Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Educação

Projeto promove protagonismo social em escolas do Alto da Independência, em Petrópolis

Cerca de 100 alunos de escolas públicas da região do Alto da Independência, em Petrópolis (RJ), participam de um projeto educacional que visa...

03/05/2026 · 08h27 · Atualizado às 19h04
Projeto promove protagonismo social em escolas do Alto da Independência, em Petrópolis

Cerca de 100 alunos de escolas públicas da região do Alto da Independência, em Petrópolis (RJ), participam de um projeto educacional que visa estimular a ação coletiva e a cooperação entre crianças e adolescentes nas suas comunidades. A iniciativa teve início em 10 de março e, em sua primeira fase, envolve três turmas; a expectativa dos organizadores é atingir até 1,8 mil estudantes ao longo do programa.

O que é o projeto

O programa está dividido em três eixos principais: educação ambiental, leitura e escrita, e estímulo à criatividade por meio de jogos. A frente ambiental, chamada Desafio Verde, aposta em oficinas, dinâmicas colaborativas e ações comunitárias para transformar os estudantes em protagonistas de soluções socioambientais no território.

Publicidade

A etapa dedicada à leitura e à escrita, nomeada Vozes do Alto, convida jovens a observar o entorno e transformar experiências locais em narrativas autorais. A terceira vertente, Arquitetura de Games, trata os jogos como linguagem cultural e campo tecnológico, com foco em criatividade, design, trabalho coletivo e possíveis trajetórias profissionais.

Quem está à frente

O projeto foi idealizado por Victor Prado, que enxerga na iniciativa uma forma de ampliar a visão dos jovens sobre temas frequentemente estigmatizados. Prado ressalta a ligação entre sustentabilidade e oportunidades, e destaca a importância de os estudantes se perceberem capazes de comunicar ideias, sobretudo por meio da leitura e da escrita diante das ferramentas digitais.

Entre os educadores, atua Samuel Barros, residente do Alto da Independência e criador de conteúdo sobre games há mais dez anos (YouTube). Ele é responsável pelo “Torneio Intercolegial de Games” e diz que o interesse das turmas surpreendeu a equipe: embora esperassem maior adesão ao módulo de jogos, todas as frentes foram bem recebidas, e a motivação dos alunos foi além da busca por recompensas.

Abrangência e escolas envolvidas

Duas unidades participam do projeto nesta etapa inicial: a Escola Municipal Alto Independência e o Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Santos Dumont. De acordo com Prado, a demanda já levou à intenção de abrir novas turmas ainda na semana seguinte à abertura do programa.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID
victor_dando_aula_de_games_copy

Contexto nacional

Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Educação em 2025 indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros consideram as aulas práticas necessárias para a “escola do futuro”. Segundo o levantamento, 41% dos alunos do 6º e 7º ano e 39% dos estudantes do 8º e 9º vêem essas atividades com a mesma importância das práticas esportivas. Os dados constam no Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas, que reuniu contribuições de 2,3 milhões de jovens e foi realizado pelo MEC em parceria com Itaú Social, Consed e Undime.

O projeto no Alto da Independência segue a proposta de aproximar conteúdos escolares de práticas locais e tecnológicas, buscando reforçar autonomia e participação dos estudantes nas transformações do seu entorno.

Publicidade

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Cerca de 100 alunos de escolas públicas da região do Alto da Independência, em Petrópolis (RJ), participam de um projeto educacional que visa estimular a ação coletiva e a cooperação entre crianças e adolescentes nas suas comunidades. A iniciativa teve início em 10 de março e, em sua primeira fase, envolve três turmas; a expectativa dos organizadores é atingir até 1,8 mil estudantes ao longo do programa.

O que é o projeto

O programa está dividido em três eixos principais: educação ambiental, leitura e escrita, e estímulo à criatividade por meio de jogos. A frente ambiental, chamada Desafio Verde, aposta em oficinas, dinâmicas colaborativas e ações comunitárias para transformar os estudantes em protagonistas de soluções socioambientais no território.

A etapa dedicada à leitura e à escrita, nomeada Vozes do Alto, convida jovens a observar o entorno e transformar experiências locais em narrativas autorais. A terceira vertente, Arquitetura de Games, trata os jogos como linguagem cultural e campo tecnológico, com foco em criatividade, design, trabalho coletivo e possíveis trajetórias profissionais.

Quem está à frente

O projeto foi idealizado por Victor Prado, que enxerga na iniciativa uma forma de ampliar a visão dos jovens sobre temas frequentemente estigmatizados. Prado ressalta a ligação entre sustentabilidade e oportunidades, e destaca a importância de os estudantes se perceberem capazes de comunicar ideias, sobretudo por meio da leitura e da escrita diante das ferramentas digitais.

Entre os educadores, atua Samuel Barros, residente do Alto da Independência e criador de conteúdo sobre games há mais dez anos (YouTube). Ele é responsável pelo “Torneio Intercolegial de Games” e diz que o interesse das turmas surpreendeu a equipe: embora esperassem maior adesão ao módulo de jogos, todas as frentes foram bem recebidas, e a motivação dos alunos foi além da busca por recompensas.

Abrangência e escolas envolvidas

Duas unidades participam do projeto nesta etapa inicial: a Escola Municipal Alto Independência e o Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Santos Dumont. De acordo com Prado, a demanda já levou à intenção de abrir novas turmas ainda na semana seguinte à abertura do programa.

victor_dando_aula_de_games_copy

Contexto nacional

Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Educação em 2025 indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros consideram as aulas práticas necessárias para a “escola do futuro”. Segundo o levantamento, 41% dos alunos do 6º e 7º ano e 39% dos estudantes do 8º e 9º vêem essas atividades com a mesma importância das práticas esportivas. Os dados constam no Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas, que reuniu contribuições de 2,3 milhões de jovens e foi realizado pelo MEC em parceria com Itaú Social, Consed e Undime.

O projeto no Alto da Independência segue a proposta de aproximar conteúdos escolares de práticas locais e tecnológicas, buscando reforçar autonomia e participação dos estudantes nas transformações do seu entorno.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA