Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Pular para o conteúdo
Notícias

SBT prepara revista matinal para fim de ano e enfrenta riscos

Especialistas apontam riscos na estreia apressada de uma revista matinal do SBT no fim do ano, entre queda de mercado e disputa por audiência.

06/11/2026 · 08h06
SBT prepara revista matinal para fim de ano e enfrenta riscos

Lançar uma revista matinal no fim do ano expõe o SBT à queda do mercado publicitário, à sazonalidade da audiência e ao clima econômico pós-eleitoral. A estreia exige estrutura, elenco e verba dificilmente disponíveis.

A ideia de lançar, às pressas, uma nova revista nas manhãs do SBT reúne riscos que passam pela conjuntura do mercado, pela sazonalidade da audiência e pela limitação de verbas publicitárias no fim do ano. O cenário econômico em retração e o país ainda saindo de um período eleitoral tornam frágil a ocasião para uma estreia que exige mais do que boa vontade: demanda estrutura, elenco, investimento e um posicionamento de conteúdo bem definido.

Publicidade

Estrear programas no fim do ano costuma esbarrar em recursos já comprometidos e no fato de o público estar com a atenção voltada para festas e férias. Além disso, o baixo número de televisores ligados no horário matinal obriga qualquer novo produto a disputar audiência com canais que já têm números consolidados, o que exige aportes financeiros e qualidade editorial para conquistar espaço.

No campo esportivo, a reorganização de grade já tem provocado mudanças relevantes. A final da Sul-Americana, tradicionalmente disputada no fim de tarde de sábado, sofreu alteração de horário após a antecipação de um jogo do Brasileirão entre Palmeiras e Flamengo, que será disputado no domingo. Em consequência, foi anunciada a transmissão do confronto Palmeiras x Flamengo pela Globo no sábado, dia 21, às 16h30. Com isso, o SBT, detentor da Sul-Americana, será obrigado a ajustar a sua programação e a exibir Atlético-MG e Boca Juniors às 19h30 na mesma data.

As alterações evidenciam como decisões em uma grade podem beneficiar uma emissora e prejudicar outra, forçando mudanças que nem sempre respeitam a melhor janela para cada evento.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

No entretenimento, cresce a adoção, por parte de grandes artistas, de escritórios próprios para administrar carreiras e agendar shows. Apesar das vantagens, há relatos de que, em muitos casos, a prática não tem funcionado como o esperado e que a divisão excessiva de funções acaba gerando atritos e reclamações dentro de equipes.

Em realities, o nível de violência observado em episódios recentes de “A Fazenda” acendeu alertas sobre limites necessários. A expulsão de Mônica Fonseca, ocorrida na semana passada, foi destacada pela gravidade dos ferimentos na mão de Mayk Leão. Não está claro se o empurrão foi a causa direta dos ferimentos, se houve uma queda deliberada ou outra dinâmica, mas o fato de o episódio ter chegado a esse ponto reforça a necessidade de controle e de regras mais rígidas para evitar desdobramentos ainda mais sérios.

Casos recentes no ar também mostraram falta de preparo de participantes para tratar de temas delicados ao vivo, o que pode ampliar conflitos e trazer prejuízos a emissoras e profissionais. Em outra frente, a comentarista Dora Kramer se despediu ontem da Jovem Pan, comunicando a saída de forma curta nas redes sociais.

Publicidade

Na internet, o canal LeoDias TV registrou crescimento: em outubro alcançou 37 milhões de visualizações, melhor resultado de 2026 até agora, contra 28 milhões em setembro. Entre outras movimentações, houve presença em gravações internacionais e anúncios de resgates de produções para o catálogo de streaming, com títulos que chegam ao longo de novembro.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Lançar uma revista matinal no fim do ano expõe o SBT à queda do mercado publicitário, à sazonalidade da audiência e ao clima econômico pós-eleitoral. A estreia exige estrutura, elenco e verba dificilmente disponíveis.

A ideia de lançar, às pressas, uma nova revista nas manhãs do SBT reúne riscos que passam pela conjuntura do mercado, pela sazonalidade da audiência e pela limitação de verbas publicitárias no fim do ano. O cenário econômico em retração e o país ainda saindo de um período eleitoral tornam frágil a ocasião para uma estreia que exige mais do que boa vontade: demanda estrutura, elenco, investimento e um posicionamento de conteúdo bem definido.

Estrear programas no fim do ano costuma esbarrar em recursos já comprometidos e no fato de o público estar com a atenção voltada para festas e férias. Além disso, o baixo número de televisores ligados no horário matinal obriga qualquer novo produto a disputar audiência com canais que já têm números consolidados, o que exige aportes financeiros e qualidade editorial para conquistar espaço.

No campo esportivo, a reorganização de grade já tem provocado mudanças relevantes. A final da Sul-Americana, tradicionalmente disputada no fim de tarde de sábado, sofreu alteração de horário após a antecipação de um jogo do Brasileirão entre Palmeiras e Flamengo, que será disputado no domingo. Em consequência, foi anunciada a transmissão do confronto Palmeiras x Flamengo pela Globo no sábado, dia 21, às 16h30. Com isso, o SBT, detentor da Sul-Americana, será obrigado a ajustar a sua programação e a exibir Atlético-MG e Boca Juniors às 19h30 na mesma data.

As alterações evidenciam como decisões em uma grade podem beneficiar uma emissora e prejudicar outra, forçando mudanças que nem sempre respeitam a melhor janela para cada evento.

No entretenimento, cresce a adoção, por parte de grandes artistas, de escritórios próprios para administrar carreiras e agendar shows. Apesar das vantagens, há relatos de que, em muitos casos, a prática não tem funcionado como o esperado e que a divisão excessiva de funções acaba gerando atritos e reclamações dentro de equipes.

Em realities, o nível de violência observado em episódios recentes de “A Fazenda” acendeu alertas sobre limites necessários. A expulsão de Mônica Fonseca, ocorrida na semana passada, foi destacada pela gravidade dos ferimentos na mão de Mayk Leão. Não está claro se o empurrão foi a causa direta dos ferimentos, se houve uma queda deliberada ou outra dinâmica, mas o fato de o episódio ter chegado a esse ponto reforça a necessidade de controle e de regras mais rígidas para evitar desdobramentos ainda mais sérios.

Casos recentes no ar também mostraram falta de preparo de participantes para tratar de temas delicados ao vivo, o que pode ampliar conflitos e trazer prejuízos a emissoras e profissionais. Em outra frente, a comentarista Dora Kramer se despediu ontem da Jovem Pan, comunicando a saída de forma curta nas redes sociais.

Na internet, o canal LeoDias TV registrou crescimento: em outubro alcançou 37 milhões de visualizações, melhor resultado de 2026 até agora, contra 28 milhões em setembro. Entre outras movimentações, houve presença em gravações internacionais e anúncios de resgates de produções para o catálogo de streaming, com títulos que chegam ao longo de novembro.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA