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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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NACIONAL

Flávio Dino nega pedido de soltura de Deolane Bezerra no STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de liberdade apresentado pela defesa da influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra. A decisão foi assinada no sábado, 23, e publicada oficialmente neste domingo, 24.

24/05/2026 · 13h49
Flávio Dino nega pedido de soltura de Deolane Bezerra no STF

Ministro do Supremo Tribunal Federal afirmou não detectar “manifesta ilegalidade” na prisão preventiva da influenciadora e advogada.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de liberdade apresentado pela defesa da influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra. A decisão foi assinada no sábado, 23, e publicada oficialmente neste domingo, 24.

Os advogados de Deolane haviam ingressado com uma reclamação constitucional na tentativa de reverter a prisão preventiva decretada pela primeira instância, sob o argumento de que a medida cautelar era desproporcional. Contudo, ao analisar os autos, o ministro avaliou que o trâmite processual deve seguir as instâncias inferiores adequadas e recusou a concessão de um habeas corpus de ofício.

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“Não detecto manifesta ilegalidade ou teratologia hábil à concessão da ordem de habeas corpus de ofício”, destacou Flávio Dino em seu despacho, mantendo a validade do decreto prisional.

Contexto da Prisão

Deolane Bezerra foi presa na última quinta-feira, 21, em Barueri (SP), durante a “Operação Vérnix”, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de bens estruturado para beneficiar a cúpula do Primeiro Comando Capital (PCC), incluindo familiares do líder da facção, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola.

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A polícia suspeita que contas bancárias e empresas de fachada eram utilizadas de forma coordenada para movimentar o capital ilícito proveniente do tráfico de drogas. A Justiça paulista também determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em contas vinculadas à influenciadora.

Após a audiência de custódia, Deolane foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado. A empresária e sua defesa negam veementemente as acusações de envolvimento com a organização criminosa e sustentam que os valores recebidos são de origem legal, decorrentes do exercício regular de sua profissão como advogada.

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Ministro do Supremo Tribunal Federal afirmou não detectar “manifesta ilegalidade” na prisão preventiva da influenciadora e advogada.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de liberdade apresentado pela defesa da influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra. A decisão foi assinada no sábado, 23, e publicada oficialmente neste domingo, 24.

Os advogados de Deolane haviam ingressado com uma reclamação constitucional na tentativa de reverter a prisão preventiva decretada pela primeira instância, sob o argumento de que a medida cautelar era desproporcional. Contudo, ao analisar os autos, o ministro avaliou que o trâmite processual deve seguir as instâncias inferiores adequadas e recusou a concessão de um habeas corpus de ofício.

“Não detecto manifesta ilegalidade ou teratologia hábil à concessão da ordem de habeas corpus de ofício”, destacou Flávio Dino em seu despacho, mantendo a validade do decreto prisional.

Contexto da Prisão

Deolane Bezerra foi presa na última quinta-feira, 21, em Barueri (SP), durante a “Operação Vérnix”, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de bens estruturado para beneficiar a cúpula do Primeiro Comando Capital (PCC), incluindo familiares do líder da facção, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola.

A polícia suspeita que contas bancárias e empresas de fachada eram utilizadas de forma coordenada para movimentar o capital ilícito proveniente do tráfico de drogas. A Justiça paulista também determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em contas vinculadas à influenciadora.

Após a audiência de custódia, Deolane foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado. A empresária e sua defesa negam veementemente as acusações de envolvimento com a organização criminosa e sustentam que os valores recebidos são de origem legal, decorrentes do exercício regular de sua profissão como advogada.

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