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Adema esclarece que resíduos escuros nas praias durante chuvas são naturais

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) informou que o aparecimento de resíduos escuros na faixa de areia das praias, observado durante...

05/05/2026 · 17h18
Adema esclarece que resíduos escuros nas praias durante chuvas são naturais

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) informou que o aparecimento de resíduos escuros na faixa de areia das praias, observado durante períodos de chuva intensa, decorre de sedimentos e restos de algas trazidos pelos rios até o litoral, e não se trata de óleo. O órgão destaca que o material não oferece risco à saúde ou ao bem‑estar da população.

De acordo com a Adema, o fenômeno está ligado ao aumento do volume dos rios em épocas chuvosas, quando a correnteza arrasta matéria orgânica e sedimentos costeiros em direção ao mar. A presença desses resíduos tende a ser mais frequente próximo a estuários e áreas com manguezais, dependendo da intensidade das chuvas.

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O presidente da Adema, Carlos Anderson Pedreira, informou que, após receber denúncias que apontavam suspeita de óleo na areia, equipes técnicas foram deslocadas para verificar a situação. “Inicialmente, a informação chegou como suspeita de aparecimento de óleo na faixa de areia, mas nossos técnicos descartaram a possibilidade ao analisar in loco a situação. E é importante a população ter conhecimento disso porque, a partir de agora, a presença de resíduos orgânicos poderá ser percebida com alguma frequência, a depender do aumento das chuvas, sobretudo nas proximidades dos estuários dos rios, onde existirem manguezais”, disse Pedreira.

O engenheiro de petróleo e gás da Adema, Kevin Cruz, explicou como distinguir os sedimentos de resíduos oleosos: as manchas pretas são sedimentos que lembram óleo visualmente, mas não impregnaram nas mãos e saem com facilidade, característica que difere do óleo.

A Adema informou que mantém monitoramento contínuo das praias, avaliando tanto a qualidade da água quanto as condições da faixa de areia. O órgão divulga semanalmente um relatório de balneabilidade que analisa a qualidade das águas em 20 pontos do litoral norte, sul e da região metropolitana de Aracaju. Além disso, há vigilância específica para identificar e responder rapidamente a eventuais ocorrências de óleo.

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residuosempraia_fotoadema

Em caso de suspeita de vazamento de óleo — por exemplo, manchas persistentes na areia ou na água — a população deve comunicar a Adema pelo e‑mail denuncia@adema.se.gov.br, pelo telefone (79) 3198‑7152 (atendimento de segunda a sexta, das 7h às 13h), ou presencialmente na sede do órgão. A Adema informou ainda que um canal de atendimento via WhatsApp será disponibilizado em breve.

O monitoramento e as ações de verificação seguem como rotina do órgão para diferenciar fenômenos naturais de eventuais incidentes ambientais.

 

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A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) informou que o aparecimento de resíduos escuros na faixa de areia das praias, observado durante períodos de chuva intensa, decorre de sedimentos e restos de algas trazidos pelos rios até o litoral, e não se trata de óleo. O órgão destaca que o material não oferece risco à saúde ou ao bem‑estar da população.

De acordo com a Adema, o fenômeno está ligado ao aumento do volume dos rios em épocas chuvosas, quando a correnteza arrasta matéria orgânica e sedimentos costeiros em direção ao mar. A presença desses resíduos tende a ser mais frequente próximo a estuários e áreas com manguezais, dependendo da intensidade das chuvas.

O presidente da Adema, Carlos Anderson Pedreira, informou que, após receber denúncias que apontavam suspeita de óleo na areia, equipes técnicas foram deslocadas para verificar a situação. “Inicialmente, a informação chegou como suspeita de aparecimento de óleo na faixa de areia, mas nossos técnicos descartaram a possibilidade ao analisar in loco a situação. E é importante a população ter conhecimento disso porque, a partir de agora, a presença de resíduos orgânicos poderá ser percebida com alguma frequência, a depender do aumento das chuvas, sobretudo nas proximidades dos estuários dos rios, onde existirem manguezais”, disse Pedreira.

O engenheiro de petróleo e gás da Adema, Kevin Cruz, explicou como distinguir os sedimentos de resíduos oleosos: as manchas pretas são sedimentos que lembram óleo visualmente, mas não impregnaram nas mãos e saem com facilidade, característica que difere do óleo.

A Adema informou que mantém monitoramento contínuo das praias, avaliando tanto a qualidade da água quanto as condições da faixa de areia. O órgão divulga semanalmente um relatório de balneabilidade que analisa a qualidade das águas em 20 pontos do litoral norte, sul e da região metropolitana de Aracaju. Além disso, há vigilância específica para identificar e responder rapidamente a eventuais ocorrências de óleo.

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Em caso de suspeita de vazamento de óleo — por exemplo, manchas persistentes na areia ou na água — a população deve comunicar a Adema pelo e‑mail denuncia@adema.se.gov.br, pelo telefone (79) 3198‑7152 (atendimento de segunda a sexta, das 7h às 13h), ou presencialmente na sede do órgão. A Adema informou ainda que um canal de atendimento via WhatsApp será disponibilizado em breve.

O monitoramento e as ações de verificação seguem como rotina do órgão para diferenciar fenômenos naturais de eventuais incidentes ambientais.

 

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