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Chegada de Daniel Vorcaro altera dinâmica na Papudinha e intensifica segurança

Sergipe

Chegada de Daniel Vorcaro altera dinâmica na Papudinha e intensifica segurança

A chegada de Daniel Vorcaro à Papudinha alterou a dinâmica da unidade e intensificou a segurança.

26/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 05h33
Chegada de Daniel Vorcaro altera dinâmica na Papudinha e intensifica segurança

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A chegada do banqueiro Daniel Vorcaro à Papudinha, na última quinta-feira (25), provocou mudanças significativas na rotina da unidade, que agora opera com o rigor de uma penitenciária. As medidas de segurança foram reforçadas, reformulando a dinâmica do 19º batalhão da Polícia Militar do DF.

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No dia 26, a equipe de reportagem esteve na Papudinha, onde acompanhou as atividades do local. Vorcaro encontra-se isolado na mesma cela que abrigou o ex-presidente Jair Bolsonaro. A cela tem 60 metros quadrados e conta com uma área externa, quarto, cama de casal, banheiro e vestiário. Além disso, também acolheu o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Atualmente, cerca de 50 detentos estão custodiados no batalhão. Eles recebem cinco refeições diárias, incluindo café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. No dia da visita, o almoço foi uma feijoada, enquanto o lanche da tarde incluiu pão com manteiga, achocolatado, suco e doce.

Os presos têm a responsabilidade de manter a limpeza das celas, além de lavar suas próprias roupas e lençóis. Ao chegarem à Papudinha, os novos detentos passam por um período de isolamento sanitário de dez dias, uma medida preventiva para evitar a transmissão de doenças. Vorcaro seguiu esses protocolos e, por determinação do STF, não pode ter contato com Paulo Henrique Costa.

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A chegada de Vorcaro ao pavilhão B também resultou em uma reconfiguração das celas, onde o ex-presidente do BRB agora divide espaço com o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques. Apesar de estarem lado a lado, a comunicação entre eles é proibida pela Justiça.

A antiga cúpula da PM do DF, condenada pelos eventos de 8 de janeiro, também se encontra no mesmo pavilhão, incluindo o ex-comandante-geral Fábio Augusto Vieira e o ex-subcomandante-geral Klepter Rosa. No Pavilhão A, permanecem policiais militares e advogados. A Papudinha possui um total de oito celas, sendo cinco maiores e três menores.

Os detentos têm direito a visitas de familiares e advogados, que ocorrem em salas de audiências equipadas para videoconferências. As visitas familiares acontecem semanalmente, enquanto os encontros com advogados podem ser diários, com duração de uma hora. Todos os visitantes passam por uma rigorosa vistoria, incluindo um scanner corporal, para detectar a entrada de celulares ou substâncias proibidas.

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Além de abrigar os detentos, o batalhão conhecido como Papudinha também é responsável pela segurança da região, que fica próxima a São Sebastião. Os agentes utilizam drones para monitorar áreas de mata ao redor do complexo penitenciário.

Desde sua prisão em março e após sete transferências, Vorcaro já teve duas delações rejeitadas e agora está em busca de desenvolver uma nova proposta de colaboração premiada, ao mesmo tempo em que procura novos advogados em Brasília.

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A chegada do banqueiro Daniel Vorcaro à Papudinha, na última quinta-feira (25), provocou mudanças significativas na rotina da unidade, que agora opera com o rigor de uma penitenciária. As medidas de segurança foram reforçadas, reformulando a dinâmica do 19º batalhão da Polícia Militar do DF.

No dia 26, a equipe de reportagem esteve na Papudinha, onde acompanhou as atividades do local. Vorcaro encontra-se isolado na mesma cela que abrigou o ex-presidente Jair Bolsonaro. A cela tem 60 metros quadrados e conta com uma área externa, quarto, cama de casal, banheiro e vestiário. Além disso, também acolheu o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Atualmente, cerca de 50 detentos estão custodiados no batalhão. Eles recebem cinco refeições diárias, incluindo café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. No dia da visita, o almoço foi uma feijoada, enquanto o lanche da tarde incluiu pão com manteiga, achocolatado, suco e doce.

Os presos têm a responsabilidade de manter a limpeza das celas, além de lavar suas próprias roupas e lençóis. Ao chegarem à Papudinha, os novos detentos passam por um período de isolamento sanitário de dez dias, uma medida preventiva para evitar a transmissão de doenças. Vorcaro seguiu esses protocolos e, por determinação do STF, não pode ter contato com Paulo Henrique Costa.

A chegada de Vorcaro ao pavilhão B também resultou em uma reconfiguração das celas, onde o ex-presidente do BRB agora divide espaço com o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques. Apesar de estarem lado a lado, a comunicação entre eles é proibida pela Justiça.

A antiga cúpula da PM do DF, condenada pelos eventos de 8 de janeiro, também se encontra no mesmo pavilhão, incluindo o ex-comandante-geral Fábio Augusto Vieira e o ex-subcomandante-geral Klepter Rosa. No Pavilhão A, permanecem policiais militares e advogados. A Papudinha possui um total de oito celas, sendo cinco maiores e três menores.

Os detentos têm direito a visitas de familiares e advogados, que ocorrem em salas de audiências equipadas para videoconferências. As visitas familiares acontecem semanalmente, enquanto os encontros com advogados podem ser diários, com duração de uma hora. Todos os visitantes passam por uma rigorosa vistoria, incluindo um scanner corporal, para detectar a entrada de celulares ou substâncias proibidas.

Além de abrigar os detentos, o batalhão conhecido como Papudinha também é responsável pela segurança da região, que fica próxima a São Sebastião. Os agentes utilizam drones para monitorar áreas de mata ao redor do complexo penitenciário.

Desde sua prisão em março e após sete transferências, Vorcaro já teve duas delações rejeitadas e agora está em busca de desenvolver uma nova proposta de colaboração premiada, ao mesmo tempo em que procura novos advogados em Brasília.

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