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Sintese faz ato em frente ao TJSE nesta quarta (11) durante julgamento sobre legalidade da greve

 Professores buscam pressionar por diálogo e questionam decisões judiciais conflitantes; governo mantém postura de ilegalidade e cobra retorno às salas de aula. O Foco do Protesto O sindicato afirmou, em nota oficial, que a presença dos professores no tribunal tem dois objetivos principais: O Cenário Jurídico Até o momento, vigora uma decisão liminar que suspendeu […]

10/03/2026 · 20h07 · Atualizado às 18h48
Sintese faz ato em frente ao TJSE nesta quarta (11) durante julgamento sobre legalidade da greve

 Professores buscam pressionar por diálogo e questionam decisões judiciais conflitantes; governo mantém postura de ilegalidade e cobra retorno às salas de aula.


O Foco do Protesto

O sindicato afirmou, em nota oficial, que a presença dos professores no tribunal tem dois objetivos principais:

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  1. Acompanhar o Julgamento: A categoria quer clareza sobre qual decisão deve prevalecer, citando uma suposta contradição entre entendimentos de diferentes magistrados (titulares x substitutos) durante o plantão judicial.
  2. Cobrar Negociação: O Sintese reitera que a greve é fruto do encerramento unilateral das negociações por parte do governo e exige a reabertura imediata da mesa de diálogo com propostas concretas sobre a valorização da carreira e o descongelamento de gratificações.

O Cenário Jurídico

Até o momento, vigora uma decisão liminar que suspendeu a greve sob pena de multa diária de R$ 60 mil. O Governo do Estado alega que o movimento é irregular por falhas no edital de convocação e pela falta de esgotamento das negociações.

O julgamento pelo Tribunal Pleno nesta quarta-feira é o que definirá se os professores podem manter a paralisação sem sofrer sanções financeiras ou se o sindicato será obrigado a encerrar o movimento imediatamente sob risco de asfixia financeira

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 Professores buscam pressionar por diálogo e questionam decisões judiciais conflitantes; governo mantém postura de ilegalidade e cobra retorno às salas de aula.


O Foco do Protesto

O sindicato afirmou, em nota oficial, que a presença dos professores no tribunal tem dois objetivos principais:

  1. Acompanhar o Julgamento: A categoria quer clareza sobre qual decisão deve prevalecer, citando uma suposta contradição entre entendimentos de diferentes magistrados (titulares x substitutos) durante o plantão judicial.
  2. Cobrar Negociação: O Sintese reitera que a greve é fruto do encerramento unilateral das negociações por parte do governo e exige a reabertura imediata da mesa de diálogo com propostas concretas sobre a valorização da carreira e o descongelamento de gratificações.

O Cenário Jurídico

Até o momento, vigora uma decisão liminar que suspendeu a greve sob pena de multa diária de R$ 60 mil. O Governo do Estado alega que o movimento é irregular por falhas no edital de convocação e pela falta de esgotamento das negociações.

O julgamento pelo Tribunal Pleno nesta quarta-feira é o que definirá se os professores podem manter a paralisação sem sofrer sanções financeiras ou se o sindicato será obrigado a encerrar o movimento imediatamente sob risco de asfixia financeira

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