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Segurança Pública

MP de Sergipe apresenta denúncia por feminicídio qualificado em Itaporanga d’Ajuda

O Ministério Público de Sergipe (MPSE) ofereceu denúncia contra um homem acusado de matar a ex-companheira no início de março de 2026, em Itaporanga...

26/03/2026 · 09h19 · Atualizado às 19h10
MP de Sergipe apresenta denúncia por feminicídio qualificado em Itaporanga d’Ajuda

O Ministério Público de Sergipe (MPSE) ofereceu denúncia contra um homem acusado de matar a ex-companheira no início de março de 2026, em Itaporanga d’Ajuda. O crime foi classificado como feminicídio qualificado e ganhou destaque pela violência e pelas circunstâncias registradas.

O que aconteceu

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O assassinato ocorreu por volta das 11h do dia 3 de março de 2026. Segundo a acusação, momentos antes do ataque a mulher e o suspeito participaram de uma reunião no Conselho Tutelar para tratar de denúncias de maus-tratos aos filhos, que teriam sido feitas pelo próprio acusado. Durante o encontro, ele teria dito que, se o assunto não fosse resolvido ali, o resolveria “da forma dele”.

Ao deixar o Conselho Tutelar, a vítima embarcou em um ônibus para retornar à residência. O homem teria seguido a mulher em uma motocicleta. Quando ela desembarcou, o acusado iniciou as agressões: a arrastou pelos cabelos e desferiu múltiplos golpes de faca nas costas e no peito, mesmo depois que a vítima caiu no chão. A mulher morreu no local e deixou três filhos órfãos.

Motivação e histórico

O Ministério Público aponta que o acusado não aceitava o fim do relacionamento, encerrado há mais de quatro anos, e que ameaçava a vítima com frequência, além de, ocasionalmente, obrigá-la a manter relações sexuais. A denúncia relata ainda um histórico de violência contra a mulher e contra os filhos: os filhos contaram que, no passado, o agressor teria usado cães para ferir a mãe e que chegou a espancar um dos meninos com um facão.

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O promotor de justiça responsável pela denúncia, Peterson Almeida Barbosa, destacou a gravidade do caso e a necessidade de resposta institucional: “É imprescindível que o Estado, através da atuação do Ministério Público, ofereça uma resposta enérgica e eficaz para a epidemia de feminicídios que temos observado”.

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A dinâmica do ataque foi registrada por câmeras de segurança da região, conforme consta na peça acusatória. O histórico do acusado também inclui condenação anterior por agressão a outra ex-companheira, em episódio em que ele teria armado-se com uma faca e surpreendido a vítima quando ela seguia para a escola dos filhos, agredindo-a com socos, chutes e golpes nas costas.

Procedimentos

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O suspeito está preso preventivamente. Em audiência de custódia, ele fez uso do direito constitucional ao silêncio. Informações e imagem relacionadas ao caso foram fornecidas pelo Ministério Público Estadual.

 

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O Ministério Público de Sergipe (MPSE) ofereceu denúncia contra um homem acusado de matar a ex-companheira no início de março de 2026, em Itaporanga d’Ajuda. O crime foi classificado como feminicídio qualificado e ganhou destaque pela violência e pelas circunstâncias registradas.

O que aconteceu

O assassinato ocorreu por volta das 11h do dia 3 de março de 2026. Segundo a acusação, momentos antes do ataque a mulher e o suspeito participaram de uma reunião no Conselho Tutelar para tratar de denúncias de maus-tratos aos filhos, que teriam sido feitas pelo próprio acusado. Durante o encontro, ele teria dito que, se o assunto não fosse resolvido ali, o resolveria “da forma dele”.

Ao deixar o Conselho Tutelar, a vítima embarcou em um ônibus para retornar à residência. O homem teria seguido a mulher em uma motocicleta. Quando ela desembarcou, o acusado iniciou as agressões: a arrastou pelos cabelos e desferiu múltiplos golpes de faca nas costas e no peito, mesmo depois que a vítima caiu no chão. A mulher morreu no local e deixou três filhos órfãos.

Motivação e histórico

O Ministério Público aponta que o acusado não aceitava o fim do relacionamento, encerrado há mais de quatro anos, e que ameaçava a vítima com frequência, além de, ocasionalmente, obrigá-la a manter relações sexuais. A denúncia relata ainda um histórico de violência contra a mulher e contra os filhos: os filhos contaram que, no passado, o agressor teria usado cães para ferir a mãe e que chegou a espancar um dos meninos com um facão.

O promotor de justiça responsável pela denúncia, Peterson Almeida Barbosa, destacou a gravidade do caso e a necessidade de resposta institucional: “É imprescindível que o Estado, através da atuação do Ministério Público, ofereça uma resposta enérgica e eficaz para a epidemia de feminicídios que temos observado”.

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A dinâmica do ataque foi registrada por câmeras de segurança da região, conforme consta na peça acusatória. O histórico do acusado também inclui condenação anterior por agressão a outra ex-companheira, em episódio em que ele teria armado-se com uma faca e surpreendido a vítima quando ela seguia para a escola dos filhos, agredindo-a com socos, chutes e golpes nas costas.

Procedimentos

O suspeito está preso preventivamente. Em audiência de custódia, ele fez uso do direito constitucional ao silêncio. Informações e imagem relacionadas ao caso foram fornecidas pelo Ministério Público Estadual.

 

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