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Economia

Renda média do trabalhador em Sergipe sobe e desemprego cai no 1º trimestre de 2026, aponta PNAD

PNAD aponta recuperação do mercado de trabalho em Sergipe Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados...

15/05/2026 · 09h06
Renda média do trabalhador em Sergipe sobe e desemprego cai no 1º trimestre de 2026, aponta PNAD

PNAD aponta recuperação do mercado de trabalho em Sergipe

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta quinta-feira, 14, mostram melhora nos principais indicadores do mercado de trabalho em Sergipe no primeiro trimestre de 2026. A análise foi feita pelo Observatório do Trabalho, ligado à Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, o rendimento médio real dos trabalhadores sergipanos chegou a R$ 3.031 no primeiro trimestre de 2026, já descontada a inflação. Esse valor representa alta de 14,7% em comparação com o mesmo período de 2025 e crescimento de 4% em relação ao trimestre imediatamente anterior. O cálculo do Instituto considera, além do ganho proveniente do trabalho, outras fontes como aposentadoria, pensão, aluguel, arrendamento, pensão alimentícia, doações, programas sociais, seguro-desemprego e outras rendas.

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A taxa de desocupação também apresentou redução: enquanto no primeiro trimestre de 2023 o desemprego era de 12%, em 2026 o índice caiu para 8,6%, o que equivale a uma retração de 28,3% no indicador ao longo de três anos.

O secretário estadual do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, afirmou que os resultados evidenciam avanços na consolidação de um mercado de trabalho mais robusto e inclusivo no estado. Segundo ele, Sergipe soma cerca de 959 mil pessoas ocupadas, aumento de aproximadamente 17 mil trabalhadores em relação ao primeiro trimestre de 2025. Teles também destacou a queda da informalidade, cuja taxa foi para 46,9%, redução de 2,8 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano anterior, o que, na avaliação do secretário, implica maior proteção social e garantia de direitos aos trabalhadores.

O secretário atribuiu os resultados a políticas públicas integradas que incluem atração de investimentos, qualificação profissional e incentivos à geração de emprego, citando iniciativas estaduais como Qualifica Sergipe, Primeiro Emprego, GO Sergipe e Conecta-SE, além da coordenação do governador Fábio Mitidieri.

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Entre outros indicadores divulgados pela PNAD Contínua, as mulheres apresentaram rendimento médio de R$ 2.847. A faixa etária de 25 a 29 anos registrou a menor taxa de informalidade, com 42,5%. Trabalhadores entre 40 e 59 anos atingiram renda média de R$ 3.564. A população com 60 anos ou mais teve a maior renda média, de R$ 4.154, e a menor taxa de informalidade entre os grupos analisados, de 56,3%.

Os números divulgados reforçam, segundo a Secretaria do Trabalho, a continuidade das ações do governo estadual voltadas ao fortalecimento da economia e à ampliação de oportunidades para a população sergipana.

 

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PNAD aponta recuperação do mercado de trabalho em Sergipe

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta quinta-feira, 14, mostram melhora nos principais indicadores do mercado de trabalho em Sergipe no primeiro trimestre de 2026. A análise foi feita pelo Observatório do Trabalho, ligado à Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, o rendimento médio real dos trabalhadores sergipanos chegou a R$ 3.031 no primeiro trimestre de 2026, já descontada a inflação. Esse valor representa alta de 14,7% em comparação com o mesmo período de 2025 e crescimento de 4% em relação ao trimestre imediatamente anterior. O cálculo do Instituto considera, além do ganho proveniente do trabalho, outras fontes como aposentadoria, pensão, aluguel, arrendamento, pensão alimentícia, doações, programas sociais, seguro-desemprego e outras rendas.

A taxa de desocupação também apresentou redução: enquanto no primeiro trimestre de 2023 o desemprego era de 12%, em 2026 o índice caiu para 8,6%, o que equivale a uma retração de 28,3% no indicador ao longo de três anos.

O secretário estadual do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, afirmou que os resultados evidenciam avanços na consolidação de um mercado de trabalho mais robusto e inclusivo no estado. Segundo ele, Sergipe soma cerca de 959 mil pessoas ocupadas, aumento de aproximadamente 17 mil trabalhadores em relação ao primeiro trimestre de 2025. Teles também destacou a queda da informalidade, cuja taxa foi para 46,9%, redução de 2,8 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano anterior, o que, na avaliação do secretário, implica maior proteção social e garantia de direitos aos trabalhadores.

O secretário atribuiu os resultados a políticas públicas integradas que incluem atração de investimentos, qualificação profissional e incentivos à geração de emprego, citando iniciativas estaduais como Qualifica Sergipe, Primeiro Emprego, GO Sergipe e Conecta-SE, além da coordenação do governador Fábio Mitidieri.

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Entre outros indicadores divulgados pela PNAD Contínua, as mulheres apresentaram rendimento médio de R$ 2.847. A faixa etária de 25 a 29 anos registrou a menor taxa de informalidade, com 42,5%. Trabalhadores entre 40 e 59 anos atingiram renda média de R$ 3.564. A população com 60 anos ou mais teve a maior renda média, de R$ 4.154, e a menor taxa de informalidade entre os grupos analisados, de 56,3%.

Os números divulgados reforçam, segundo a Secretaria do Trabalho, a continuidade das ações do governo estadual voltadas ao fortalecimento da economia e à ampliação de oportunidades para a população sergipana.

 

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