinha construindo uma relação com fãs do gênero nas redes sociais e incorporou referências sul-coreanas em remixes e performances.

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“Eu estou aqui por conta dos Stray Kids e da relação que eu tenho com esse público. Comecei essa relação por conta de como eu me movimento nas redes sociais, brincalhão, já falo com os fãs, trato assim. Então os fãs de K-pop se identificaram muito com isso.”

Puterrier citou ainda elementos como performance, hip-hop, grime e música eletrônica como partes de sua formação musical. Antes do festival, ele havia antecipado que preparava um remix ligado ao K-pop para a apresentação e enxergou na noite uma oportunidade de ampliar sua audiência.

MC Carol, por sua vez, já acumulava experiência no festival: a apresentação marcou a quarta participação da cantora no Rock in Rio. Além da carreira musical, ela estava em expansão como atriz, interpretando Mirtes na novela “Quem Ama Cuida”, da TV Globo, seu primeiro papel fixo em uma novela das 9. Em agosto, a cantora lançou o projeto “Sussa”, com cinco músicas inéditas que representam sua entrada no pagode.

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“O palco é teatro, né? É uma interpretação. Por exemplo: você acabou de brigar com sua esposa em casa e aí você tem que subir no palco. Quem está ali não está nem aí para a sua vida pessoal. Você vai ter que estar rindo, cantando, brincando, zoando. Eu acho que a vida é uma interpretação.”

A noite no Espaço Favela reuniu referências de gerações distintas do funk carioca e sinais de aproximação entre cenas musicais, enquanto artistas aproveitaram a vitrine do festival para dialogar com públicos variados.

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Puterrier dividiu o Espaço Favela com MC Carol na tarde de sexta (11), por volta das 16h50. Antes do show, veio à Cidade do Rock com os avós e lembrou que o avô escrevia poesias e o incentivou desde criança.

Puterrier e MC Carol dividiram o Espaço Favela do Rock in Rio na tarde de sexta-feira (11), no segundo fim de semana do festival. A apresentação de Puterrier ocorreu por volta das 16h50, entre os shows de Caio Luccas e de MC Cabelinho com TZ da Coronel.

A estreia de Puterrier teve peso familiar: pouco antes de subir ao palco, o rapper chegou à Cidade do Rock acompanhado dos avós. Ele explicou que a presença da família estava ligada ao início de sua relação com a música e à influência do avô, que escrevia poesias e incentivou o neto desde a infância.

“Trazer meus avós aqui ao Rock in Rio é um orgulho para mim, sabe? Até porque comecei através da música por conta do meu avô. Então, se hoje eu estou aqui, é por conta da criação deles e dessa iniciação através da poesia. Fico muito feliz, papo reto.”

Convidados por Puterrier a subir ao palco, os avós receberam uma grande ovação do público. O avô do rapper, identificado como César, escrevia poesias e estimulou o menino a compor; aos 9 anos ele já fazia letras para colegas de escola.

A estreia de Puterrier coincidiu com um dia em que o Rock in Rio recebeu, pela primeira vez, uma programação de K-pop no Palco Mundo, com apresentações de Nexz, Hwasa e Stray Kids. O rapper vinha construindo uma relação com fãs do gênero nas redes sociais e incorporou referências sul-coreanas em remixes e performances.

“Eu estou aqui por conta dos Stray Kids e da relação que eu tenho com esse público. Comecei essa relação por conta de como eu me movimento nas redes sociais, brincalhão, já falo com os fãs, trato assim. Então os fãs de K-pop se identificaram muito com isso.”

Puterrier citou ainda elementos como performance, hip-hop, grime e música eletrônica como partes de sua formação musical. Antes do festival, ele havia antecipado que preparava um remix ligado ao K-pop para a apresentação e enxergou na noite uma oportunidade de ampliar sua audiência.

MC Carol, por sua vez, já acumulava experiência no festival: a apresentação marcou a quarta participação da cantora no Rock in Rio. Além da carreira musical, ela estava em expansão como atriz, interpretando Mirtes na novela “Quem Ama Cuida”, da TV Globo, seu primeiro papel fixo em uma novela das 9. Em agosto, a cantora lançou o projeto “Sussa”, com cinco músicas inéditas que representam sua entrada no pagode.

“O palco é teatro, né? É uma interpretação. Por exemplo: você acabou de brigar com sua esposa em casa e aí você tem que subir no palco. Quem está ali não está nem aí para a sua vida pessoal. Você vai ter que estar rindo, cantando, brincando, zoando. Eu acho que a vida é uma interpretação.”

A noite no Espaço Favela reuniu referências de gerações distintas do funk carioca e sinais de aproximação entre cenas musicais, enquanto artistas aproveitaram a vitrine do festival para dialogar com públicos variados.

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