Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Esporte

Lula decreta luto de três dias pela morte do cineasta Luiz Carlos Barreto

Lula decreta luto de três dias pela morte do cineasta Luiz Carlos Barreto, aos 98 anos.

22/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h05
Lula decreta luto de três dias pela morte do cineasta Luiz Carlos Barreto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou, nesta quarta-feira (22), a morte do renomado diretor Luiz Carlos Barreto, que faleceu aos 98 anos no Rio de Janeiro, onde estava internado no Hospital Copa Star, localizado na Zona Sul da cidade.

Em suas redes sociais, Lula destacou a importância de Barreto para o cinema brasileiro, afirmando que o setor deve muito ao cineasta. O presidente decretou luto oficial de três dias em homenagem ao legado deixado por Barreto.

Publicidade

“Seu amor pelo Brasil, seu talento e, sobretudo, seu espírito inquieto o transformaram no mais importante produtor do cinema nacional nos últimos cinquenta anos. Em reconhecimento à sua obra e à sua contribuição para a cultura brasileira, decreto luto oficial de três dias”, escreveu Lula.

No final da mensagem, Lula e sua esposa, Janja, enviaram um “abraço muito carinhoso” aos familiares do cineasta. A assessoria de imprensa da família Barreto informou que o velório ocorrerá no Palácio da Cidade, no bairro de Botafogo, às 11h, seguido pela cremação no Memorial do Carmo, no Caju, que será restrita à família.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Luiz Carlos Barreto, conhecido como “Barretão”, é considerado um ícone do cinema nacional. Ele foi responsável por clássicos como “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, “O Quatrilho” e “O Que é Isso, Companheiro?”. O cineasta deixa sua esposa, Lucy Barreto, também produtora de cinema, e seus filhos Paula e Bruno, além de 9 netos e 8 bisnetos. Fábio, um dos filhos do casal, faleceu em 2019.

Barreto teve um papel fundamental no movimento do Cinema Novo, que lutou contra o cinema comercial e as comédias tradicionais. Entre suas produções, destaca-se “O Quatrilho” (1995), que foi indicada ao Oscar. Natural de Sobral, Ceará, ele começou sua carreira como fotojornalista na revista “O Cruzeiro” antes de se dedicar ao cinema nos anos 1950.

Como diretor de fotografia, Barreto trabalhou em obras-primas como “Vidas Secas”, de Nelson Pereira dos Santos, e “Terra em Transe”, de Glauber Rocha. Junto à sua esposa, fundou a produtora LC Barreto em 1963, construindo um legado que influenciou a indústria cinematográfica brasileira. Sob sua liderança, o Brasil foi indicado duas vezes ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, com “O Quatrilho” e “O Que É Isso, Companheiro?”. Durante uma fase como correspondente na Europa, Barreto também fotografou ícones como Marilyn Monroe, Fidel Castro e Frank Sinatra.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou, nesta quarta-feira (22), a morte do renomado diretor Luiz Carlos Barreto, que faleceu aos 98 anos no Rio de Janeiro, onde estava internado no Hospital Copa Star, localizado na Zona Sul da cidade.

Em suas redes sociais, Lula destacou a importância de Barreto para o cinema brasileiro, afirmando que o setor deve muito ao cineasta. O presidente decretou luto oficial de três dias em homenagem ao legado deixado por Barreto.

“Seu amor pelo Brasil, seu talento e, sobretudo, seu espírito inquieto o transformaram no mais importante produtor do cinema nacional nos últimos cinquenta anos. Em reconhecimento à sua obra e à sua contribuição para a cultura brasileira, decreto luto oficial de três dias”, escreveu Lula.

No final da mensagem, Lula e sua esposa, Janja, enviaram um “abraço muito carinhoso” aos familiares do cineasta. A assessoria de imprensa da família Barreto informou que o velório ocorrerá no Palácio da Cidade, no bairro de Botafogo, às 11h, seguido pela cremação no Memorial do Carmo, no Caju, que será restrita à família.

Luiz Carlos Barreto, conhecido como “Barretão”, é considerado um ícone do cinema nacional. Ele foi responsável por clássicos como “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, “O Quatrilho” e “O Que é Isso, Companheiro?”. O cineasta deixa sua esposa, Lucy Barreto, também produtora de cinema, e seus filhos Paula e Bruno, além de 9 netos e 8 bisnetos. Fábio, um dos filhos do casal, faleceu em 2019.

Barreto teve um papel fundamental no movimento do Cinema Novo, que lutou contra o cinema comercial e as comédias tradicionais. Entre suas produções, destaca-se “O Quatrilho” (1995), que foi indicada ao Oscar. Natural de Sobral, Ceará, ele começou sua carreira como fotojornalista na revista “O Cruzeiro” antes de se dedicar ao cinema nos anos 1950.

Como diretor de fotografia, Barreto trabalhou em obras-primas como “Vidas Secas”, de Nelson Pereira dos Santos, e “Terra em Transe”, de Glauber Rocha. Junto à sua esposa, fundou a produtora LC Barreto em 1963, construindo um legado que influenciou a indústria cinematográfica brasileira. Sob sua liderança, o Brasil foi indicado duas vezes ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, com “O Quatrilho” e “O Que É Isso, Companheiro?”. Durante uma fase como correspondente na Europa, Barreto também fotografou ícones como Marilyn Monroe, Fidel Castro e Frank Sinatra.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA