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Nikolas Ferreira critica decisão de Moraes e defende Flávio Bolsonaro

Nikolas Ferreira critica decisão de Moraes, que suspendeu visitas de Flávio a Jair Bolsonaro.

14/07/2026 · 20h59
Nikolas Ferreira critica decisão de Moraes e defende Flávio Bolsonaro

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou nesta segunda-feira (13.jul.2026) que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, resultou em uma espécie de “propaganda” para a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A medida, que suspendeu por 90 dias as visitas do senador ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi interpretada por Ferreira como um ato que poderá prejudicar a comunicação entre pai e filho até o fim do primeiro turno das eleições.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Nikolas destacou que a ação de Moraes terá um efeito contrário ao esperado. “No fim das contas, sabe quem está fazendo propaganda eleitoral para o Flávio? Alexandre de Moraes”, declarou o congressista.

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Durante a gravação, o deputado fez uma comparação entre as restrições impostas a Bolsonaro e o tratamento recebido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante seu período de prisão, entre 2018 e 2019. Segundo ele, Lula recebeu visitas, deu entrevistas e teve suas cartas divulgadas, sem enfrentar limitações semelhantes. “Mas como será que o Judiciário tratava quando era o Lula preso?”, questionou.

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Além disso, Nikolas criticou a investigação aberta sobre uma possível propaganda eleitoral antecipada após a divulgação de uma carta em que Jair Bolsonaro manifesta apoio à candidatura de Flávio ao Planalto. Ele argumentou que manifestações políticas envolvendo Lula durante a campanha de 2018 não receberam a mesma atenção do Judiciário. “Agora o Moraes vem acionar o Ministério Público Eleitoral para investigar, falando que houve propaganda antecipada na divulgação da carta de Bolsonaro. Aí eu pergunto: isso aqui foi o quê, então?”, indagou.

Por fim, o deputado frisou que as restrições impostas por Moraes afetam diretamente o processo eleitoral, limitando a atuação política de Bolsonaro durante a campanha. “Tiraram o nosso melhor jogador do campo”, afirmou, ao ressaltar que as medidas adotadas antes do início oficial da disputa parecem ter como objetivo impedir a influência eleitoral do ex-presidente.

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou nesta segunda-feira (13.jul.2026) que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, resultou em uma espécie de “propaganda” para a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A medida, que suspendeu por 90 dias as visitas do senador ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi interpretada por Ferreira como um ato que poderá prejudicar a comunicação entre pai e filho até o fim do primeiro turno das eleições.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Nikolas destacou que a ação de Moraes terá um efeito contrário ao esperado. “No fim das contas, sabe quem está fazendo propaganda eleitoral para o Flávio? Alexandre de Moraes”, declarou o congressista.

Durante a gravação, o deputado fez uma comparação entre as restrições impostas a Bolsonaro e o tratamento recebido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante seu período de prisão, entre 2018 e 2019. Segundo ele, Lula recebeu visitas, deu entrevistas e teve suas cartas divulgadas, sem enfrentar limitações semelhantes. “Mas como será que o Judiciário tratava quando era o Lula preso?”, questionou.

Além disso, Nikolas criticou a investigação aberta sobre uma possível propaganda eleitoral antecipada após a divulgação de uma carta em que Jair Bolsonaro manifesta apoio à candidatura de Flávio ao Planalto. Ele argumentou que manifestações políticas envolvendo Lula durante a campanha de 2018 não receberam a mesma atenção do Judiciário. “Agora o Moraes vem acionar o Ministério Público Eleitoral para investigar, falando que houve propaganda antecipada na divulgação da carta de Bolsonaro. Aí eu pergunto: isso aqui foi o quê, então?”, indagou.

Por fim, o deputado frisou que as restrições impostas por Moraes afetam diretamente o processo eleitoral, limitando a atuação política de Bolsonaro durante a campanha. “Tiraram o nosso melhor jogador do campo”, afirmou, ao ressaltar que as medidas adotadas antes do início oficial da disputa parecem ter como objetivo impedir a influência eleitoral do ex-presidente.

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