Luciano Barbosa, secretário de Segurança do Tocantins, afirmou em coletiva (23/10) que a cópia do laudo que circula nas redes corresponde ao documento original do IML de Palmas. 'O documento é verdadeiro', disse ele.
O secretário da Segurança Pública do Tocantins, Luciano Barbosa de Sousa Cruz, confirmou nesta sexta-feira (23/10) que os dados de um laudo médico relacionados a uma denúncia de agressão contra Vicentinho Júnior correspondem ao documento original emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) de Palmas.
Segundo a declaração, a cópia que vem circulando nas redes sociais apresenta as mesmas informações do registro original arquivado pelo IML. A confirmação foi dada durante entrevista coletiva, em resposta a questionamentos sobre a autenticidade do material.
“O documento é verdadeiro”
A publicação ressalta que o caso remonta a 2009 e voltou ao centro do debate político às vésperas do segundo turno das eleições estaduais. O material foi associado a um episódio envolvendo o candidato ao governo do Tocantins e sua ex-esposa, Carina Leão Oliveira.
Na fala pública, o secretário reforçou que a comparação entre a cópia divulgada e o registro oficial do IML indicou coincidência nos dados registrados, sem detalhar, no entanto, todos os campos ou laudos anexos. A manifestação ocorreu depois de dúvidas e questionamentos sobre a origem e a veracidade do documento que circulou em plataformas digitais.
Autoridades responsáveis pelo arquivo do IML de Palmas mantêm o registro como documento oficial, segundo a confirmação. Não foram informadas pela declaração pública medidas administrativas ou judiciais decorrentes dessa constatação, tampouco a existência de novos procedimentos em relação ao caso original de 2009.
O esclarecimento do secretário entra no contexto de maior atenção da população e dos eleitores sobre fatos antigos que reaparecem durante o período eleitoral, quando documentos e alegações tendem a ganhar visibilidade. A confirmação da correspondência entre a cópia e o arquivo do IML deve agora orientar a apuração sobre a circulação do material nas redes sociais.
Até o momento da coletiva, não houve, na declaração oficial, menção a outras provas além da comparação dos registros, nem indicação de responsáveis pela divulgação da cópia. O episódio segue sob observação pública enquanto se aproximam as decisões do segundo turno estadual.
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