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Cidades

Trote sobre falso incêndio mobiliza quatro viaturas do Corpo de Bombeiros em Aracaju

Um falso chamado alegando incêndio em uma escola do bairro Bugio, na zona norte de Aracaju, provocou a mobilização do Corpo de Bombeiros Militar de...

11/04/2026 · 08h43 · Atualizado às 19h05
Trote sobre falso incêndio mobiliza quatro viaturas do Corpo de Bombeiros em Aracaju

Um falso chamado alegando incêndio em uma escola do bairro Bugio, na zona norte de Aracaju, provocou a mobilização do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe na manhã desta sexta-feira, 10.

Segundo a corporação, a ligação informava chamas intensas dentro da unidade de ensino, o que levou ao deslocamento imediato de quatro viaturas do 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM). As informações iniciais indicavam que não havia vítimas e que os alunos já haviam sido retirados do prédio.

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Ao chegar ao endereço, as equipes verificaram que não havia qualquer princípio de incêndio, confirmando tratar-se de uma ocorrência falsa. A operação foi coordenada pelo tenente Silas Correia e resultou no deslocamento desnecessário das viaturas.

O Corpo de Bombeiros ressaltou que a chamada indevida ocasionou desperdício de recursos públicos, citando como exemplo o consumo de combustível bancado por impostos. A instituição também advertiu que trotes podem prejudicar o atendimento a ocorrências reais, colocando vidas em risco ao comprometer a disponibilidade de efetivo e equipamentos.

Além do impacto material, a corporação apontou o desgaste emocional sofrido pelos militares, que atuaram sob pressão diante de uma situação que não existia. O Corpo de Bombeiros lembrou que a prática de trote configura crime previsto no Código Penal Brasileiro e que os responsáveis, caso sejam identificados, podem responder judicialmente.

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escolabugio cbmse

Mesmo com o transtorno causado pelo chamado falso, a presença dos bombeiros na escola gerou interação com a comunidade escolar. Funcionários e crianças receberam as equipes com entusiasmo, e o contato acabou servindo como oportunidade educativa, segundo informou a corporação.

O episódio reforça a orientação das autoridades para que a população use os canais de emergência com responsabilidade, evitando acionamentos indevidos que consumam recursos e possam atrasar socorros em situações reais.

 

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Um falso chamado alegando incêndio em uma escola do bairro Bugio, na zona norte de Aracaju, provocou a mobilização do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe na manhã desta sexta-feira, 10.

Segundo a corporação, a ligação informava chamas intensas dentro da unidade de ensino, o que levou ao deslocamento imediato de quatro viaturas do 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM). As informações iniciais indicavam que não havia vítimas e que os alunos já haviam sido retirados do prédio.

Ao chegar ao endereço, as equipes verificaram que não havia qualquer princípio de incêndio, confirmando tratar-se de uma ocorrência falsa. A operação foi coordenada pelo tenente Silas Correia e resultou no deslocamento desnecessário das viaturas.

O Corpo de Bombeiros ressaltou que a chamada indevida ocasionou desperdício de recursos públicos, citando como exemplo o consumo de combustível bancado por impostos. A instituição também advertiu que trotes podem prejudicar o atendimento a ocorrências reais, colocando vidas em risco ao comprometer a disponibilidade de efetivo e equipamentos.

Além do impacto material, a corporação apontou o desgaste emocional sofrido pelos militares, que atuaram sob pressão diante de uma situação que não existia. O Corpo de Bombeiros lembrou que a prática de trote configura crime previsto no Código Penal Brasileiro e que os responsáveis, caso sejam identificados, podem responder judicialmente.

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Mesmo com o transtorno causado pelo chamado falso, a presença dos bombeiros na escola gerou interação com a comunidade escolar. Funcionários e crianças receberam as equipes com entusiasmo, e o contato acabou servindo como oportunidade educativa, segundo informou a corporação.

O episódio reforça a orientação das autoridades para que a população use os canais de emergência com responsabilidade, evitando acionamentos indevidos que consumam recursos e possam atrasar socorros em situações reais.

 

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