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Relembre o legado de Arlindo Cruz, voz marcante do samba

Um ano da morte de Arlindo Cruz, sambista que marcou a música brasileira com seu talento.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h36
Relembre o legado de Arlindo Cruz, voz marcante do samba

No dia 8 de agosto de 2026 completa um ano da morte do sambista Arlindo Cruz, que morreu aos 66 anos. Ícone do samba e do pagode, ele se destacou como cantor, compositor e mestre do banjo, integrante do Fundo de Quintal.

No dia 8 de agosto de 2026, completa um ano da morte do renomado cantor Arlindo Cruz, que faleceu aos 66 anos. O sambista e compositor se destacou como uma das figuras mais importantes do samba no Brasil, sendo reconhecido por sua voz marcante e pelo talento no banjo.

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A trajetória de Arlindo Cruz começou no início da década de 1980, quando lançou sua primeira composição, “Lição de Malandragem”. Ele se tornou parte do grupo Fundo de Quintal, que teve um papel fundamental na renovação do samba e do pagode, conquistando destaque como compositor e instrumentista. Entre suas contribuições para o grupo, está a famosa canção “O Show Tem Que Continuar”.

A história do Fundo de Quintal está interligada às rodas de samba do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, que foi fundado em 1961 por Bira Presidente, que faleceu em junho de 2025. No seu primeiro ano no Cacique de Ramos, Arlindo Cruz teve 12 de suas composições gravadas, o que marcou o início de sua trajetória de sucesso no cenário musical.

Arlindo foi convidado a integrar o Fundo de Quintal após a saída de Jorge e permaneceu no grupo por 12 anos, até 1993. Durante esse período, ele formou uma parceria musical com Sombrinha, integrante original do conjunto, o que resultou na gravação de diversos discos.

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Após deixar o Fundo de Quintal, Arlindo Cruz lançou sua carreira solo, consolidando-se como um dos principais nomes do samba e do pagode. Suas composições foram interpretadas por grandes artistas, como Beth Carvalho, Zeca Pagodinho e Alcione. Entre seus sucessos, destacam-se “O Show Tem Que Continuar”, “Saudade Louca”, “Meu Lugar” e “O Que É o Amor”.

Em 2017, no entanto, o cantor se afastou dos palcos após sofrer um AVC hemorrágico, enfrentando as sequelas da condição. Além disso, Arlindo lidava com uma doença autoimune e necessitava de GTT (traqueostomia e gastrostomia) para sua alimentação.

O legado de Arlindo Cruz permanece vivo, e sua contribuição para o samba brasileiro é lembrada e celebrada por fãs e artistas do gênero.

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No dia 8 de agosto de 2026 completa um ano da morte do sambista Arlindo Cruz, que morreu aos 66 anos. Ícone do samba e do pagode, ele se destacou como cantor, compositor e mestre do banjo, integrante do Fundo de Quintal.

No dia 8 de agosto de 2026, completa um ano da morte do renomado cantor Arlindo Cruz, que faleceu aos 66 anos. O sambista e compositor se destacou como uma das figuras mais importantes do samba no Brasil, sendo reconhecido por sua voz marcante e pelo talento no banjo.

A trajetória de Arlindo Cruz começou no início da década de 1980, quando lançou sua primeira composição, “Lição de Malandragem”. Ele se tornou parte do grupo Fundo de Quintal, que teve um papel fundamental na renovação do samba e do pagode, conquistando destaque como compositor e instrumentista. Entre suas contribuições para o grupo, está a famosa canção “O Show Tem Que Continuar”.

A história do Fundo de Quintal está interligada às rodas de samba do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, que foi fundado em 1961 por Bira Presidente, que faleceu em junho de 2025. No seu primeiro ano no Cacique de Ramos, Arlindo Cruz teve 12 de suas composições gravadas, o que marcou o início de sua trajetória de sucesso no cenário musical.

Arlindo foi convidado a integrar o Fundo de Quintal após a saída de Jorge e permaneceu no grupo por 12 anos, até 1993. Durante esse período, ele formou uma parceria musical com Sombrinha, integrante original do conjunto, o que resultou na gravação de diversos discos.

Após deixar o Fundo de Quintal, Arlindo Cruz lançou sua carreira solo, consolidando-se como um dos principais nomes do samba e do pagode. Suas composições foram interpretadas por grandes artistas, como Beth Carvalho, Zeca Pagodinho e Alcione. Entre seus sucessos, destacam-se “O Show Tem Que Continuar”, “Saudade Louca”, “Meu Lugar” e “O Que É o Amor”.

Em 2017, no entanto, o cantor se afastou dos palcos após sofrer um AVC hemorrágico, enfrentando as sequelas da condição. Além disso, Arlindo lidava com uma doença autoimune e necessitava de GTT (traqueostomia e gastrostomia) para sua alimentação.

O legado de Arlindo Cruz permanece vivo, e sua contribuição para o samba brasileiro é lembrada e celebrada por fãs e artistas do gênero.

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