Realizada entre 14 e 17 de outubro, em São Paulo, a 17ª Plenária Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) reuniu representantes de todo o país sob o tema “Novos Tempos, Novos Desafios”. O encontro homenageou, in memoriam, o dirigente João Batista Gomes, o “Joãozinho”.
Delegação de Sergipe
O Estado de Sergipe participou com 12 dirigentes: Roberto Silva e Carol Rejane (CUT-SE); Alberto Marques, o Betinho (STTR/Aquidabã); Carlos Augusto (SACEMA); Leila Moraes, Adenilde Dantas, Rita de Cássia, Alecsandra Santos e Maria Augusta Alves (todos do SINTESE); Iara Nascimento (SINDISAN); Edenildes Gonçalves (Sindiserve Glória); e Ivonete Cruz (CNTE).
Defesa do serviço público
Presidente da CUT-SE, Roberto Silva reiterou a mobilização contra a reforma administrativa e em prol do fortalecimento do serviço público. “A plenária estatutária preparatória para o nosso congresso define os rumos da CUT na defesa dos direitos imediatos e históricos da classe trabalhadora”, afirmou.
Em sua primeira participação nacional, Carlos Augusto, presidente do SACEMA, levou a pauta dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. Ele convocou as trabalhadoras da categoria a intensificarem a presença na luta sindical: “A participação da mulher trabalhadora é fundamental para nossas vitórias”.
Também estreante no evento, Edenildes Gonçalves (Sindiserve Glória) reforçou a luta dos servidores municipais e destacou o lançamento da campanha salarial 2026. “A CUT é protagonista nos debates sobre valorização do serviço público, negociação coletiva e organização sindical”, ressaltou.
Pauta das mulheres
A Plenária de Mulheres da CUT definiu prioridades como igualdade salarial, redução da jornada de trabalho, enfrentamento ao racismo e maior presença feminina nos espaços de poder.
Debates e encaminhamentos
Realizada a cada dois anos após o Congresso Nacional da Central, a plenária discutiu precarização do trabalho, avanço da pejotização, crise climática, defesa da democracia, soberania nacional, redução da jornada sem corte de salários (com fim da escala 6×1), combate à desigualdade e busca por justiça social.
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