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Ramagem afirma que extradição não ocorrerá e fala sobre retorno ao Brasil

Ramagem diz que extradição não ocorrerá e fala sobre seus planos de voltar ao Brasil.

07/07/2026 · 14h41
Ramagem afirma que extradição não ocorrerá e fala sobre retorno ao Brasil

O ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e deputado federal cassado, Alexandre Ramagem, declarou que sua extradição para o Brasil “não vai acontecer”. Ele fez esta afirmação em entrevista em um estádio em Nova Jersey, minutos antes do início do jogo do Brasil contra a Noruega, neste domingo (5).

“A gente está em segurança, lutando pelo nosso Brasil aqui nos Estados Unidos”, disse Ramagem.

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Ramagem foi condenado pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) em setembro do ano passado a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão em regime inicial fechado. Ele é acusado de envolvimento em uma trama golpista, com crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, mas nega as acusações.

Após a condenação, Ramagem fugiu do Brasil pela fronteira de Roraima com a Guiana e entrou nos Estados Unidos utilizando um passaporte diplomático. Essa ação o torna um foragido da Justiça brasileira, embora ele afirme que atualmente tramitem em paralelo um pedido de asilo feito por ele e um processo de extradição solicitado pelo governo do Brasil.

“Como eles sabem que a extradição não vai acontecer, porque sabem que é uma farsa, eles tentaram me deportar clandestinamente”, declarou Ramagem sobre as autoridades brasileiras.

O ex-diretor da Abin também voltou a negar a existência da trama golpista, classificando o processo como uma perseguição política. Ele afirmou:

“Inventaram essa farsa do golpe, inventaram crimes contra nós todos para acabar com o segmento político de direita e encarcerar o Jair Messias Bolsonaro.”

O ex-presidente, segundo Ramagem, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022 e está preso desde novembro do ano passado. Ramagem descreveu a situação do ex-presidente como

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“preso, sequestrado, censurado.”

Questionado sobre a possibilidade de retornar ao Brasil, Ramagem vinculou seus planos à eleição presidencial, afirmando:

“Com essa luta, vamos virar 2027, [com] Flávio Bolsonaro e a gente volta pro Brasil.”

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi indicado por seu pai como pré-candidato à Presidência da República nas eleições de outubro.

Além disso, Ramagem foi preso em 13 de abril pelo ICE (Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos) em Orlando, Flórida, por uma infração de trânsito relacionada à sua permanência irregular no país, já que seu visto havia vencido em 7 de março. Ele foi solto dois dias depois, sem pagamento de fiança, e deve permanecer nos Estados Unidos até que seu pedido de asilo, alegando perseguição política, seja analisado.

Em dezembro, Ramagem teve a perda do mandato de deputado federal decretada pela Mesa Diretora da Câmara por faltas consecutivas, na mesma decisão que afetou Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

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O ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e deputado federal cassado, Alexandre Ramagem, declarou que sua extradição para o Brasil “não vai acontecer”. Ele fez esta afirmação em entrevista em um estádio em Nova Jersey, minutos antes do início do jogo do Brasil contra a Noruega, neste domingo (5).

“A gente está em segurança, lutando pelo nosso Brasil aqui nos Estados Unidos”, disse Ramagem.

Ramagem foi condenado pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) em setembro do ano passado a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão em regime inicial fechado. Ele é acusado de envolvimento em uma trama golpista, com crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, mas nega as acusações.

Após a condenação, Ramagem fugiu do Brasil pela fronteira de Roraima com a Guiana e entrou nos Estados Unidos utilizando um passaporte diplomático. Essa ação o torna um foragido da Justiça brasileira, embora ele afirme que atualmente tramitem em paralelo um pedido de asilo feito por ele e um processo de extradição solicitado pelo governo do Brasil.

“Como eles sabem que a extradição não vai acontecer, porque sabem que é uma farsa, eles tentaram me deportar clandestinamente”, declarou Ramagem sobre as autoridades brasileiras.

O ex-diretor da Abin também voltou a negar a existência da trama golpista, classificando o processo como uma perseguição política. Ele afirmou:

“Inventaram essa farsa do golpe, inventaram crimes contra nós todos para acabar com o segmento político de direita e encarcerar o Jair Messias Bolsonaro.”

O ex-presidente, segundo Ramagem, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022 e está preso desde novembro do ano passado. Ramagem descreveu a situação do ex-presidente como

“preso, sequestrado, censurado.”

Questionado sobre a possibilidade de retornar ao Brasil, Ramagem vinculou seus planos à eleição presidencial, afirmando:

“Com essa luta, vamos virar 2027, [com] Flávio Bolsonaro e a gente volta pro Brasil.”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi indicado por seu pai como pré-candidato à Presidência da República nas eleições de outubro.

Além disso, Ramagem foi preso em 13 de abril pelo ICE (Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos) em Orlando, Flórida, por uma infração de trânsito relacionada à sua permanência irregular no país, já que seu visto havia vencido em 7 de março. Ele foi solto dois dias depois, sem pagamento de fiança, e deve permanecer nos Estados Unidos até que seu pedido de asilo, alegando perseguição política, seja analisado.

Em dezembro, Ramagem teve a perda do mandato de deputado federal decretada pela Mesa Diretora da Câmara por faltas consecutivas, na mesma decisão que afetou Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

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