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Seis estúdios que perderam dinheiro ao evitar o Steam

Seis produtoras enfrentaram grandes prejuízos ao tentar vender fora do Steam.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h02
Seis estúdios que perderam dinheiro ao evitar o Steam

Steam segue dominante no PC, mas algumas grandes produtoras tentaram vender fora da plataforma e sofreram perdas pesadas. Reunimos seis casos emblemáticos de decisões que deram errado.

O Steam continua a ser a principal plataforma de jogos para PC, consolidando-se como a escolha preferida dos gamers. Muitos estúdios optam por lançar seus jogos na plataforma da Valve, pois isso aumenta suas chances de alcançar um público amplo, especialmente para estúdios menores que não dispõem de um marketing agressivo.

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No entanto, algumas grandes publishers decidiram não lançar seus jogos no Steam, ou até mesmo retirar sua presença da plataforma, resultando em prejuízos significativos. A seguir, destacam-se seis casos emblemáticos de falhas.

1. Remedy

A Remedy lançou Alan Wake 2, um título aclamado pela crítica, mas enfrentou problemas comerciais devido a um contrato de exclusividade com a Epic Games Store. Isso limitou o alcance do jogo entre os PC gamers que hesitaram em mudar de plataforma. Como resultado, o estúdio levou quase um ano para recuperar os custos de produção e marketing, acumulando prejuízos consecutivos.

2. Ubisoft

A Ubisoft abandonou o Steam anos atrás para evitar a taxa de 30% da Valve, migrando títulos como The Division 2 e Assassin’s Creed Valhalla para a Epic Games Store e o Ubisoft Connect. Essa estratégia, no entanto, não considerou a resistência dos jogadores a múltiplos launchers, resultando em vendas estagnadas. A pressão financeira levou a Ubisoft a retornar ao Steam, reconhecendo que os custos da taxa eram mais viáveis do que a falta de visibilidade.

3. Electronic Arts

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A Electronic Arts retirou gradativamente franquias como Battlefield e The Sims do Steam para lançar sua própria plataforma, o Origin. Após quase uma década, a empresa percebeu as limitações do seu crescimento isolado e iniciou seu retorno ao Steam em 2019, priorizando a vitrine da plataforma para aumentar as vendas.

4. Square Enix

A Square Enix fez acordos de exclusividade temporária com outras plataformas, o que afetou negativamente suas vendas. Títulos como Final Fantasy VII Remake e Kingdom Hearts tiveram vendas abaixo do esperado ao não estarem disponíveis no Steam no lançamento. Diante de prejuízos, a empresa anunciou uma reformulação e comprometeu-se a lançar seus jogos de forma multiplataforma.

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5. Take-Two/Gearbox

A exclusividade de Borderlands 3 na Epic Games Store gerou forte reação negativa entre os jogadores. Embora a Take-Two e a Gearbox tenham garantido um pagamento adiantado, a decisão limitou o engajamento no lançamento. Quando o jogo finalmente chegou ao Steam, o número de jogadores simultâneos dobrou rapidamente.

6. Bethesda

A Bethesda lançou seu próprio launcher em 2018, mas enfrentou problemas técnicos e uma experiência de usuário insatisfatória. Títulos como Fallout 76 foram forçados a rodar exclusivamente na nova plataforma, que acabou se tornando um fardo. Em 2022, a Bethesda encerrou o launcher, reconhecendo as dificuldades de manter um ecossistema próprio.

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Steam segue dominante no PC, mas algumas grandes produtoras tentaram vender fora da plataforma e sofreram perdas pesadas. Reunimos seis casos emblemáticos de decisões que deram errado.

O Steam continua a ser a principal plataforma de jogos para PC, consolidando-se como a escolha preferida dos gamers. Muitos estúdios optam por lançar seus jogos na plataforma da Valve, pois isso aumenta suas chances de alcançar um público amplo, especialmente para estúdios menores que não dispõem de um marketing agressivo.

No entanto, algumas grandes publishers decidiram não lançar seus jogos no Steam, ou até mesmo retirar sua presença da plataforma, resultando em prejuízos significativos. A seguir, destacam-se seis casos emblemáticos de falhas.

1. Remedy

A Remedy lançou Alan Wake 2, um título aclamado pela crítica, mas enfrentou problemas comerciais devido a um contrato de exclusividade com a Epic Games Store. Isso limitou o alcance do jogo entre os PC gamers que hesitaram em mudar de plataforma. Como resultado, o estúdio levou quase um ano para recuperar os custos de produção e marketing, acumulando prejuízos consecutivos.

2. Ubisoft

A Ubisoft abandonou o Steam anos atrás para evitar a taxa de 30% da Valve, migrando títulos como The Division 2 e Assassin’s Creed Valhalla para a Epic Games Store e o Ubisoft Connect. Essa estratégia, no entanto, não considerou a resistência dos jogadores a múltiplos launchers, resultando em vendas estagnadas. A pressão financeira levou a Ubisoft a retornar ao Steam, reconhecendo que os custos da taxa eram mais viáveis do que a falta de visibilidade.

3. Electronic Arts

A Electronic Arts retirou gradativamente franquias como Battlefield e The Sims do Steam para lançar sua própria plataforma, o Origin. Após quase uma década, a empresa percebeu as limitações do seu crescimento isolado e iniciou seu retorno ao Steam em 2019, priorizando a vitrine da plataforma para aumentar as vendas.

4. Square Enix

A Square Enix fez acordos de exclusividade temporária com outras plataformas, o que afetou negativamente suas vendas. Títulos como Final Fantasy VII Remake e Kingdom Hearts tiveram vendas abaixo do esperado ao não estarem disponíveis no Steam no lançamento. Diante de prejuízos, a empresa anunciou uma reformulação e comprometeu-se a lançar seus jogos de forma multiplataforma.

5. Take-Two/Gearbox

A exclusividade de Borderlands 3 na Epic Games Store gerou forte reação negativa entre os jogadores. Embora a Take-Two e a Gearbox tenham garantido um pagamento adiantado, a decisão limitou o engajamento no lançamento. Quando o jogo finalmente chegou ao Steam, o número de jogadores simultâneos dobrou rapidamente.

6. Bethesda

A Bethesda lançou seu próprio launcher em 2018, mas enfrentou problemas técnicos e uma experiência de usuário insatisfatória. Títulos como Fallout 76 foram forçados a rodar exclusivamente na nova plataforma, que acabou se tornando um fardo. Em 2022, a Bethesda encerrou o launcher, reconhecendo as dificuldades de manter um ecossistema próprio.

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