Coronavírus: em 2019, quase 4% das matérias-primas importadas para Sergipe vieram da China

Redação, 07 de Fevereiro, 2020 - Atualizado em 07 de Fevereiro, 2020

Levantamento da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) revelou que quase 4% do total de bens intermediários importados pelo estado, em 2019, foram originadas da China. Em termos absolutos, a soma importada chegou a US$ 15,5 milhões.

Os bens intermediários também conhecidos como matérias-primas são empregados na produção de outros bens da mesma categoria ou na produção de bens finais, desse modo, eles são incorporados a um novo processo de produção ou são destruídos para a construção de outros.

 Para Eduardo Prado de Oliveira, presidente da FIES, “apesar de parecer pequena na porcentagem, a compra de matérias-primas da China é relevante para a economia sergipana e principalmente para alguns setores que dependem desses produtos para transformá-los em outros. Por isso, a nossa expectativa é que os efeitos do coronavírus não afete a nossa indústria”.

 No ano passado, dentre os 165 produtos classificados como bens intermediários adquiridos pelo estado do país asiático, destacaram-se a compra de Outros tecidos, que contenham pelo menos 85 %, em peso, de filamentos de poliéster texturizados, estampados com US$ 2 milhões,Outras partes para aparelhos de interrupção de circuito elétrico com US$ 1,2 milhão, Outras fibras de poliésteres, descontínuas, não cardadas, não penteadas nem transformadas de outro modo para fiação com US$ 1,1 milhão e Partes superiores de calçados e seus componentes também com US$ 1,1 milhão.

 Setores que podem ser afetados

 No Brasil, os efeitos do coronavírus poderão ser sentidos nos setores de equipamentos elétricos e eletrônicos, como também nos setores de produtos minerais, produtos metalúrgicos, têxteis, papel e celulose, produtos químicos, borracha e plásticos.

 

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