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Soul de Brasileiro abre Espaço Favela no Rock in Rio e celebra novo álbum ‘SOU’

Soul de Brasileiro abriu neste sábado (12) o Espaço Favela no Rock in Rio e apresenta o álbum de estreia SOU, após EP dirigido por Sandra de Sá.

12/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h47
Soul de Brasileiro abre Espaço Favela no Rock in Rio e celebra novo álbum ‘SOU’

O trio da Vila Kennedy abriu a programação do Espaço Favela com uma mistura de soul, samba, MPB e funk, destacando harmonias vocais. A apresentação marca nova fase após o lançamento do álbum SOU.

O Soul de Brasileiro abriu neste sábado (12) a programação do Espaço Favela no Rock in Rio. Formado por músicos da Vila Kennedy, no Rio de Janeiro, o trio levou ao festival uma mistura de soul, samba, MPB, jazz, funk e referências afro-brasileiras, com harmonias vocais como um dos elementos centrais da apresentação.

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O grupo vive uma nova fase da carreira após o lançamento de SOU, seu primeiro álbum, trabalho que sucede o EP Ciclo 4, produzido e dirigido artisticamente por Sandra de Sá. Finalista do Favela Festival, o trio soma uma trajetória de dez anos e chega ao palco do festival como etapa importante na divulgação do disco.

Antes da apresentação, o trio viveu um encontro inesperado durante a visita técnica à Cidade do Rock. Na chegada ao espaço, os integrantes foram reconhecidos por uma funcionária da Comlurb, moradora da Vila Kennedy e conhecida da família. Ela pediu uma foto, desejou sucesso e lembrou que anos atrás a banda havia cantado em seu casamento. O episódio ilustrou a trajetória do grupo, que construiu carreira mantendo a relação com as próprias origens, entre apresentações na comunidade e palcos maiores.

“Cara, a gente está em êxtase ainda. A gente sempre sonhou em estar aqui no Rock in Rio. É um sonho, acho que é o sonho de qualquer artista e, para a gente, principalmente de onde a gente veio, da comunidade de Vila Kennedy”

afirmou Negra.

“Eu acho que realmente não estão no mainstream alguns, mas estão na alma do brasileiro. Cada ritmo que a gente traz vem trazendo isso”

explicou Ge.

“A gente diz que até se confunde com a nossa amizade. Ela começa em Vila Kennedy, cantando em um canto coral. De lá até aqui foi muito trabalho e continua sendo”

contou.

Em entrevista, o músico também ressaltou que a diversidade de referências faz parte da identidade do grupo, presente no repertório e na proposta de palco.

“O Brasil tem misturas, muitas misturas e todas elas nos representam. É o que a gente tem de especial. Poder trazer isso para o palco é o que sintetiza o que nós somos. Como Soul de Brasileiro mesmo.”

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Para o músico.

O show no Rock in Rio também integra a agenda de divulgação de SOU. O álbum reúne vertentes exploradas pelo trio e amplia a proposta apresentada anteriormente em Ciclo 4, incluindo participações de artistas de gerações e vertentes distintas.

“Vai vir mais coisa aí. A gente está com um álbum que lançou agora, muito recente, ‘Sou’. Então a gente vai trabalhar muito esse álbum. Tem shows, tem um show de lançamento lindo que vai acontecer ainda este ano, em novembro, no Teatro Rival”

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afirmou Júnior.

“Nesse álbum a gente tem Paula Lima, nossa grande referência; Hiran, incrível rapper baiano, poeta; e Josiel Konrad, que é aqui da nossa terra e faz um trabalho jazzístico incrível”

destacou Ge.

“Foi um prazer. Sandra é uma referência para a gente. Foi lindo ter ela ali dirigindo a gente nesse EP. Foi muito importante nessa nossa caminhada”

disse Júnior.

“‘SOU’ é um álbum sincero e foi feito para vocês. Ouçam!”

concluiu Ge.

Além do show de lançamento anunciado para novembro no Teatro Rival, o trio participará em setembro do festival Toca, no Rio de Janeiro, como parte da agenda de divulgação do novo trabalho.

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O trio da Vila Kennedy abriu a programação do Espaço Favela com uma mistura de soul, samba, MPB e funk, destacando harmonias vocais. A apresentação marca nova fase após o lançamento do álbum SOU.

O Soul de Brasileiro abriu neste sábado (12) a programação do Espaço Favela no Rock in Rio. Formado por músicos da Vila Kennedy, no Rio de Janeiro, o trio levou ao festival uma mistura de soul, samba, MPB, jazz, funk e referências afro-brasileiras, com harmonias vocais como um dos elementos centrais da apresentação.

O grupo vive uma nova fase da carreira após o lançamento de SOU, seu primeiro álbum, trabalho que sucede o EP Ciclo 4, produzido e dirigido artisticamente por Sandra de Sá. Finalista do Favela Festival, o trio soma uma trajetória de dez anos e chega ao palco do festival como etapa importante na divulgação do disco.

Antes da apresentação, o trio viveu um encontro inesperado durante a visita técnica à Cidade do Rock. Na chegada ao espaço, os integrantes foram reconhecidos por uma funcionária da Comlurb, moradora da Vila Kennedy e conhecida da família. Ela pediu uma foto, desejou sucesso e lembrou que anos atrás a banda havia cantado em seu casamento. O episódio ilustrou a trajetória do grupo, que construiu carreira mantendo a relação com as próprias origens, entre apresentações na comunidade e palcos maiores.

“Cara, a gente está em êxtase ainda. A gente sempre sonhou em estar aqui no Rock in Rio. É um sonho, acho que é o sonho de qualquer artista e, para a gente, principalmente de onde a gente veio, da comunidade de Vila Kennedy”

afirmou Negra.

“Eu acho que realmente não estão no mainstream alguns, mas estão na alma do brasileiro. Cada ritmo que a gente traz vem trazendo isso”

explicou Ge.

“A gente diz que até se confunde com a nossa amizade. Ela começa em Vila Kennedy, cantando em um canto coral. De lá até aqui foi muito trabalho e continua sendo”

contou.

Em entrevista, o músico também ressaltou que a diversidade de referências faz parte da identidade do grupo, presente no repertório e na proposta de palco.

“O Brasil tem misturas, muitas misturas e todas elas nos representam. É o que a gente tem de especial. Poder trazer isso para o palco é o que sintetiza o que nós somos. Como Soul de Brasileiro mesmo.”

Para o músico.

O show no Rock in Rio também integra a agenda de divulgação de SOU. O álbum reúne vertentes exploradas pelo trio e amplia a proposta apresentada anteriormente em Ciclo 4, incluindo participações de artistas de gerações e vertentes distintas.

“Vai vir mais coisa aí. A gente está com um álbum que lançou agora, muito recente, ‘Sou’. Então a gente vai trabalhar muito esse álbum. Tem shows, tem um show de lançamento lindo que vai acontecer ainda este ano, em novembro, no Teatro Rival”

afirmou Júnior.

“Nesse álbum a gente tem Paula Lima, nossa grande referência; Hiran, incrível rapper baiano, poeta; e Josiel Konrad, que é aqui da nossa terra e faz um trabalho jazzístico incrível”

destacou Ge.

“Foi um prazer. Sandra é uma referência para a gente. Foi lindo ter ela ali dirigindo a gente nesse EP. Foi muito importante nessa nossa caminhada”

disse Júnior.

“‘SOU’ é um álbum sincero e foi feito para vocês. Ouçam!”

concluiu Ge.

Além do show de lançamento anunciado para novembro no Teatro Rival, o trio participará em setembro do festival Toca, no Rio de Janeiro, como parte da agenda de divulgação do novo trabalho.

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