De meados de 1600, até 1928, foi em lombo de burro e até a pés; de 22 de abril de 1928 pra cá, cada vez mais se aposentou o lombo do burro e o carro de boi. E cada vez mais foi sobre quatro pneus, depois seis, dez, até os dias de hoje e seus tri trens, com dezenas de pneus.
Itabaiana é uma cidade que já nasceu com o pé na estrada.

A economia de Itabaiana atual é muito diversificada; mas o caminhão ainda é o maior aporte de capital por aqui. Por isso a cidade ganhou o título de Capital Nacional do Caminhão, um projeto do então senador da República, e filho da terra, Eduardo Amorim.
A Festa do Caminhão, de fato, começou com uma sucessão de shows, no sábado, (e a Carreata-mirim no domingo); mas a Feira do Caminhão, parte daquela, teve início na noite de hoje.
É mais que comemoração. É agradecimento, a aqueles que, desde meados da década de 1950 só têm feito crescer a cidade. Sua pujança.
Sob as bênçãos de Santo Antônio, cuja noite máxima do seu Trezenário será justo na sexta-feira, 12, patrocinada pelos caminhoneiros, o ápice.
Todavia, a agitação na cidade, somente cessará, voltando ao normal, no domingo, depois do feriado municipal e encerramento da festa, com procissão ao santo, patrono (já foi padroeiro único) da cidade, no dia 13.
E até lá, sejam todos bem-vindo!
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