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Robôs com IA na China assumem serviços e reduzem custos

Robôs na China avançam no setor de serviços com IA, visando substituir humanos e reduzir custos.

04/08/2026 · 20h03
Robôs com IA na China assumem serviços e reduzem custos

A China tem cerca de 200 empresas desenvolvendo humanoides equipados com IA para tarefas simples e repetitivas. A meta é tornar as máquinas mais inteligentes e lucrativas, substituindo trabalho humano e cortando custos.

O setor de robôs que realizam tarefas humanas está evoluindo de maneira acelerada na China. Atualmente, o país conta com aproximadamente 200 empresas dedicadas à produção de modelos humanoides, voltados para diversas aplicações. O principal objetivo nesse contexto de crescimento da robótica associada à inteligência artificial (IA) é desenvolver máquinas mais inteligentes, que também possam gerar receita.

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Atualmente, o foco está nos robôs que executam tarefas simples e repetitivas, com a intenção de substituir humanos e reduzir custos operacionais. Há modelos já em operação que realizam atividades cotidianas, como empacotar produtos, atender clientes, buscar itens nas prateleiras e até cozinhar.

A Conferência Mundial de Inteligência Artificial (Waic), realizada em julho na cidade de Xangai, exibiu uma variedade impressionante de modelos de robôs. Ao percorrer os estandes, é fácil imaginar que em alguns anos versões mais avançadas dessas máquinas estarão interagindo no cotidiano das pessoas, tanto no comércio quanto em residências.

A expansão dos robôs com IA é incentivada pelo governo chinês, que busca não apenas fortalecer a presença das empresas locais no mercado global, mas também aprimorar a eficiência de diversos setores econômicos. Consultorias projetam que o mercado de robôs humanoides na China deve atingir cerca de US$ 15 bilhões até 2030. Para 2026, a meta do governo é ter pelo menos 10.000 robôs em operação comercial.

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Atualmente, já é possível observar robôs em funcionamento em algumas lojas na China, embora a presença humana para supervisão ainda seja necessária. Este é um desafio que deve ser superado em um futuro próximo, considerando o avanço dos chips que proporcionam um aprendizado mais rápido e eficiente às máquinas.

Enquanto isso, fábricas quase totalmente automatizadas já são uma realidade na China, com mínima ou nenhuma intervenção humana nas linhas de produção. Um exemplo é uma fábrica visitada no ano passado, que produzia 1,7 milhão de células de placas fotovoltaicas diariamente, operando 24 horas sem a presença de trabalhadores.

Até que o dia em que a maioria das fábricas esteja automatizada chegue, haverá um período em que máquinas e humanos trabalharão em conjunto. Já existem situações em que pessoas operam máquinas, como empilhadeiras, e essa interação deverá se intensificar, com trabalhadores controlando robôs humanoides de mais de 3 metros de altura, conhecidos como mechas, durante seus turnos.

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Um dos modelos que mais se destacou no evento de Xangai foi o GD01, fabricado pela Unitree. Trata-se de um robô pilotável, projetado para manusear cargas pesadas, cuja unidade é avaliada em US$ 650 mil (aproximadamente R$ 3,2 milhões).

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A China tem cerca de 200 empresas desenvolvendo humanoides equipados com IA para tarefas simples e repetitivas. A meta é tornar as máquinas mais inteligentes e lucrativas, substituindo trabalho humano e cortando custos.

O setor de robôs que realizam tarefas humanas está evoluindo de maneira acelerada na China. Atualmente, o país conta com aproximadamente 200 empresas dedicadas à produção de modelos humanoides, voltados para diversas aplicações. O principal objetivo nesse contexto de crescimento da robótica associada à inteligência artificial (IA) é desenvolver máquinas mais inteligentes, que também possam gerar receita.

Atualmente, o foco está nos robôs que executam tarefas simples e repetitivas, com a intenção de substituir humanos e reduzir custos operacionais. Há modelos já em operação que realizam atividades cotidianas, como empacotar produtos, atender clientes, buscar itens nas prateleiras e até cozinhar.

A Conferência Mundial de Inteligência Artificial (Waic), realizada em julho na cidade de Xangai, exibiu uma variedade impressionante de modelos de robôs. Ao percorrer os estandes, é fácil imaginar que em alguns anos versões mais avançadas dessas máquinas estarão interagindo no cotidiano das pessoas, tanto no comércio quanto em residências.

A expansão dos robôs com IA é incentivada pelo governo chinês, que busca não apenas fortalecer a presença das empresas locais no mercado global, mas também aprimorar a eficiência de diversos setores econômicos. Consultorias projetam que o mercado de robôs humanoides na China deve atingir cerca de US$ 15 bilhões até 2030. Para 2026, a meta do governo é ter pelo menos 10.000 robôs em operação comercial.

Atualmente, já é possível observar robôs em funcionamento em algumas lojas na China, embora a presença humana para supervisão ainda seja necessária. Este é um desafio que deve ser superado em um futuro próximo, considerando o avanço dos chips que proporcionam um aprendizado mais rápido e eficiente às máquinas.

Enquanto isso, fábricas quase totalmente automatizadas já são uma realidade na China, com mínima ou nenhuma intervenção humana nas linhas de produção. Um exemplo é uma fábrica visitada no ano passado, que produzia 1,7 milhão de células de placas fotovoltaicas diariamente, operando 24 horas sem a presença de trabalhadores.

Até que o dia em que a maioria das fábricas esteja automatizada chegue, haverá um período em que máquinas e humanos trabalharão em conjunto. Já existem situações em que pessoas operam máquinas, como empilhadeiras, e essa interação deverá se intensificar, com trabalhadores controlando robôs humanoides de mais de 3 metros de altura, conhecidos como mechas, durante seus turnos.

Um dos modelos que mais se destacou no evento de Xangai foi o GD01, fabricado pela Unitree. Trata-se de um robô pilotável, projetado para manusear cargas pesadas, cuja unidade é avaliada em US$ 650 mil (aproximadamente R$ 3,2 milhões).

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