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Policial

Irã afirma que pausa de ataques dos EUA expõe ‘fadiga estratégica’

Irã apresenta pausa dos ataques dos EUA como uma vitória, citando fadiga estratégica.

26/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h16
Irã afirma que pausa de ataques dos EUA expõe ‘fadiga estratégica’

Porta-voz militar iraniano afirmou que os EUA não abalaram as defesas e já sofrem 'fadiga estratégica'. As declarações saíram neste domingo após relatos de preocupação de autoridades americanas sobre escalada.

Autoridades do Irã tentaram apresentar a pausa aparente nos ataques dos Estados Unidos como uma vitória estratégica. Um porta-voz militar iraniano declarou que os EUA não conseguiram abalar as defesas do país e que estariam enfrentando um estado de fadiga estratégica.

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Os comentários foram feitos a veículos de mídia estatais iranianos neste domingo, 26 de julho, após relatos de que o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, expressaram preocupações sobre uma potencial escalada do conflito com o Irã durante uma reunião na Casa Branca na última sexta-feira, 24 de julho.

As forças armadas dos EUA não anunciaram novos ataques nas últimas duas noites, após quase duas semanas de ofensivas noturnas consecutivas. Essa pausa nas operações foi confirmada por uma fonte do Departamento de Defesa, que destacou que as atividades estão “em pausa”.

O porta-voz do exército iraniano, Amir Akraminia, afirmou à televisão estatal que ainda não foi possível identificar uma estratégia clara por parte dos americanos, enfatizando que os EUA estariam “vivenciando uma fadiga na tomada de decisões estratégicas”.

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Akraminia destacou que os Estados Unidos não conseguiram forçar a abertura do Estreito de Ormuz, nem enfraquecer ou destruir as capacidades defensivas do Irã. Ele ainda acrescentou que a geografia da guerra se estendeu até Bab al-Mandeb, no Mar Vermelho, onde os Houthis, com apoio do Irã, declararam um bloqueio ao transporte marítimo saudita.

O brigadeiro-general Hossein Mohebi, porta-voz do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, alegou que Israel estaria tentando manter os Estados Unidos na região ao provocar o presidente americano e fornecer informações falsas. Recentemente, foi noticiado que Israel havia compartilhado com os EUA informações de inteligência sobre um suposto plano de assassinato contra o ex-presidente Donald Trump.

Mohebi também afirmou que, nas últimas duas semanas, o Irã destruiu uma variedade de instalações militares dos EUA na região. Os Estados Unidos reconheceram danos em algumas dessas instalações, como na Jordânia, onde três soldados americanos perderam a vida em um ataque.

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Porta-voz militar iraniano afirmou que os EUA não abalaram as defesas e já sofrem 'fadiga estratégica'. As declarações saíram neste domingo após relatos de preocupação de autoridades americanas sobre escalada.

Autoridades do Irã tentaram apresentar a pausa aparente nos ataques dos Estados Unidos como uma vitória estratégica. Um porta-voz militar iraniano declarou que os EUA não conseguiram abalar as defesas do país e que estariam enfrentando um estado de fadiga estratégica.

Os comentários foram feitos a veículos de mídia estatais iranianos neste domingo, 26 de julho, após relatos de que o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, expressaram preocupações sobre uma potencial escalada do conflito com o Irã durante uma reunião na Casa Branca na última sexta-feira, 24 de julho.

As forças armadas dos EUA não anunciaram novos ataques nas últimas duas noites, após quase duas semanas de ofensivas noturnas consecutivas. Essa pausa nas operações foi confirmada por uma fonte do Departamento de Defesa, que destacou que as atividades estão “em pausa”.

O porta-voz do exército iraniano, Amir Akraminia, afirmou à televisão estatal que ainda não foi possível identificar uma estratégia clara por parte dos americanos, enfatizando que os EUA estariam “vivenciando uma fadiga na tomada de decisões estratégicas”.

Akraminia destacou que os Estados Unidos não conseguiram forçar a abertura do Estreito de Ormuz, nem enfraquecer ou destruir as capacidades defensivas do Irã. Ele ainda acrescentou que a geografia da guerra se estendeu até Bab al-Mandeb, no Mar Vermelho, onde os Houthis, com apoio do Irã, declararam um bloqueio ao transporte marítimo saudita.

O brigadeiro-general Hossein Mohebi, porta-voz do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, alegou que Israel estaria tentando manter os Estados Unidos na região ao provocar o presidente americano e fornecer informações falsas. Recentemente, foi noticiado que Israel havia compartilhado com os EUA informações de inteligência sobre um suposto plano de assassinato contra o ex-presidente Donald Trump.

Mohebi também afirmou que, nas últimas duas semanas, o Irã destruiu uma variedade de instalações militares dos EUA na região. Os Estados Unidos reconheceram danos em algumas dessas instalações, como na Jordânia, onde três soldados americanos perderam a vida em um ataque.

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