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Acidente

Sobrevivente de “erro de óbito” em Bauru apresenta melhora e recebe alta da UTI

Vítima de atropelamento que chegou a ser dada como morta por socorristas agora segue recuperação em quarto de enfermaria. Família celebra milagre enquanto aguarda desfecho de investigação sobre falha no socorro. BAURU, SP – O que parecia ser o fim trágico de uma vida transformou-se em uma recuperação surpreendente. A paciente, cujo nome é preservado pela […]

27/01/2026 · 15h12 · Atualizado às 19h18
Sobrevivente de “erro de óbito” em Bauru apresenta melhora e recebe alta da UTI

Vítima de atropelamento que chegou a ser dada como morta por socorristas agora segue recuperação em quarto de enfermaria. Família celebra milagre enquanto aguarda desfecho de investigação sobre falha no socorro.

BAURU, SP – O que parecia ser o fim trágico de uma vida transformou-se em uma recuperação surpreendente. A paciente, cujo nome é preservado pela família, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base de Bauru nesta tarde. Ela havia sido atropelada e, em um erro gravíssimo de avaliação inicial no local do acidente, declarada morta — chegando a passar minutos sob um lençol antes que sinais vitais fossem notados por uma segunda equipe.

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O Estado de Saúde Atual

Após dias em estado crítico devido aos traumas do atropelamento, o boletim médico aponta uma evolução satisfatória:

  • Estabilidade: A paciente já respira sem a ajuda de aparelhos e apresenta consciência plena.
  • Próximos Passos: Na enfermaria, ela passará por fisioterapia motora e acompanhamento psicológico para lidar com o trauma do acidente e do erro diagnóstico.
  • Sem Sequelas Neurológicas: Os primeiros exames indicam que, apesar do tempo em que ficou sem assistência imediata devido ao “óbito presumido”, não houve danos cerebrais severos por hipóxia.

A Investigação do Erro

Enquanto a família comemora a alta da UTI, a Polícia Civil e o conselho de classe responsável (CRM ou COREN) mantêm investigações abertas sobre o protocolo de atendimento:

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  1. Sindicância: O órgão responsável pelo socorro inicial abriu uma sindicância interna para apurar por que os sinais vitais não foram detectados e quais equipamentos de monitoramento foram utilizados (ou negligenciados).
  2. Negligência: Especialistas jurídicos apontam que, embora a vítima tenha sobrevivido, o erro de diagnóstico configura uma falha grave passível de indenização por danos morais e suspensão profissional dos envolvidos.

“Um Segundo Aniversário”

Para os familiares, o dia de hoje marca uma nova data de nascimento. “Ver ela saindo da UTI depois de quase termos encomendado o caixão é algo que não tem explicação. É um milagre, mas queremos que ninguém mais passe por esse desespero”, desabafou um parente próximo na porta do hospital.

Contexto Médico: Casos de morte aparente podem ocorrer em situações de choque extremo ou hipotermia, mas protocolos modernos de socorro exigem múltiplas checagens (pulso carotídeo, ausculta cardíaca e, em alguns casos, ECG) antes da declaração oficial de óbito em via pública.


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Vítima de atropelamento que chegou a ser dada como morta por socorristas agora segue recuperação em quarto de enfermaria. Família celebra milagre enquanto aguarda desfecho de investigação sobre falha no socorro.

BAURU, SP – O que parecia ser o fim trágico de uma vida transformou-se em uma recuperação surpreendente. A paciente, cujo nome é preservado pela família, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base de Bauru nesta tarde. Ela havia sido atropelada e, em um erro gravíssimo de avaliação inicial no local do acidente, declarada morta — chegando a passar minutos sob um lençol antes que sinais vitais fossem notados por uma segunda equipe.

O Estado de Saúde Atual

Após dias em estado crítico devido aos traumas do atropelamento, o boletim médico aponta uma evolução satisfatória:

  • Estabilidade: A paciente já respira sem a ajuda de aparelhos e apresenta consciência plena.
  • Próximos Passos: Na enfermaria, ela passará por fisioterapia motora e acompanhamento psicológico para lidar com o trauma do acidente e do erro diagnóstico.
  • Sem Sequelas Neurológicas: Os primeiros exames indicam que, apesar do tempo em que ficou sem assistência imediata devido ao “óbito presumido”, não houve danos cerebrais severos por hipóxia.

A Investigação do Erro

Enquanto a família comemora a alta da UTI, a Polícia Civil e o conselho de classe responsável (CRM ou COREN) mantêm investigações abertas sobre o protocolo de atendimento:

  1. Sindicância: O órgão responsável pelo socorro inicial abriu uma sindicância interna para apurar por que os sinais vitais não foram detectados e quais equipamentos de monitoramento foram utilizados (ou negligenciados).
  2. Negligência: Especialistas jurídicos apontam que, embora a vítima tenha sobrevivido, o erro de diagnóstico configura uma falha grave passível de indenização por danos morais e suspensão profissional dos envolvidos.

“Um Segundo Aniversário”

Para os familiares, o dia de hoje marca uma nova data de nascimento. “Ver ela saindo da UTI depois de quase termos encomendado o caixão é algo que não tem explicação. É um milagre, mas queremos que ninguém mais passe por esse desespero”, desabafou um parente próximo na porta do hospital.

Contexto Médico: Casos de morte aparente podem ocorrer em situações de choque extremo ou hipotermia, mas protocolos modernos de socorro exigem múltiplas checagens (pulso carotídeo, ausculta cardíaca e, em alguns casos, ECG) antes da declaração oficial de óbito em via pública.


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