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Cidades

Reforma da Unidade de Transbordo de Propriá chega à metade e entrega segue marcada para março de 2026

A recuperação e modernização da Unidade de Transbordo de Propriá, no Baixo São Francisco sergipano, atingiu 50% de execução e continua com entrega prevista para março de 2026. O projeto é conduzido pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), pela Agência Peixe Vivo e pelo Consórcio de Saneamento Básico do Baixo São […]

02/12/2025 · 09h55
Reforma da Unidade de Transbordo de Propriá chega à metade e entrega segue marcada para março de 2026

A recuperação e modernização da Unidade de Transbordo de Propriá, no Baixo São Francisco sergipano, atingiu 50% de execução e continua com entrega prevista para março de 2026.

O projeto é conduzido pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), pela Agência Peixe Vivo e pelo Consórcio de Saneamento Básico do Baixo São Francisco Sergipano (CONBASF), responsável pela gestão de resíduos de 22 municípios.

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Durante as obras, uma rampa provisória foi instalada para garantir a transferência dos resíduos. A estrutura temporária cumpre a função operacional, mas, por ser menos robusta, aumenta o tempo de descarregamento dos caminhões. A rampa definitiva, já em construção, será maior, coberta e alinhada a padrões técnicos atualizados, prometendo mais agilidade e segurança.

Entre as melhorias previstas estão a pavimentação completa do terreno, pisos de alta resistência nos galpões, balança rodoviária para pesagem dos resíduos, ampliação da área destinada à cooperativa de catadores, estacionamento coberto, espaço de descanso para motoristas e passarela elevada para circulação de funcionários.

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“Estamos executando um projeto que transformará a rotina operacional dos municípios e garantirá um serviço mais eficiente para toda a população”, afirmou o presidente do CONBASF, Lucas Freire. Ele reconheceu os transtornos causados pela rampa provisória, mas destacou que os inconvenientes são temporários.

O superintendente do consórcio, Alberto Júnior, acrescentou que a equipe técnica monitora diariamente cada etapa para assegurar qualidade e cumprimento do cronograma. Segundo ele, a reforma é fundamental para ampliar a capacidade de atendimento, melhorar as condições de trabalho e reforçar a segurança das operações.

Com metade das intervenções concluídas, a expectativa é de que a nova estrutura proporcione mais eficiência na gestão dos resíduos, fortaleça o trabalho dos catadores e beneficie os 22 municípios atendidos pelo consórcio.

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A recuperação e modernização da Unidade de Transbordo de Propriá, no Baixo São Francisco sergipano, atingiu 50% de execução e continua com entrega prevista para março de 2026.

O projeto é conduzido pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), pela Agência Peixe Vivo e pelo Consórcio de Saneamento Básico do Baixo São Francisco Sergipano (CONBASF), responsável pela gestão de resíduos de 22 municípios.

Durante as obras, uma rampa provisória foi instalada para garantir a transferência dos resíduos. A estrutura temporária cumpre a função operacional, mas, por ser menos robusta, aumenta o tempo de descarregamento dos caminhões. A rampa definitiva, já em construção, será maior, coberta e alinhada a padrões técnicos atualizados, prometendo mais agilidade e segurança.

Entre as melhorias previstas estão a pavimentação completa do terreno, pisos de alta resistência nos galpões, balança rodoviária para pesagem dos resíduos, ampliação da área destinada à cooperativa de catadores, estacionamento coberto, espaço de descanso para motoristas e passarela elevada para circulação de funcionários.

“Estamos executando um projeto que transformará a rotina operacional dos municípios e garantirá um serviço mais eficiente para toda a população”, afirmou o presidente do CONBASF, Lucas Freire. Ele reconheceu os transtornos causados pela rampa provisória, mas destacou que os inconvenientes são temporários.

O superintendente do consórcio, Alberto Júnior, acrescentou que a equipe técnica monitora diariamente cada etapa para assegurar qualidade e cumprimento do cronograma. Segundo ele, a reforma é fundamental para ampliar a capacidade de atendimento, melhorar as condições de trabalho e reforçar a segurança das operações.

Com metade das intervenções concluídas, a expectativa é de que a nova estrutura proporcione mais eficiência na gestão dos resíduos, fortaleça o trabalho dos catadores e beneficie os 22 municípios atendidos pelo consórcio.

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