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Acidente

Destroços de avião da Pan Am são encontrados 74 anos após tragédia em Porto Rico

Destroços de avião da Pan Am são encontrados após 74 anos de queda em Porto Rico.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h10
Destroços de avião da Pan Am são encontrados 74 anos após tragédia em Porto Rico

Setenta e quatro anos após a queda de um voo da antiga companhia aérea americana Pan Am nas águas próximas a Porto Rico, uma equipe de buscas descobriu os destroços da aeronave no fundo do oceano. O acidente, que ocorreu em 11 de abril de 1952, resultou na morte de 52 pessoas e levou a reformas significativas nas normas de segurança para viagens aéreas.

A Air/Sea Heritage Foundation, em parceria com outras instituições, incluindo o programa “Expedition Unknown” do Discovery Channel, localizou os destroços do “Clipper Endeavor” no Oceano Atlântico, ao largo da costa norte de Porto Rico. A descoberta foi anunciada em um comunicado nesta terça-feira (21).

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Os destroços foram encontrados a aproximadamente 600 metros de profundidade, utilizando um drone submarino autônomo e um sonar de alta resolução. Imagens capturadas após a localização mostraram claramente o logotipo da Pan American e o nome da aeronave, confirmando a identidade do avião.

Embora todos os passageiros tenham sobrevivido ao impacto inicial, apenas 17 foram resgatados, enquanto as demais vítimas perderam a vida quando a aeronave afundou rapidamente. A falta de instruções de segurança e a confusão entre os passageiros foram citadas como fatores que contribuíram para a tragédia. O acidente gerou mudanças significativas nas práticas de segurança aérea, incluindo a obrigatoriedade de instruções de segurança antes da decolagem.

“Estamos todos atônitos e eufóricos com essa descoberta, mas também tomados por um sentimento de humildade ao recordar o que aconteceu naquele local há tanto tempo”, destacou Russ Matthews, presidente da Air/Sea Heritage Foundation.

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A equipe de busca, que contou com a participação da empresa Deep Sea Vision, iniciou a busca pelos destroços em 2 de junho deste ano. O Discovery Channel planeja abordar a descoberta em um episódio de “Expedition Unknown” ainda em 2026.

A Air/Sea Heritage Foundation agora trabalha com o governo de Porto Rico para proteger o local dos destroços e propõe a criação de um memorial em homenagem às vítimas do acidente. Famílias afetadas pela tragédia e os dois únicos sobreviventes conhecidos também foram contatados.

O avião, que seguia para Nova York, perdeu os dois motores do lado direito logo após a decolagem, o que levou o piloto a realizar um pouso forçado na água. Apesar de a aeronave ter botes salva-vidas e dispositivos de flutuação, a ausência de instruções claras gerou confusão entre os passageiros, que não conseguiram evacuar a aeronave a tempo. O relatório do Civil Aeronautics Board sugeriu mudanças nas normas de segurança da aviação, que, segundo especialistas, tornaram os voos mais seguros.

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“Sempre que você embarca em um avião hoje, está mais seguro graças ao que aconteceu com o ‘Clipper Endeavor’ e seus passageiros há três quartos de século”, afirmou Josh Gates, apresentador do programa “Expedition Unknown”.

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Setenta e quatro anos após a queda de um voo da antiga companhia aérea americana Pan Am nas águas próximas a Porto Rico, uma equipe de buscas descobriu os destroços da aeronave no fundo do oceano. O acidente, que ocorreu em 11 de abril de 1952, resultou na morte de 52 pessoas e levou a reformas significativas nas normas de segurança para viagens aéreas.

A Air/Sea Heritage Foundation, em parceria com outras instituições, incluindo o programa “Expedition Unknown” do Discovery Channel, localizou os destroços do “Clipper Endeavor” no Oceano Atlântico, ao largo da costa norte de Porto Rico. A descoberta foi anunciada em um comunicado nesta terça-feira (21).

Os destroços foram encontrados a aproximadamente 600 metros de profundidade, utilizando um drone submarino autônomo e um sonar de alta resolução. Imagens capturadas após a localização mostraram claramente o logotipo da Pan American e o nome da aeronave, confirmando a identidade do avião.

Embora todos os passageiros tenham sobrevivido ao impacto inicial, apenas 17 foram resgatados, enquanto as demais vítimas perderam a vida quando a aeronave afundou rapidamente. A falta de instruções de segurança e a confusão entre os passageiros foram citadas como fatores que contribuíram para a tragédia. O acidente gerou mudanças significativas nas práticas de segurança aérea, incluindo a obrigatoriedade de instruções de segurança antes da decolagem.

“Estamos todos atônitos e eufóricos com essa descoberta, mas também tomados por um sentimento de humildade ao recordar o que aconteceu naquele local há tanto tempo”, destacou Russ Matthews, presidente da Air/Sea Heritage Foundation.

A equipe de busca, que contou com a participação da empresa Deep Sea Vision, iniciou a busca pelos destroços em 2 de junho deste ano. O Discovery Channel planeja abordar a descoberta em um episódio de “Expedition Unknown” ainda em 2026.

A Air/Sea Heritage Foundation agora trabalha com o governo de Porto Rico para proteger o local dos destroços e propõe a criação de um memorial em homenagem às vítimas do acidente. Famílias afetadas pela tragédia e os dois únicos sobreviventes conhecidos também foram contatados.

O avião, que seguia para Nova York, perdeu os dois motores do lado direito logo após a decolagem, o que levou o piloto a realizar um pouso forçado na água. Apesar de a aeronave ter botes salva-vidas e dispositivos de flutuação, a ausência de instruções claras gerou confusão entre os passageiros, que não conseguiram evacuar a aeronave a tempo. O relatório do Civil Aeronautics Board sugeriu mudanças nas normas de segurança da aviação, que, segundo especialistas, tornaram os voos mais seguros.

“Sempre que você embarca em um avião hoje, está mais seguro graças ao que aconteceu com o ‘Clipper Endeavor’ e seus passageiros há três quartos de século”, afirmou Josh Gates, apresentador do programa “Expedition Unknown”.

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