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Luiza Brunet relembra assédio sexual na infância em programa de TV

Luiza Brunet relembra assédio sexual na infância em programa de TV, abordando violência familiar.

14/07/2026 · 20h58
Luiza Brunet relembra assédio sexual na infância em programa de TV

A empresária Luiza Brunet, de 64 anos, compartilhou uma parte dolorosa de sua infância durante sua participação no programa Domingo Espetacular, exibido no último domingo (12). Ela recordou que, após estudar até os 11 anos, começou a trabalhar em uma casa de família, onde sofreu um abuso sexual.

Brunet, que nasceu no interior do Mato Grosso do Sul, descreveu um ambiente familiar marcado pela violência. “Eu nasci na roça, no interior do Mato Grosso do Sul, e eu comecei a assistir em casa a muita violência. Violência doméstica regular. Eu tinha um pai desempregado, alcoólatra, que tinha problemas mentais que não eram vistos como um problema, não de ser uma doença”, revelou.

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“Minha mãe era agredida o tempo inteiro, de várias formas, principalmente agressão física”, acrescentou.

Durante a entrevista conduzida por Cíntia Chagas, Brunet mencionou que sua trajetória começou a mudar quando sua mãe decidiu terminar o casamento. “Minha mãe resolveu acabar com essa violência. Ela colocou os filhos num ônibus e voltou para o subúrbio do Rio de Janeiro. Foi ali que tive a sorte ou a infelicidade de ir trabalhar numa casa de família, com 11 anos, onde sofri um abuso sexual. Ali, fui invadida por uma pessoa adulta. Acabei voltando para casa, não tive escolha”, recordou.

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A ex-modelo também falou sobre o início de sua carreira artística, que surgiu de forma inesperada. “Nunca achei que fosse fazer isso. Meu sonho era ser cabeleireira. Mas conheci um modelo na época, e ele me levou para conhecer um estúdio. Chegando lá, um fotógrafo que fazia book de modelo insistiu muito para que eu fizesse. Foi tudo muito orgânico, muito rápido”, contou.

Essa entrevista de Luiza Brunet traz à tona questões importantes sobre abuso e violência, além de abrir espaço para reflexões sobre a infância de muitas pessoas que passam por situações semelhantes. A discussão sobre violência sexual contra crianças no Brasil ainda é um tema que requer atenção e ações efetivas para a proteção dos menores.

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A empresária Luiza Brunet, de 64 anos, compartilhou uma parte dolorosa de sua infância durante sua participação no programa Domingo Espetacular, exibido no último domingo (12). Ela recordou que, após estudar até os 11 anos, começou a trabalhar em uma casa de família, onde sofreu um abuso sexual.

Brunet, que nasceu no interior do Mato Grosso do Sul, descreveu um ambiente familiar marcado pela violência. “Eu nasci na roça, no interior do Mato Grosso do Sul, e eu comecei a assistir em casa a muita violência. Violência doméstica regular. Eu tinha um pai desempregado, alcoólatra, que tinha problemas mentais que não eram vistos como um problema, não de ser uma doença”, revelou.

“Minha mãe era agredida o tempo inteiro, de várias formas, principalmente agressão física”, acrescentou.

Durante a entrevista conduzida por Cíntia Chagas, Brunet mencionou que sua trajetória começou a mudar quando sua mãe decidiu terminar o casamento. “Minha mãe resolveu acabar com essa violência. Ela colocou os filhos num ônibus e voltou para o subúrbio do Rio de Janeiro. Foi ali que tive a sorte ou a infelicidade de ir trabalhar numa casa de família, com 11 anos, onde sofri um abuso sexual. Ali, fui invadida por uma pessoa adulta. Acabei voltando para casa, não tive escolha”, recordou.

A ex-modelo também falou sobre o início de sua carreira artística, que surgiu de forma inesperada. “Nunca achei que fosse fazer isso. Meu sonho era ser cabeleireira. Mas conheci um modelo na época, e ele me levou para conhecer um estúdio. Chegando lá, um fotógrafo que fazia book de modelo insistiu muito para que eu fizesse. Foi tudo muito orgânico, muito rápido”, contou.

Essa entrevista de Luiza Brunet traz à tona questões importantes sobre abuso e violência, além de abrir espaço para reflexões sobre a infância de muitas pessoas que passam por situações semelhantes. A discussão sobre violência sexual contra crianças no Brasil ainda é um tema que requer atenção e ações efetivas para a proteção dos menores.

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