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Vencedores do Grammy, Os Garotin chegam ao Palco Sunset com Duquesa

HOJE (11), Os Garotin, de São Gonçalo, sobem ao Palco Sunset do Rock in Rio com Duquesa; trio celebra vitória no Grammy Latino e novo álbum.

11/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h52
Vencedores do Grammy, Os Garotin chegam ao Palco Sunset com Duquesa

Hoje (11), o trio de São Gonçalo apresenta repertório do segundo álbum Força da Juventude no maior festival de música do país. Cupertino, Léo Guima e Anchietx destacam a ligação com a Baixada e a expectativa pela noite.

HOJE (11), o trio Os Garotin, de São Gonçalo, sobe ao Palco Sunset do Rock in Rio para um show com a rapper baiana Duquesa. A apresentação reúne nomes de gerações diferentes da nova música brasileira e marca um momento importante na trajetória do grupo, que chega ao festival após o lançamento do segundo álbum, Força da Juventude.

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Vencedores do Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa em 2024, com Os Garotin de São Gonçalo, Cupertino, Léo Guima e Anchietx falaram sobre a expectativa, a relação com o Rio de Janeiro, as origens na Baixada Fluminense e a parceria com Duquesa.

Léo Guima descreveu o convite para o festival como a realização de um sonho de infância e falou da dimensão simbólica do Rock in Rio.

“O Rock in Rio sempre foi um lugar que, desde criança, eu ficava esperando acontecer, pra ver minhas bandas favoritas tocarem. Ficava imaginando como devia ser tocar pra 100 mil pessoas. Nem sei quantas pessoas vão estar no nosso show, mas sempre pensei nisso. Era um sonho tão distante que parece loucura pensar nisso agora. A gente não pode normalizar isso. É uma vitrine incrível, e estamos muito orgulhosos de poder tocar nesse festival.”

Cupertino recordou apresentações históricas do festival ao comentar o peso simbólico do convite e a importância do reconhecimento logo no início da carreira.

“Esses dias eu estava vendo o show do Barão Vermelho, com o Cazuza cantando no Rock in Rio. Foi uma noite muito especial, ele cantou ‘Pro Dia Nascer Feliz’, num momento político muito importante.”

O grupo já tocou em 2024 em um palco menor ao lado de Liniker, logo após a apresentação de Ed Sheeran. Para o novo momento, Os Garotin preparam uma formação maior e um show considerado o maior da carreira até agora.

“A gente tem três anos de banda e sabe como é difícil pisar no palco do Rock in Rio. Eles darem essa moral pra gente logo no início da carreira é muito importante.”

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As origens na Baixada Fluminense e a vivência em São Gonçalo foram ressaltadas como elementos centrais na identidade do grupo. Anchietx comentou a sensação de distância em relação ao Rio de Janeiro durante a adolescência e como isso influenciou a percepção de oportunidades.

“É um pouco chocante, porque o que o Léo falou a gente sempre viu muito distante da nossa realidade. Na minha adolescência, eu via um amigo ou dois falando ‘ano que vem tem Rock in Rio, já estou me planejando pra ir’, e eu pensava: realmente cresci enxergando aquilo como uma coisa difícil de acessar, quanto mais tocar nesse palco.”

Cupertino usou a imagem da ponte entre São Gonçalo e o Rio para explicar a sensação de descolamento e a diferença de identidades locais, e Léo Guima comentou o jeito de falar que distingue quem é da capital e quem é são-gonçalense.

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“A ponte que separa São Gonçalo do Rio de Janeiro, pra quem é de lá e está no começo, parece imensa, gigante. Quando você atravessa a ponte, parece que surge um complexo de vira-lata: ‘eu não sou daqui do Rio de Janeiro, sou de São Gonçalo, é outra coisa.’ As pessoas falam que a gente é carioca, mas, na real, a gente é são-gonçalense. Carioca é quem é da capital. A cultura é parecida, mas tem um jeitinho diferente.”

No Sunset, o show dos Garotin com Duquesa antecede apresentações de PJ Morton e Jamiroquai. Sobre a escolha de Duquesa, Anchietx explicou a conexão musical do grupo com o rap e a sintonia de trajetórias entre artistas, afirmando que a opção foi óbvia.

“A gente sempre dialogou com o rap. Nosso primeiro disco tem muito rap, o segundo tem BK e 2ZDinizz, e a Duquesa hoje é uma das maiores referências da cena. A gente gosta muito de trazer artistas que estão no mesmo momento de carreira que a gente, alcançando novos lugares. Não levamos nem cinco minutos pra pensar nela: tinha que ser ela.”

Cupertino também mencionou a afinidade antiga do grupo com a Bahia e a importância dessa conexão para a trajetória da banda. O álbum Força da Juventude propõe que juventude não é questão de idade, e o trio espera ver essa mistura de gerações na plateia do Rock in Rio.

“A juventude tem o papel de renovar a forma de consumir e de admirar, e a gente não perde isso nunca. Você vê criança e idoso na mesma energia, na mesma

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Hoje (11), o trio de São Gonçalo apresenta repertório do segundo álbum Força da Juventude no maior festival de música do país. Cupertino, Léo Guima e Anchietx destacam a ligação com a Baixada e a expectativa pela noite.

HOJE (11), o trio Os Garotin, de São Gonçalo, sobe ao Palco Sunset do Rock in Rio para um show com a rapper baiana Duquesa. A apresentação reúne nomes de gerações diferentes da nova música brasileira e marca um momento importante na trajetória do grupo, que chega ao festival após o lançamento do segundo álbum, Força da Juventude.

Vencedores do Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa em 2024, com Os Garotin de São Gonçalo, Cupertino, Léo Guima e Anchietx falaram sobre a expectativa, a relação com o Rio de Janeiro, as origens na Baixada Fluminense e a parceria com Duquesa.

Léo Guima descreveu o convite para o festival como a realização de um sonho de infância e falou da dimensão simbólica do Rock in Rio.

“O Rock in Rio sempre foi um lugar que, desde criança, eu ficava esperando acontecer, pra ver minhas bandas favoritas tocarem. Ficava imaginando como devia ser tocar pra 100 mil pessoas. Nem sei quantas pessoas vão estar no nosso show, mas sempre pensei nisso. Era um sonho tão distante que parece loucura pensar nisso agora. A gente não pode normalizar isso. É uma vitrine incrível, e estamos muito orgulhosos de poder tocar nesse festival.”

Cupertino recordou apresentações históricas do festival ao comentar o peso simbólico do convite e a importância do reconhecimento logo no início da carreira.

“Esses dias eu estava vendo o show do Barão Vermelho, com o Cazuza cantando no Rock in Rio. Foi uma noite muito especial, ele cantou ‘Pro Dia Nascer Feliz’, num momento político muito importante.”

O grupo já tocou em 2024 em um palco menor ao lado de Liniker, logo após a apresentação de Ed Sheeran. Para o novo momento, Os Garotin preparam uma formação maior e um show considerado o maior da carreira até agora.

“A gente tem três anos de banda e sabe como é difícil pisar no palco do Rock in Rio. Eles darem essa moral pra gente logo no início da carreira é muito importante.”

As origens na Baixada Fluminense e a vivência em São Gonçalo foram ressaltadas como elementos centrais na identidade do grupo. Anchietx comentou a sensação de distância em relação ao Rio de Janeiro durante a adolescência e como isso influenciou a percepção de oportunidades.

“É um pouco chocante, porque o que o Léo falou a gente sempre viu muito distante da nossa realidade. Na minha adolescência, eu via um amigo ou dois falando ‘ano que vem tem Rock in Rio, já estou me planejando pra ir’, e eu pensava: realmente cresci enxergando aquilo como uma coisa difícil de acessar, quanto mais tocar nesse palco.”

Cupertino usou a imagem da ponte entre São Gonçalo e o Rio para explicar a sensação de descolamento e a diferença de identidades locais, e Léo Guima comentou o jeito de falar que distingue quem é da capital e quem é são-gonçalense.

“A ponte que separa São Gonçalo do Rio de Janeiro, pra quem é de lá e está no começo, parece imensa, gigante. Quando você atravessa a ponte, parece que surge um complexo de vira-lata: ‘eu não sou daqui do Rio de Janeiro, sou de São Gonçalo, é outra coisa.’ As pessoas falam que a gente é carioca, mas, na real, a gente é são-gonçalense. Carioca é quem é da capital. A cultura é parecida, mas tem um jeitinho diferente.”

No Sunset, o show dos Garotin com Duquesa antecede apresentações de PJ Morton e Jamiroquai. Sobre a escolha de Duquesa, Anchietx explicou a conexão musical do grupo com o rap e a sintonia de trajetórias entre artistas, afirmando que a opção foi óbvia.

“A gente sempre dialogou com o rap. Nosso primeiro disco tem muito rap, o segundo tem BK e 2ZDinizz, e a Duquesa hoje é uma das maiores referências da cena. A gente gosta muito de trazer artistas que estão no mesmo momento de carreira que a gente, alcançando novos lugares. Não levamos nem cinco minutos pra pensar nela: tinha que ser ela.”

Cupertino também mencionou a afinidade antiga do grupo com a Bahia e a importância dessa conexão para a trajetória da banda. O álbum Força da Juventude propõe que juventude não é questão de idade, e o trio espera ver essa mistura de gerações na plateia do Rock in Rio.

“A juventude tem o papel de renovar a forma de consumir e de admirar, e a gente não perde isso nunca. Você vê criança e idoso na mesma energia, na mesma

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