Um levantamento realizado pela Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box e com o apoio do Centro Cultural Coreano no Brasil, revelou que três em cada dez brasileiros investiram em shows e festivais de cultura coreana no último ano. A pesquisa indica que 41% dos entrevistados já participaram de eventos relacionados ao universo coreano, enquanto 33% afirmam que ainda não tiveram essa oportunidade, mas gostariam de participar.
Os shows de K-pop se destacam como os eventos mais frequentados, atraindo o interesse de 40% dos participantes da pesquisa. Os dados também mostram que esse tipo de entretenimento ocupou uma parte significativa do orçamento de 30% dos brasileiros nos últimos 12 meses.
“A experiência ao vivo tem um papel importante na relação dos brasileiros com a cultura coreana. Como esses eventos costumam envolver despesas com ingressos, transporte, hospedagem e produtos, o planejamento financeiro é essencial para que o consumidor consiga aproveitar essas experiências sem comprometer o orçamento”,
afirmou Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira. Os gastos com eventos relacionados à cultura coreana também chamam a atenção. Entre os participantes, 27% desembolsaram entre R$ 101 e R$ 300, 12% investiram entre R$ 501 e R$ 1.000 e outros 14% relataram gastos entre R$ 2.001 e R$ 5.000.
Outro dado relevante aponta que quase metade (49%) dos amantes da cultura coreana já gastou mais do que planejava com produtos, eventos ou experiências relacionadas ao tema. Além disso, 16% admitiram ter utilizado o limite do cartão de crédito para realizar compras e 16% confessaram compras por impulso.
Em relação aos valores desembolsados, 47% dos brasileiros interessados na cultura coreana gastam até R$ 250 por mês com produtos, conteúdos ou experiências ligadas a esse universo, enquanto 18% investem acima de R$ 500 mensalmente.
“Os dados mostram como a cultura coreana deixou de ser uma forma de entretenimento para se tornar parte do estilo de vida de muitos brasileiros, ganhando até mesmo um papel relevante dentro da nossa economia”,
finalizou a especialista.
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