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Política

Jackson Barreto critica Belivaldo por ida à oposição: “Foi muito beneficiado por Fábio Mitidieri”

A política sergipana vive um momento de "lavagem de roupa suja" em praça pública. O ex-governador Jackson Barreto reagiu duramente à decisão de Belivaldo Chagas de romper com a base governista para se aliar ao grupo de Valmir de Francisquinho. Para Jackson, a atitude de Belivaldo é "triste" e ignora o prestígio que o atual governador, Fábio Mitidieri, conferiu ao grupo de Chagas mesmo após este ter deixado o cargo.

13/04/2026 · 08h38 · Atualizado às 18h47
Jackson Barreto critica Belivaldo por ida à oposição: “Foi muito beneficiado por Fábio Mitidieri”

Em tom de reprovação, JB relembra indicações de familiares de Belivaldo para o Tribunal de Contas e Sebrae como provas da lealdade de Fábio; “Tenha paciência”, disparou.

A política sergipana vive um momento de “lavagem de roupa suja” em praça pública. O ex-governador Jackson Barreto reagiu duramente à decisão de Belivaldo Chagas de romper com a base governista para se aliar ao grupo de Valmir de Francisquinho. Para Jackson, a atitude de Belivaldo é “triste” e ignora o prestígio que o atual governador, Fábio Mitidieri, conferiu ao grupo de Chagas mesmo após este ter deixado o cargo.

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Jackson foi cirúrgico ao citar exemplos do que chama de “lealdade de Fábio”. Segundo ele, o governador foi fundamental para a indicação do genro de Belivaldo, Luís Alberto Meneses (Felizola), para o Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), além de garantir os votos necessários para que a filha de Belivaldo, Priscila Felizola, assumisse a superintendência do Sebrae/SE. “Querer mais do que isso? Tenha paciência”, desabafou Jackson, sugerindo que Belivaldo teria sido “ganancioso” ou “ingrato”.

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Mágoas de 2018 e a “Fidelidade a Fábio”

Jackson Barreto também aproveitou para recordar sua própria saída do governo em 2018, quando entregou nove meses de mandato para que Belivaldo (então vice) pudesse se popularizar e vencer a eleição. Jackson lembrou que, naquela ocasião, sentiu-se “abandonado no meio do caminho” e que isso custou sua vitória para o Senado.

Ao comparar sua trajetória com a de Belivaldo, Jackson reforça sua posição de aliado fiel a Fábio Mitidieri, destacando que a política deve ser pautada pela gratidão. A fala de JB isola ainda mais Belivaldo dentro do núcleo que sustenta o atual governo e coloca em xeque a narrativa do ex-governador de que estaria sendo “escanteado”.

Os Argumentos de Jackson Barreto

  • Poder Familiar: Citou o TCE para o genro e o Sebrae para a filha como provas de prestígio dado por Fábio.
  • Sacrifício Político: Lembrou que abriu mão do governo em 2018 para fazer o nome de Belivaldo.
  • Lealdade vs. Oportunismo: Questionou os motivos reais de Belivaldo ao se juntar ao grupo de Valmir de Francisquinho após receber tanto do atual governo.

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Em tom de reprovação, JB relembra indicações de familiares de Belivaldo para o Tribunal de Contas e Sebrae como provas da lealdade de Fábio; “Tenha paciência”, disparou.

A política sergipana vive um momento de “lavagem de roupa suja” em praça pública. O ex-governador Jackson Barreto reagiu duramente à decisão de Belivaldo Chagas de romper com a base governista para se aliar ao grupo de Valmir de Francisquinho. Para Jackson, a atitude de Belivaldo é “triste” e ignora o prestígio que o atual governador, Fábio Mitidieri, conferiu ao grupo de Chagas mesmo após este ter deixado o cargo.

Jackson foi cirúrgico ao citar exemplos do que chama de “lealdade de Fábio”. Segundo ele, o governador foi fundamental para a indicação do genro de Belivaldo, Luís Alberto Meneses (Felizola), para o Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), além de garantir os votos necessários para que a filha de Belivaldo, Priscila Felizola, assumisse a superintendência do Sebrae/SE. “Querer mais do que isso? Tenha paciência”, desabafou Jackson, sugerindo que Belivaldo teria sido “ganancioso” ou “ingrato”.

Mágoas de 2018 e a “Fidelidade a Fábio”

Jackson Barreto também aproveitou para recordar sua própria saída do governo em 2018, quando entregou nove meses de mandato para que Belivaldo (então vice) pudesse se popularizar e vencer a eleição. Jackson lembrou que, naquela ocasião, sentiu-se “abandonado no meio do caminho” e que isso custou sua vitória para o Senado.

Ao comparar sua trajetória com a de Belivaldo, Jackson reforça sua posição de aliado fiel a Fábio Mitidieri, destacando que a política deve ser pautada pela gratidão. A fala de JB isola ainda mais Belivaldo dentro do núcleo que sustenta o atual governo e coloca em xeque a narrativa do ex-governador de que estaria sendo “escanteado”.

Os Argumentos de Jackson Barreto

  • Poder Familiar: Citou o TCE para o genro e o Sebrae para a filha como provas de prestígio dado por Fábio.
  • Sacrifício Político: Lembrou que abriu mão do governo em 2018 para fazer o nome de Belivaldo.
  • Lealdade vs. Oportunismo: Questionou os motivos reais de Belivaldo ao se juntar ao grupo de Valmir de Francisquinho após receber tanto do atual governo.

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