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Trotes prejudicam atendimento do SAMU 192 em Sergipe, alerta SES

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192 Sergipe) continua a enfrentar um desafio sério que compromete a eficiência de seu trabalho: a alta incidência de trotes telefônicos. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) fez um alerta, reforçando que essa prática criminosa afeta diretamente o tempo-resposta em situações de emergência.

29/09/2025 · 11h05
Trotes prejudicam atendimento do SAMU 192 em Sergipe, alerta SES

Foram registradas mais de 4 mil ligações falsas apenas no primeiro semestre de 2025, comprometendo a agilidade em emergências reais e colocando vidas em risco.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192 Sergipe) continua a enfrentar um desafio sério que compromete a eficiência de seu trabalho: a alta incidência de trotes telefônicos. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) fez um alerta, reforçando que essa prática criminosa afeta diretamente o tempo-resposta em situações de emergência.

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Segundo dados da Central de Regulação de Urgências (CRU), entre janeiro e junho de 2025 foram contabilizadas 4.228 ligações falsas. Embora o número represente uma redução em relação ao mesmo período de 2024 (que registrou 5.200 trotes), o volume continua sendo um grande obstáculo para o serviço.

O superintendente do SAMU 192 Sergipe, Ronei Barbosa, destacou que os trotes não são inofensivos e podem ter consequências fatais. Ele ressaltou a gravidade da situação: “Imagine uma ambulância sendo deslocada para uma ocorrência falsa enquanto alguém, em outro local, está passando por uma emergência real. Trotes são crimes e têm consequências graves.” Ele lamentou que adultos também participem dessa “brincadeira de mau gosto”.

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A equipe da CRU, composta por telefonistas auxiliares de regulação médica (TARMs) e médicos reguladores, realiza uma triagem inicial para identificar a maioria das chamadas falsas. No entanto, o tempo gasto com essas interrupções atrasa os atendimentos legítimos. A gerente administrativa da CRU, Viviane Maria Sales, alertou que os trotes sobrecarregam os profissionais, geram custos e, o mais grave, podem levar à morte de pacientes que necessitam de socorro imediato.

A Central de Regulação de Urgências atendeu 221.871 ligações e realizou 42.936 atendimentos entre janeiro e agosto deste ano, evidenciando a alta demanda pelo serviço. A SES reforça que cometer trote é crime previsto em lei e exige a conscientização da população para preservar o bom funcionamento do SAMU 192 e, principalmente, salvar vidas.

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Foram registradas mais de 4 mil ligações falsas apenas no primeiro semestre de 2025, comprometendo a agilidade em emergências reais e colocando vidas em risco.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192 Sergipe) continua a enfrentar um desafio sério que compromete a eficiência de seu trabalho: a alta incidência de trotes telefônicos. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) fez um alerta, reforçando que essa prática criminosa afeta diretamente o tempo-resposta em situações de emergência.

Segundo dados da Central de Regulação de Urgências (CRU), entre janeiro e junho de 2025 foram contabilizadas 4.228 ligações falsas. Embora o número represente uma redução em relação ao mesmo período de 2024 (que registrou 5.200 trotes), o volume continua sendo um grande obstáculo para o serviço.

O superintendente do SAMU 192 Sergipe, Ronei Barbosa, destacou que os trotes não são inofensivos e podem ter consequências fatais. Ele ressaltou a gravidade da situação: “Imagine uma ambulância sendo deslocada para uma ocorrência falsa enquanto alguém, em outro local, está passando por uma emergência real. Trotes são crimes e têm consequências graves.” Ele lamentou que adultos também participem dessa “brincadeira de mau gosto”.

A equipe da CRU, composta por telefonistas auxiliares de regulação médica (TARMs) e médicos reguladores, realiza uma triagem inicial para identificar a maioria das chamadas falsas. No entanto, o tempo gasto com essas interrupções atrasa os atendimentos legítimos. A gerente administrativa da CRU, Viviane Maria Sales, alertou que os trotes sobrecarregam os profissionais, geram custos e, o mais grave, podem levar à morte de pacientes que necessitam de socorro imediato.

A Central de Regulação de Urgências atendeu 221.871 ligações e realizou 42.936 atendimentos entre janeiro e agosto deste ano, evidenciando a alta demanda pelo serviço. A SES reforça que cometer trote é crime previsto em lei e exige a conscientização da população para preservar o bom funcionamento do SAMU 192 e, principalmente, salvar vidas.

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