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Sara Landry processa ex-agência por uso indevido de nome e marcas

Sara Landry processou a The Night Department por uso indevido de marcas e tentativa de apropriação de direitos da Hekate Records.

08/10/2026 · 12h04 · Atualizado às 13h11
Sara Landry processa ex-agência por uso indevido de nome e marcas

Nesta terça (6), Sara Landry abriu processo contra a The Night Department e os sócios Matthew Verovkins e Harry Glaisher. Ela acusa a ex-equipe de manter uso não autorizado de sua propriedade intelectual e tentar se apropriar de direitos musicais após a demissão.

A DJ e estrela da dance music Sara Landry entrou com uma ação judicial contra sua antiga empresa de agenciamento, The Night Department (TND), alegando uso indevido de sua propriedade intelectual mesmo após a demissão dos empresários responsáveis por sua carreira.

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O processo foi movido nesta terça-feira (6) e acusa os sócios Matthew Verovkins e Harry Glaisher de continuarem a usar marcas registradas de Landry de forma “hostil” depois que ela os demitiu no ano passado por, segundo a ação, terem “traído” sua confiança. A petição diz que a TND tentou se apropriar do controle sobre direitos musicais e sobre a gravadora da artista, a Hekate Records.

“Os réus priorizaram seus próprios ganhos financeiros potenciais em detrimento dos direitos e vontades de Sara Landry, traindo a artista a quem a TND tinha a obrigação de servir naquele momento”, escreveram os advogados de Landry.

Segundo a ação apresentada no tribunal federal de Manhattan, após a rescisão do vínculo com a TND os réus teriam seguido usando as marcas registradas da artista para criar a falsa impressão, perante participantes da indústria musical e outros consumidores, de que continuavam autorizados a agir em nome de Landry e da Hekate Records.

O processo também retoma a disputa central que levou ao rompimento: Landry acusa a TND de tentar obter direitos sobre sua música e sobre a gravadora. No texto, os advogados afirmam que os empresários tentaram se apropriar de 50% da propriedade da música de Landry e de 50% da propriedade da Hekate Records, sem o pagamento apropriado e contra a vontade expressa da artista.

“Antes da rescisão da TND, os réus também buscaram obter direitos sobre a música de Landry e a gravadora de Landry”, escreveram os advogados.

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Além das alegações sobre marcas e propriedade intelectual, a petição afirma que os empresários prejudicaram a carreira de Landry por falhas na gestão das operações de turnê — citando atrasos, falta de resposta e pessoal inexperiente — e por má administração da Hekate Records, que teria provocado queixas de outros artistas.

O documento descreve violações às leis federais e estaduais de marcas registradas e pede que sejam entregues todos os “lucros atribuíveis ao uso não autorizado das marcas”; o texto não especifica o valor pretendido em indenizações.

Dois meses antes desta ação nos Estados Unidos, a TND havia movido processo contra Sara Landry em um tribunal do Reino Unido, afirmando que a artista quebrou o contrato ao rescindir em agosto de 2025. Naquele litígio, a TND nega as acusações e afirma que os termos contratuais foram expostos de forma transparente; as disputas no Reino Unido continuam pendentes, e Landry apresentou reconvenções responsabilizando a empresa.

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A TND e seu advogado não responderam imediatamente aos pedidos de comentário sobre a nova ação judicial.

Em declaração, Sara Landry afirmou: “A propriedade e os direitos dos artistas são profundamente importantes para mim, e estou ansiosa para continuar defendendo que os artistas tenham controle sobre seu trabalho e suas carreiras.”

O advogado Nicholas Saady, do escritório Pryor Cashman, disse: “Ela passou anos construindo seu nome, sua gravadora e sua carreira em algo inequivocamente seu. Eles significam tudo para ela e para seus fãs. Sara vai protegê-los, sem concessões.”

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Nesta terça (6), Sara Landry abriu processo contra a The Night Department e os sócios Matthew Verovkins e Harry Glaisher. Ela acusa a ex-equipe de manter uso não autorizado de sua propriedade intelectual e tentar se apropriar de direitos musicais após a demissão.

A DJ e estrela da dance music Sara Landry entrou com uma ação judicial contra sua antiga empresa de agenciamento, The Night Department (TND), alegando uso indevido de sua propriedade intelectual mesmo após a demissão dos empresários responsáveis por sua carreira.

O processo foi movido nesta terça-feira (6) e acusa os sócios Matthew Verovkins e Harry Glaisher de continuarem a usar marcas registradas de Landry de forma “hostil” depois que ela os demitiu no ano passado por, segundo a ação, terem “traído” sua confiança. A petição diz que a TND tentou se apropriar do controle sobre direitos musicais e sobre a gravadora da artista, a Hekate Records.

“Os réus priorizaram seus próprios ganhos financeiros potenciais em detrimento dos direitos e vontades de Sara Landry, traindo a artista a quem a TND tinha a obrigação de servir naquele momento”, escreveram os advogados de Landry.

Segundo a ação apresentada no tribunal federal de Manhattan, após a rescisão do vínculo com a TND os réus teriam seguido usando as marcas registradas da artista para criar a falsa impressão, perante participantes da indústria musical e outros consumidores, de que continuavam autorizados a agir em nome de Landry e da Hekate Records.

O processo também retoma a disputa central que levou ao rompimento: Landry acusa a TND de tentar obter direitos sobre sua música e sobre a gravadora. No texto, os advogados afirmam que os empresários tentaram se apropriar de 50% da propriedade da música de Landry e de 50% da propriedade da Hekate Records, sem o pagamento apropriado e contra a vontade expressa da artista.

“Antes da rescisão da TND, os réus também buscaram obter direitos sobre a música de Landry e a gravadora de Landry”, escreveram os advogados.

Além das alegações sobre marcas e propriedade intelectual, a petição afirma que os empresários prejudicaram a carreira de Landry por falhas na gestão das operações de turnê — citando atrasos, falta de resposta e pessoal inexperiente — e por má administração da Hekate Records, que teria provocado queixas de outros artistas.

O documento descreve violações às leis federais e estaduais de marcas registradas e pede que sejam entregues todos os “lucros atribuíveis ao uso não autorizado das marcas”; o texto não especifica o valor pretendido em indenizações.

Dois meses antes desta ação nos Estados Unidos, a TND havia movido processo contra Sara Landry em um tribunal do Reino Unido, afirmando que a artista quebrou o contrato ao rescindir em agosto de 2025. Naquele litígio, a TND nega as acusações e afirma que os termos contratuais foram expostos de forma transparente; as disputas no Reino Unido continuam pendentes, e Landry apresentou reconvenções responsabilizando a empresa.

A TND e seu advogado não responderam imediatamente aos pedidos de comentário sobre a nova ação judicial.

Em declaração, Sara Landry afirmou: “A propriedade e os direitos dos artistas são profundamente importantes para mim, e estou ansiosa para continuar defendendo que os artistas tenham controle sobre seu trabalho e suas carreiras.”

O advogado Nicholas Saady, do escritório Pryor Cashman, disse: “Ela passou anos construindo seu nome, sua gravadora e sua carreira em algo inequivocamente seu. Eles significam tudo para ela e para seus fãs. Sara vai protegê-los, sem concessões.”

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