Qual menina moça que desabrocha aos poucos, nossa querida Aracaju vai se transformando em um roteiro turístico que surpreende a todos em variados aspectos. Considerada por muitos anos como o patinho feio do trade turístico por estar espremida entre Maceió e Salvador, rotas plenamente consolidadas pelos viajantes em busca de pé na areia, sombra e agua de coco, lentamente fomos conquistando nosso espaço, e hoje contamos com uma rede hoteleira que contempla todos os gostos e bolsos.
Divulgar o destino Sergipe nas feiras nacionais de turismo foi uma tarefa fundamental, bem como capacitar os profissionais envolvidos nesta complexa engrenagem preparando-os para o trato com os visitantes.
Convém lembrar que o passo inicial para esta conquista foi a revitalização da orla da Praia de Atalaia de Atalaia, realizada há anos atrás pelo visionário Governador João Alves Filho. Atualmente o fluxo turístico expandiu-se, avançando pelo litoral sul, através da rodovia Inácio Barbosa, em direção aos bairros Aruanda e Mosqueiro, consolidando essa região como a que oferece mais atrativos para o visitante, visto que as mornas aguas do Oceano Atlântico avançam suavemente pela faixa de areia, proporcionando aos banhistas o desfrute de ali mesmo degustarem nossas delícias gastronômicas, nos diversos restaurantes ali instalados, uma alternativa à famosa Passarela do Caranguejo.
São mais de 15 quilômetros de praias até o pontal do Mosqueiro, onde reina a tranquilidade e a receptividade da nossa gente. E ainda contamos com com a Orla por do sol e sua exótica Croa do Goré, e um passeio inesquecível pelas aguas do Rio Vaza Barris.
O Museu da gente sergipana, localizado no centro histórico de nossa capital lhe convida para conhecer nossa história e cultura. Um verdadeiro passeio produzido com o olhar sensível de nossos agentes culturais, historiadores e cronistas.
Temos ainda , a maior prévia carnavalesca do Brasil, o pré caju, e somos conhecidos como “o país do forró”, diante da magnitude de nossas festas juninas.
Por tudo isso venha viver Aracaju. Estamos de braços aberto para recebe-los.