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Educação

Redação do ENEM: proposta de intervenção e outras estratégias

Preparar-se para a redação do ENEM requer prática constante, leitura crítica, domínio da norma culta, estudo de textos de referência e atenção a estrutura e argumentação Proposta de intervenção, compreensão do tema, domínio da norma padrão da língua, entre outros pontos: todos esses são fatores decisivos para aqueles que buscam se sair bem no Exame […]

18/09/2025 · 09h10
Redação do ENEM: proposta de intervenção e outras estratégias
Créditos: Marco VDM/iStock

Preparar-se para a redação do ENEM requer prática constante, leitura crítica, domínio da norma culta, estudo de textos de referência e atenção a estrutura e argumentação

Proposta de intervenção, compreensão do tema, domínio da norma padrão da língua, entre outros pontos: todos esses são fatores decisivos para aqueles que buscam se sair bem no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Assim como qualquer outro texto, escrever uma boa redação no ENEM exige preparo, conhecimento e prática.

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O ENEM possui uma redação com uma estrutura muito específica. Nesse sentido, compreender claramente as competências exigidas pela banca permite ao estudante desenvolver uma argumentação lógica, com coerência e coesão, tornando a leitura agradável para o corretor. Mas como fazer isso?

Dicas para elaborar uma boa proposta de intervenção na redação do ENEM

O primeiro ponto que precisamos destacar nessa jornada é que a redação do ENEM segue uma estrutura dissertativo-argumentativa muito bem definida. Essa estrutura, na realidade, consolidou-se com o passar dos anos.

Hoje, os corretores da redação possuem instruções para avaliar criticamente frases de efeito que podem ser usadas genericamente em qualquer tema. No entanto, esse movimento não acabou com a estrutura da redação na espacialidade do texto.

Essa estrutura da redação, por sua vez, pode ser fragmentada em quatro partes, sendo elas: introdução; primeiro parágrafo e desenvolvimento; segundo parágrafo e desenvolvimento; e conclusão.

Na introdução, o ideal é apresentar o tema, contextualizá-lo e deixar explícito qual é o posicionamento do candidato em relação à problemática apresentada na questão. Esse é o momento de situar o leitor, ou melhor, o avaliador, sobre qual será a linha argumentativa utilizada.

Depois da introdução, a estrutura caminha para o primeiro parágrafo de desenvolvimento. Nele, é necessário elaborar um tópico frasal, ou seja, uma frase que resuma a ideia geral do parágrafo, e depois defendê-la com argumentos consistentes, baseados em dados, exemplos ou fatos. É preciso, portanto, sustentar a ideia central e o ponto de vista do interlocutor.

O segundo parágrafo da redação precisa seguir a mesma lógica do primeiro, só que fundamentado em argumentos diferentes, com um tópico frasal próprio, sem repetições. É importante enfatizar a importância do uso de conectivos que deixem o texto coerente e coeso.

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A conclusão, por sua vez, deve retomar a posição inicial e apresentar a proposta de intervenção, detalhando o que deve ser feito, por quem e como.

A proposta precisa ser viável, respeitando os direitos humanos. Essa estrutura garante a clareza, coerência e coesão, permitindo que o avaliador compreenda facilmente os argumentos.

Estudar faz parte do processo

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Embora a estrutura seja elementar para uma boa redação, ela não garante uma nota excepcional por si só. Pensemos através de uma analogia básica. É possível um construtor civil construir uma casa sabendo somente a estrutura, sem praticar antes ou com material necessário para pôr a teoria em prática?

A resposta, provavelmente, será não. Com a redação, funciona da mesma forma. Não é possível escrever um bom texto sem, anteriormente, praticar muito. Além disso, é preciso ter material, ou seja, ler diariamente jornais, revistas, portais de notícias, artigos acadêmicos, assistir a filmes, ouvir músicas, entre outros.

O repertório sociocultural conta muito no momento de escrever um texto e apresentar um ponto de vista que tenha divergência de outro. Dominar a norma culta da língua portuguesa é outro ponto decisivo. Revisar regras gramaticais, pontuação e concordância verbal ajuda a evitar erros que podem comprometer a nota.

No fim, escrever uma boa redação no ENEM exige prática, leitura constante, domínio da norma culta, análise de textos de referência e atenção especial à proposta de intervenção. Além disso, preparar-se mentalmente, além de praticar redações regularmente, garante segurança e confiança. Esses são os caminhos para uma boa nota.

Créditos: Marco VDM/iStock

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Preparar-se para a redação do ENEM requer prática constante, leitura crítica, domínio da norma culta, estudo de textos de referência e atenção a estrutura e argumentação

Proposta de intervenção, compreensão do tema, domínio da norma padrão da língua, entre outros pontos: todos esses são fatores decisivos para aqueles que buscam se sair bem no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Assim como qualquer outro texto, escrever uma boa redação no ENEM exige preparo, conhecimento e prática.

O ENEM possui uma redação com uma estrutura muito específica. Nesse sentido, compreender claramente as competências exigidas pela banca permite ao estudante desenvolver uma argumentação lógica, com coerência e coesão, tornando a leitura agradável para o corretor. Mas como fazer isso?

Dicas para elaborar uma boa proposta de intervenção na redação do ENEM

O primeiro ponto que precisamos destacar nessa jornada é que a redação do ENEM segue uma estrutura dissertativo-argumentativa muito bem definida. Essa estrutura, na realidade, consolidou-se com o passar dos anos.

Hoje, os corretores da redação possuem instruções para avaliar criticamente frases de efeito que podem ser usadas genericamente em qualquer tema. No entanto, esse movimento não acabou com a estrutura da redação na espacialidade do texto.

Essa estrutura da redação, por sua vez, pode ser fragmentada em quatro partes, sendo elas: introdução; primeiro parágrafo e desenvolvimento; segundo parágrafo e desenvolvimento; e conclusão.

Na introdução, o ideal é apresentar o tema, contextualizá-lo e deixar explícito qual é o posicionamento do candidato em relação à problemática apresentada na questão. Esse é o momento de situar o leitor, ou melhor, o avaliador, sobre qual será a linha argumentativa utilizada.

Depois da introdução, a estrutura caminha para o primeiro parágrafo de desenvolvimento. Nele, é necessário elaborar um tópico frasal, ou seja, uma frase que resuma a ideia geral do parágrafo, e depois defendê-la com argumentos consistentes, baseados em dados, exemplos ou fatos. É preciso, portanto, sustentar a ideia central e o ponto de vista do interlocutor.

O segundo parágrafo da redação precisa seguir a mesma lógica do primeiro, só que fundamentado em argumentos diferentes, com um tópico frasal próprio, sem repetições. É importante enfatizar a importância do uso de conectivos que deixem o texto coerente e coeso.

A conclusão, por sua vez, deve retomar a posição inicial e apresentar a proposta de intervenção, detalhando o que deve ser feito, por quem e como.

A proposta precisa ser viável, respeitando os direitos humanos. Essa estrutura garante a clareza, coerência e coesão, permitindo que o avaliador compreenda facilmente os argumentos.

Estudar faz parte do processo

Embora a estrutura seja elementar para uma boa redação, ela não garante uma nota excepcional por si só. Pensemos através de uma analogia básica. É possível um construtor civil construir uma casa sabendo somente a estrutura, sem praticar antes ou com material necessário para pôr a teoria em prática?

A resposta, provavelmente, será não. Com a redação, funciona da mesma forma. Não é possível escrever um bom texto sem, anteriormente, praticar muito. Além disso, é preciso ter material, ou seja, ler diariamente jornais, revistas, portais de notícias, artigos acadêmicos, assistir a filmes, ouvir músicas, entre outros.

O repertório sociocultural conta muito no momento de escrever um texto e apresentar um ponto de vista que tenha divergência de outro. Dominar a norma culta da língua portuguesa é outro ponto decisivo. Revisar regras gramaticais, pontuação e concordância verbal ajuda a evitar erros que podem comprometer a nota.

No fim, escrever uma boa redação no ENEM exige prática, leitura constante, domínio da norma culta, análise de textos de referência e atenção especial à proposta de intervenção. Além disso, preparar-se mentalmente, além de praticar redações regularmente, garante segurança e confiança. Esses são os caminhos para uma boa nota.

Créditos: Marco VDM/iStock

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