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Título: Luto na MPB: Morre Jards Macalé, ícone da contracultura e mestre da vanguarda

“Chegou a acordar de uma cirurgia cantando ‘Meu Nome é Gal'”, diz nota oficial. Detalhes do funeral ainda serão divulgados. Leia também Grammy Latino: Academia revela indicados e confirma cerimônia em Las Vegas Um dos nomes mais importantes e irreverentes da música brasileira, Jards Macalé, faleceu. A notícia foi confirmada em uma nota emocionante publicada […]

17/11/2025 · 18h03 · Atualizado às 19h09
Título: Luto na MPB: Morre Jards Macalé, ícone da contracultura e mestre da vanguarda

“Chegou a acordar de uma cirurgia cantando ‘Meu Nome é Gal'”, diz nota oficial. Detalhes do funeral ainda serão divulgados.

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Um dos nomes mais importantes e irreverentes da música brasileira, Jards Macalé, faleceu. A notícia foi confirmada em uma nota emocionante publicada no perfil oficial do artista.

Segundo o comunicado, Macalé manteve sua essência até os últimos momentos:

“Jards Macalé nos deixou hoje. Chegou a acordar de uma cirurgia cantando ‘Meu Nome é Gal’, com toda a energia e bom humor que sempre teve. Cante, cante, cante. É assim que sempre lembraremos do nosso mestre, professor e farol de liberdade. Agradecemos, desde já, o carinho, o amor e a admiração de todos.”

A nota informa ainda que detalhes sobre o funeral serão divulgados em breve.

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Trajetória

Nascido e criado na Tijuca, no Rio de Janeiro, Jards Macalé foi moldado por universos aparentemente opostos: o samba que ouvia no Morro da Formiga e a música erudita tocada por seus pais. Essa mistura de referências formou seu estilo híbrido e único.

O apelido “Macalé” nasceu ainda na juventude, de forma bem-humorada. Colegas passaram a chamá-lo assim em referência ao então considerado pior jogador do Botafogo, já que Jards assumia não ter nenhum talento com a bola. O nome pegou, virou sua marca artística e o acompanhou por toda a carreira.

Macalé estudou com mestres como Guerra Peixe e Turíbio Santos. Ele iniciou sua carreira profissional nos anos 1960, aproximando-se de gigantes como Vinícius de Moraes e Maria Bethânia, de quem chegou a ser diretor musical.

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Ele se tornou um verdadeiro ícone da contracultura brasileira ao participar do Festival Internacional da Canção (FIC), em 1969, com a música “Gotham City”, uma parceria com Capinam que o projetou nacionalmente e marcou sua posição de vanguarda na MPB.


 #Luto #JardsMacalé #MPB #MúsicaBrasileira #Contracultura #GothamCity #LutoNaMúsica

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“Chegou a acordar de uma cirurgia cantando ‘Meu Nome é Gal'”, diz nota oficial. Detalhes do funeral ainda serão divulgados.

Um dos nomes mais importantes e irreverentes da música brasileira, Jards Macalé, faleceu. A notícia foi confirmada em uma nota emocionante publicada no perfil oficial do artista.

Segundo o comunicado, Macalé manteve sua essência até os últimos momentos:

“Jards Macalé nos deixou hoje. Chegou a acordar de uma cirurgia cantando ‘Meu Nome é Gal’, com toda a energia e bom humor que sempre teve. Cante, cante, cante. É assim que sempre lembraremos do nosso mestre, professor e farol de liberdade. Agradecemos, desde já, o carinho, o amor e a admiração de todos.”

A nota informa ainda que detalhes sobre o funeral serão divulgados em breve.


Trajetória

Nascido e criado na Tijuca, no Rio de Janeiro, Jards Macalé foi moldado por universos aparentemente opostos: o samba que ouvia no Morro da Formiga e a música erudita tocada por seus pais. Essa mistura de referências formou seu estilo híbrido e único.

O apelido “Macalé” nasceu ainda na juventude, de forma bem-humorada. Colegas passaram a chamá-lo assim em referência ao então considerado pior jogador do Botafogo, já que Jards assumia não ter nenhum talento com a bola. O nome pegou, virou sua marca artística e o acompanhou por toda a carreira.

Macalé estudou com mestres como Guerra Peixe e Turíbio Santos. Ele iniciou sua carreira profissional nos anos 1960, aproximando-se de gigantes como Vinícius de Moraes e Maria Bethânia, de quem chegou a ser diretor musical.

Ele se tornou um verdadeiro ícone da contracultura brasileira ao participar do Festival Internacional da Canção (FIC), em 1969, com a música “Gotham City”, uma parceria com Capinam que o projetou nacionalmente e marcou sua posição de vanguarda na MPB.


 #Luto #JardsMacalé #MPB #MúsicaBrasileira #Contracultura #GothamCity #LutoNaMúsica

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