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MP das Dívidas Rurais será analisada pela FPA antes do Senado, afirma Tereza Cristina

Tereza Cristina afirma que MP das Dívidas Rurais será analisada pela FPA antes do Senado.

14/07/2026 · 20h59
MP das Dívidas Rurais será analisada pela FPA antes do Senado, afirma Tereza Cristina

A senadora Tereza Cristina (PP) destacou, nesta segunda-feira (13), que a Medida Provisória (MP) das Dívidas Rurais, que promove a renegociação de débitos no agronegócio, deve ser analisada pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) antes de ser apreciada pelo Senado Federal.

A senadora afirmou que o trâmite da medida junto à avaliação da Frente é parte de um combinado com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. “Tive a sinalização de que vão passar o texto para a FPA, antes de ser apreciado no Congresso, conforme combinado com o Motta”, declarou durante coletiva de imprensa.

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A MP foi editada pelo Governo Federal com o objetivo de aliviar a situação financeira de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos e dificuldades econômicas, viabilizando a renegociação de operações de crédito rural.

Durante a entrevista em Brasília, Tereza Cristina também ressaltou a importância da tramitação da MP do Frete (Medida Provisória nº 1.343/2026), que estabelece regras para o transporte rodoviário de cargas no Brasil. A senadora destacou que os pontos de alteração já estão sendo debatidos com as lideranças parlamentares. A medida endurece a fiscalização do piso mínimo do frete e institui um salário de R$ 5 mil para motoristas celetistas, além de exigir adiantamento mínimo de 70% do frete para autônomos.

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A senadora enfatizou que as discussões avançam e que é necessário decidir sobre a MP em tempo hábil. “O problema do piso é algo que mantém muita dúvida, mas já tem sinalização dos lados e teremos mais reuniões. Temos um prazo e buscamos uma resolução para que a MP não caduque”, frisou.

“Apresentaremos emendas à MP do frete, colocamos nossos pontos e fazemos negociações para que não passe o prazo, ajustes de redação, de impugnação e de vetos”, concluiu Tereza Cristina.

A MP do Frete tem efeitos significativos para o agronegócio, visto que cerca de 60% da produção agropecuária brasileira é transportada por rodovias. O setor espera que a medida contribua para a redução do custo de movimentação da produção agrícola e dos insumos, melhorando as margens dos produtores e aumentando a competitividade das safras brasileiras.

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A senadora Tereza Cristina (PP) destacou, nesta segunda-feira (13), que a Medida Provisória (MP) das Dívidas Rurais, que promove a renegociação de débitos no agronegócio, deve ser analisada pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) antes de ser apreciada pelo Senado Federal.

A senadora afirmou que o trâmite da medida junto à avaliação da Frente é parte de um combinado com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. “Tive a sinalização de que vão passar o texto para a FPA, antes de ser apreciado no Congresso, conforme combinado com o Motta”, declarou durante coletiva de imprensa.

A MP foi editada pelo Governo Federal com o objetivo de aliviar a situação financeira de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos e dificuldades econômicas, viabilizando a renegociação de operações de crédito rural.

Durante a entrevista em Brasília, Tereza Cristina também ressaltou a importância da tramitação da MP do Frete (Medida Provisória nº 1.343/2026), que estabelece regras para o transporte rodoviário de cargas no Brasil. A senadora destacou que os pontos de alteração já estão sendo debatidos com as lideranças parlamentares. A medida endurece a fiscalização do piso mínimo do frete e institui um salário de R$ 5 mil para motoristas celetistas, além de exigir adiantamento mínimo de 70% do frete para autônomos.

A senadora enfatizou que as discussões avançam e que é necessário decidir sobre a MP em tempo hábil. “O problema do piso é algo que mantém muita dúvida, mas já tem sinalização dos lados e teremos mais reuniões. Temos um prazo e buscamos uma resolução para que a MP não caduque”, frisou.

“Apresentaremos emendas à MP do frete, colocamos nossos pontos e fazemos negociações para que não passe o prazo, ajustes de redação, de impugnação e de vetos”, concluiu Tereza Cristina.

A MP do Frete tem efeitos significativos para o agronegócio, visto que cerca de 60% da produção agropecuária brasileira é transportada por rodovias. O setor espera que a medida contribua para a redução do custo de movimentação da produção agrícola e dos insumos, melhorando as margens dos produtores e aumentando a competitividade das safras brasileiras.

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