Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Esporte

Fifa projeta faturamento superior a US$ 3,1 bilhões com ingressos da Copa 2026

Fifa deve faturar mais de US$ 3,1 bilhões com ingressos na Copa de 2026.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h32
Fifa projeta faturamento superior a US$ 3,1 bilhões com ingressos da Copa 2026

A Fifa deve ultrapassar a estimativa inicial de faturamento com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade para a Copa do Mundo de 2026. A previsão original era de US$ 3,1 bilhões (cerca de R$ 16 bilhões), um valor que representa um aumento de seis vezes em relação ao último mundial.

Esse crescimento está atrelado à ampliação do torneio, que agora conta com 48 seleções e um total de 104 partidas. Além disso, a política de preços adotada pela Fifa para os ingressos contribuiu para esse aumento significativo. O montante engloba tanto a venda de entradas para os jogos quanto os pacotes de áreas VIP nos estádios, que apresentaram uma taxa de ocupação média superior a 99% durante a competição.

Publicidade

Com um modelo de preços dinâmicos, a Fifa ajustou os valores dos ingressos conforme a demanda. Na final, disputada entre as seleções da Espanha e Argentina, o mercado secundário de ingressos apresentou aumento. Na plataforma SeatGeek, a média de preços chegou a US$ 12.751, enquanto o menor valor registrado foi próximo de US$ 7.600.

A organização também disponibilizou pacotes de hospitalidade para a partida decisiva. Antes do confronto entre Espanha e Argentina, opções de áreas VIP chegaram a custar US$ 34.500 por pessoa. A Fifa não divulga a arrecadação específica de cada jogo, mas a elevação dos preços reforçou o impacto comercial da final, que ocorreu no MetLife Stadium, em Nova Jersey, e recebeu até 80.663 torcedores ao longo das partidas do Mundial.

A receita proveniente da venda de ingressos e hospitalidade faz parte da projeção da Fifa para um faturamento recorde em 2026. Em um evento realizado no sábado (18 de julho de 2026), o presidente da entidade, Gianni Infantino, afirmou que a expectativa é de que a arrecadação total chegue a US$ 15 bilhões (R$ 76,5 bilhões), valor que supera em US$ 2 bilhões a projeção inicial.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

As principais fontes de receita da Fifa nesse ciclo incluem a venda de direitos de transmissão, que corresponde a 44% do faturamento previsto, ingressos e hospitalidade, com 34%, e contratos de patrocínio, que representam 20%. A Fifa estima ainda que os custos operacionais relacionados à competição totalizem US$ 3,7 bilhões, englobando a premiação destinada às seleções participantes e outros gastos inerentes à realização do torneio.

A Copa do Mundo é um evento esportivo privado com fins lucrativos, realizado a cada quatro anos pela Fifa. As seleções se classificam por meio de eliminatórias, e a escolha da comissão técnica e dos jogadores que compõem cada equipe é feita por entidades privadas.

No Brasil, a definição do treinador e dos jogadores convocados cabe à CBF (Confederação Brasileira de Futebol), uma organização privada sem vínculo com o governo federal. Assim, não há influência do governo brasileiro na composição do time que participa do torneio, sendo que a equipe que representa o país é escolhida por uma entidade privada.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

A Fifa deve ultrapassar a estimativa inicial de faturamento com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade para a Copa do Mundo de 2026. A previsão original era de US$ 3,1 bilhões (cerca de R$ 16 bilhões), um valor que representa um aumento de seis vezes em relação ao último mundial.

Esse crescimento está atrelado à ampliação do torneio, que agora conta com 48 seleções e um total de 104 partidas. Além disso, a política de preços adotada pela Fifa para os ingressos contribuiu para esse aumento significativo. O montante engloba tanto a venda de entradas para os jogos quanto os pacotes de áreas VIP nos estádios, que apresentaram uma taxa de ocupação média superior a 99% durante a competição.

Com um modelo de preços dinâmicos, a Fifa ajustou os valores dos ingressos conforme a demanda. Na final, disputada entre as seleções da Espanha e Argentina, o mercado secundário de ingressos apresentou aumento. Na plataforma SeatGeek, a média de preços chegou a US$ 12.751, enquanto o menor valor registrado foi próximo de US$ 7.600.

A organização também disponibilizou pacotes de hospitalidade para a partida decisiva. Antes do confronto entre Espanha e Argentina, opções de áreas VIP chegaram a custar US$ 34.500 por pessoa. A Fifa não divulga a arrecadação específica de cada jogo, mas a elevação dos preços reforçou o impacto comercial da final, que ocorreu no MetLife Stadium, em Nova Jersey, e recebeu até 80.663 torcedores ao longo das partidas do Mundial.

A receita proveniente da venda de ingressos e hospitalidade faz parte da projeção da Fifa para um faturamento recorde em 2026. Em um evento realizado no sábado (18 de julho de 2026), o presidente da entidade, Gianni Infantino, afirmou que a expectativa é de que a arrecadação total chegue a US$ 15 bilhões (R$ 76,5 bilhões), valor que supera em US$ 2 bilhões a projeção inicial.

As principais fontes de receita da Fifa nesse ciclo incluem a venda de direitos de transmissão, que corresponde a 44% do faturamento previsto, ingressos e hospitalidade, com 34%, e contratos de patrocínio, que representam 20%. A Fifa estima ainda que os custos operacionais relacionados à competição totalizem US$ 3,7 bilhões, englobando a premiação destinada às seleções participantes e outros gastos inerentes à realização do torneio.

A Copa do Mundo é um evento esportivo privado com fins lucrativos, realizado a cada quatro anos pela Fifa. As seleções se classificam por meio de eliminatórias, e a escolha da comissão técnica e dos jogadores que compõem cada equipe é feita por entidades privadas.

No Brasil, a definição do treinador e dos jogadores convocados cabe à CBF (Confederação Brasileira de Futebol), uma organização privada sem vínculo com o governo federal. Assim, não há influência do governo brasileiro na composição do time que participa do torneio, sendo que a equipe que representa o país é escolhida por uma entidade privada.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA