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Senador Cleitinho admite erro ao pedir foto com Virginia na CPI das Bets

Senador Cleitinho Azevedo admite erro ao pedir foto com Virginia durante CPI das Bets.

11/07/2026 · 12h27
Senador Cleitinho admite erro ao pedir foto com Virginia na CPI das Bets

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) declarou publicamente que cometeu um erro ao solicitar uma foto com a influenciadora Virginia Fonseca durante a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Bets. A declaração foi feita nesta quinta-feira, 9 de julho de 2026, em uma sessão no Senado.

“Foi um erro. Fui um idiota de pedir uma foto para minha filha da influenciadora Virginia”, afirmou o senador.

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O episódio ocorreu em maio de 2025, quando Cleitinho interrompeu o depoimento de Virginia na CPI para solicitar que ela gravasse um vídeo para sua esposa e filha. A atitude gerou críticas por ter ocorrido em um momento de investigação sobre a divulgação de apostas esportivas on-line.

O senador decidiu retomar o assunto após encontrar um homem que relatou ter desenvolvido um vício em jogos e quase perdido a vida e a família em decorrência das apostas. “Ele falou que uma coisa que o chateou muito foi eu ter pedido aquela foto na CPI. Disse que quase perdeu a vida e a família por causa desse raio desse jogo”, contou Cleitinho.

Após a repercussão negativa do episódio, Cleitinho enviou uma mensagem de áudio para Virginia pedindo que ela suspendesse sua publicidade para plataformas de apostas. Na mesma audiência em maio de 2025, ele havia feito um apelo direto à influenciadora: “Você não precisa mais disso. Acaba com isso. Divulga seus pré-treinos. Inclusive tomei seu pré-treino hoje. Maravilhoso”, disse na ocasião. Cleitinho ainda defendeu que Virginia não era “criminosa” nem “bandida” e criticou o Congresso por não ter “moral” para responsabilizá-la.

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Na declaração recente, Cleitinho voltou a responsabilizar o Congresso Nacional pela regulamentação do setor. “O erro maior foi do Congresso, que regulamentou isso. Se não tivesse regulamentado, essa porcaria não estaria acabando com milhares de famílias”, declarou.

O senador defendeu medidas mais rígidas contra as apostas esportivas, apresentando dados sobre o crescimento das bets durante a Copa do Mundo de Clubes, além de informações sobre o impacto do vício na saúde mental e nos gastos do SUS (Sistema Único de Saúde). Ele argumentou que o combate ao setor não deve ser tratado como uma questão ideológica. “Isso não é questão de esquerda nem de direita. O Brasil virou o país das bets. Todos os parlamentares têm que se posicionar para dar um fim nisso”, afirmou.

O retorno de Cleitinho ao tema coincide com uma nova fase das investigações sobre Virginia Fonseca. O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) ajuizou uma ação civil pública contra a influenciadora e a plataforma de apostas Blaze, apontando a parceria como um “conluio predatório”. O órgão pede a condenação de ambas ao pagamento de, no mínimo, R$ 120 milhões por danos morais coletivos, argumentando que Virginia atuou como um dos principais braços de divulgação da plataforma.

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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) declarou publicamente que cometeu um erro ao solicitar uma foto com a influenciadora Virginia Fonseca durante a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Bets. A declaração foi feita nesta quinta-feira, 9 de julho de 2026, em uma sessão no Senado.

“Foi um erro. Fui um idiota de pedir uma foto para minha filha da influenciadora Virginia”, afirmou o senador.

O episódio ocorreu em maio de 2025, quando Cleitinho interrompeu o depoimento de Virginia na CPI para solicitar que ela gravasse um vídeo para sua esposa e filha. A atitude gerou críticas por ter ocorrido em um momento de investigação sobre a divulgação de apostas esportivas on-line.

O senador decidiu retomar o assunto após encontrar um homem que relatou ter desenvolvido um vício em jogos e quase perdido a vida e a família em decorrência das apostas. “Ele falou que uma coisa que o chateou muito foi eu ter pedido aquela foto na CPI. Disse que quase perdeu a vida e a família por causa desse raio desse jogo”, contou Cleitinho.

Após a repercussão negativa do episódio, Cleitinho enviou uma mensagem de áudio para Virginia pedindo que ela suspendesse sua publicidade para plataformas de apostas. Na mesma audiência em maio de 2025, ele havia feito um apelo direto à influenciadora: “Você não precisa mais disso. Acaba com isso. Divulga seus pré-treinos. Inclusive tomei seu pré-treino hoje. Maravilhoso”, disse na ocasião. Cleitinho ainda defendeu que Virginia não era “criminosa” nem “bandida” e criticou o Congresso por não ter “moral” para responsabilizá-la.

Na declaração recente, Cleitinho voltou a responsabilizar o Congresso Nacional pela regulamentação do setor. “O erro maior foi do Congresso, que regulamentou isso. Se não tivesse regulamentado, essa porcaria não estaria acabando com milhares de famílias”, declarou.

O senador defendeu medidas mais rígidas contra as apostas esportivas, apresentando dados sobre o crescimento das bets durante a Copa do Mundo de Clubes, além de informações sobre o impacto do vício na saúde mental e nos gastos do SUS (Sistema Único de Saúde). Ele argumentou que o combate ao setor não deve ser tratado como uma questão ideológica. “Isso não é questão de esquerda nem de direita. O Brasil virou o país das bets. Todos os parlamentares têm que se posicionar para dar um fim nisso”, afirmou.

O retorno de Cleitinho ao tema coincide com uma nova fase das investigações sobre Virginia Fonseca. O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) ajuizou uma ação civil pública contra a influenciadora e a plataforma de apostas Blaze, apontando a parceria como um “conluio predatório”. O órgão pede a condenação de ambas ao pagamento de, no mínimo, R$ 120 milhões por danos morais coletivos, argumentando que Virginia atuou como um dos principais braços de divulgação da plataforma.

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