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Clima

Rio reduz alerta e retorna ao Estágio 1 após ciclone-bomba

Rio de Janeiro retorna ao Estágio 1 após dias de ventos fortes devido a ciclone-bomba.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h36
Rio reduz alerta e retorna ao Estágio 1 após ciclone-bomba

A Prefeitura do Rio informou na manhã de sábado (8) que a capital entrou em Estágio 1 com previsão de queda dos ventos. O COR aponta ausência de fatores de risco; há apenas chuvas isoladas e nuvens baixas.

A Prefeitura do Rio de Janeiro informou, na manhã deste sábado (8), que a cidade retornou ao Estágio 1 de mobilização devido à prevista redução da intensidade dos ventos nas próximas horas. Essa mudança ocorre após dois dias de alerta e ventos fortes na capital fluminense, em decorrência dos impactos de um ciclone-bomba.

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De acordo com o COR (Centro de Operações e Resiliência), o Estágio 1 indica que “não há mudanças na rotina da cidade, nem foram identificados fatores de risco que possam impactar a cidade nas próximas horas.” A situação atual inclui núcleos de chuva isolados e nuvens baixas, provocando chuva fraca em algumas áreas.

Além disso, há núcleos de chuva atuando na Costa Verde, com deslocamento em direção à Baía de Sepetiba. Outros núcleos estão sobre a Baixada Fluminense e o oceano, sem previsão de deslocamento em direção ao município do Rio. A previsão para o dia é de ventos moderados, variando entre 18,5 km/h e 51,9 km/h, com céu nublado a parcialmente nublado.

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Na sexta-feira (7), o município do Rio de Janeiro havia retornado ao Estágio 2 de mobilização às 18h, que é o segundo nível em uma escala de cinco. Esse estágio representa a expectativa de mudança na rotina da cidade ou a presença de impactos que requerem ações de resposta imediatas. Na mesma data, com ventos que poderiam ultrapassar os 90 km/h, o Governo do Estado do Rio decretou ponto facultativo para os órgãos estaduais a partir das 13h, momento em que o estado avançou para o Estágio 3 de mobilização.

Devido à previsão de ventos intensos, foi instalado um Gabinete de Crise às 6h da sexta-feira para monitorar as condições meteorológicas e coordenar a resposta dos órgãos estaduais. Aulas em unidades estaduais e municipais foram suspensas e parques foram fechados. A Prefeitura e o Governo do Estado emitiram uma nota recomendando a antecipação do encerramento de atividades não essenciais para garantir a segurança da população.

A Defesa Civil também enviou um alerta georreferenciado para celulares na cidade, orientando os moradores a evitarem deslocamentos durante as rajadas mais intensas e a priorizarem sua segurança. O Parque Nacional da Tijuca, onde se localiza o Cristo Redentor, foi fechado, e os trens que levam os visitantes até o monumento pararam de funcionar a partir das 13h. O fechamento do parque inclui áreas como Parque Lage, Setor Floresta da Tijuca, Vista Chinesa e outras.

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A Prefeitura do Rio informou na manhã de sábado (8) que a capital entrou em Estágio 1 com previsão de queda dos ventos. O COR aponta ausência de fatores de risco; há apenas chuvas isoladas e nuvens baixas.

A Prefeitura do Rio de Janeiro informou, na manhã deste sábado (8), que a cidade retornou ao Estágio 1 de mobilização devido à prevista redução da intensidade dos ventos nas próximas horas. Essa mudança ocorre após dois dias de alerta e ventos fortes na capital fluminense, em decorrência dos impactos de um ciclone-bomba.

De acordo com o COR (Centro de Operações e Resiliência), o Estágio 1 indica que “não há mudanças na rotina da cidade, nem foram identificados fatores de risco que possam impactar a cidade nas próximas horas.” A situação atual inclui núcleos de chuva isolados e nuvens baixas, provocando chuva fraca em algumas áreas.

Além disso, há núcleos de chuva atuando na Costa Verde, com deslocamento em direção à Baía de Sepetiba. Outros núcleos estão sobre a Baixada Fluminense e o oceano, sem previsão de deslocamento em direção ao município do Rio. A previsão para o dia é de ventos moderados, variando entre 18,5 km/h e 51,9 km/h, com céu nublado a parcialmente nublado.

Na sexta-feira (7), o município do Rio de Janeiro havia retornado ao Estágio 2 de mobilização às 18h, que é o segundo nível em uma escala de cinco. Esse estágio representa a expectativa de mudança na rotina da cidade ou a presença de impactos que requerem ações de resposta imediatas. Na mesma data, com ventos que poderiam ultrapassar os 90 km/h, o Governo do Estado do Rio decretou ponto facultativo para os órgãos estaduais a partir das 13h, momento em que o estado avançou para o Estágio 3 de mobilização.

Devido à previsão de ventos intensos, foi instalado um Gabinete de Crise às 6h da sexta-feira para monitorar as condições meteorológicas e coordenar a resposta dos órgãos estaduais. Aulas em unidades estaduais e municipais foram suspensas e parques foram fechados. A Prefeitura e o Governo do Estado emitiram uma nota recomendando a antecipação do encerramento de atividades não essenciais para garantir a segurança da população.

A Defesa Civil também enviou um alerta georreferenciado para celulares na cidade, orientando os moradores a evitarem deslocamentos durante as rajadas mais intensas e a priorizarem sua segurança. O Parque Nacional da Tijuca, onde se localiza o Cristo Redentor, foi fechado, e os trens que levam os visitantes até o monumento pararam de funcionar a partir das 13h. O fechamento do parque inclui áreas como Parque Lage, Setor Floresta da Tijuca, Vista Chinesa e outras.

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