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Rodrigo Valadares detalha mudança no comando do PL em Sergipe e pede união da oposição

Sergipe

Rodrigo Valadares detalha mudança no comando do PL em Sergipe e pede união da oposição

Publicidade Depois de meses evitando declarações públicas, o deputado federal Rodrigo Valadares concedeu entrevista a uma rádio sergipana para esclarecer os bastidores da troca de comando do Partido Liberal (PL), comentar a crise no agrupamento liderado pela prefeita Emília Corrêa e rebater acusações de traição. Publicidade Valadares afirmou que suas prioridades são manter o grupo […]

27/01/2026 · 18h00 · Atualizado às 19h03
Rodrigo Valadares detalha mudança no comando do PL em Sergipe e pede união da oposição

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Depois de meses evitando declarações públicas, o deputado federal Rodrigo Valadares concedeu entrevista a uma rádio sergipana para esclarecer os bastidores da troca de comando do Partido Liberal (PL), comentar a crise no agrupamento liderado pela prefeita Emília Corrêa e rebater acusações de traição.

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Valadares afirmou que suas prioridades são manter o grupo unido, garantir alinhamento ao presidente Jair Bolsonaro e consolidar uma chapa de oposição forte ao governo estadual. O parlamentar negou ter articulado sozinho a mudança na direção do PL em Sergipe e explicou que o partido ficou acéfalo após a expulsão de Edivan Amorim. Segundo ele, em novembro de 2024 a presidência foi oferecida várias vezes a Valmir de Francisquinho, que não aceitou.

“O PL ficou sem comando porque houve uma escolha de não assumir”, disse Valadares, acrescentando que só aceitou a missão meses depois, chamado pela executiva nacional. “É o partido que representa os valores que defendemos e a missão que Bolsonaro nos confiou”, completou.

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O deputado relatou que os ataques internos começaram quando seu nome passou a ser cogitado para o Senado. “Desde março ou abril eu já estava sendo atacado diariamente. Aquela ruptura já estava em curso”, declarou.

Defesa de Ricardo Marques

Valadares defendeu a permanência do vice-prefeito Ricardo Marques no agrupamento. Considerado por ele uma liderança com “capital político próprio”, Marques recebeu convites para se filiar ao PL. “Aqui ele será acolhido e respeitado. Não podemos deixar ninguém pular para o outro lado por sobrevivência política”, afirmou.

Relação com Emília Corrêa

Sobre a prefeita Emília Corrêa, o deputado reafirmou apoio à pré-candidatura dela ao Senado, compromisso firmado ainda durante a campanha de 2024. “Nosso objetivo é apresentar uma alternativa clara, forte e alinhada aos valores da direita em Sergipe”, destacou.

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Valadares encerrou a entrevista dizendo que permaneceu em silêncio para preservar a unidade, mas não tolerará distorções. “Nosso foco é Bolsonaro, é a oposição ao governo do Estado e é um projeto forte para Sergipe. O tempo da mentira acabou”, concluiu.

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Depois de meses evitando declarações públicas, o deputado federal Rodrigo Valadares concedeu entrevista a uma rádio sergipana para esclarecer os bastidores da troca de comando do Partido Liberal (PL), comentar a crise no agrupamento liderado pela prefeita Emília Corrêa e rebater acusações de traição.

Valadares afirmou que suas prioridades são manter o grupo unido, garantir alinhamento ao presidente Jair Bolsonaro e consolidar uma chapa de oposição forte ao governo estadual. O parlamentar negou ter articulado sozinho a mudança na direção do PL em Sergipe e explicou que o partido ficou acéfalo após a expulsão de Edivan Amorim. Segundo ele, em novembro de 2024 a presidência foi oferecida várias vezes a Valmir de Francisquinho, que não aceitou.

“O PL ficou sem comando porque houve uma escolha de não assumir”, disse Valadares, acrescentando que só aceitou a missão meses depois, chamado pela executiva nacional. “É o partido que representa os valores que defendemos e a missão que Bolsonaro nos confiou”, completou.

O deputado relatou que os ataques internos começaram quando seu nome passou a ser cogitado para o Senado. “Desde março ou abril eu já estava sendo atacado diariamente. Aquela ruptura já estava em curso”, declarou.

Defesa de Ricardo Marques

Valadares defendeu a permanência do vice-prefeito Ricardo Marques no agrupamento. Considerado por ele uma liderança com “capital político próprio”, Marques recebeu convites para se filiar ao PL. “Aqui ele será acolhido e respeitado. Não podemos deixar ninguém pular para o outro lado por sobrevivência política”, afirmou.

Relação com Emília Corrêa

Sobre a prefeita Emília Corrêa, o deputado reafirmou apoio à pré-candidatura dela ao Senado, compromisso firmado ainda durante a campanha de 2024. “Nosso objetivo é apresentar uma alternativa clara, forte e alinhada aos valores da direita em Sergipe”, destacou.

Valadares encerrou a entrevista dizendo que permaneceu em silêncio para preservar a unidade, mas não tolerará distorções. “Nosso foco é Bolsonaro, é a oposição ao governo do Estado e é um projeto forte para Sergipe. O tempo da mentira acabou”, concluiu.

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